Esperanza “in vigilando” e seu escolta funcionário.

Beltran-Gutierrez_MDSIMA20160211_0293_9 De todo este ESPEctáculo quiger ressaltar um ponto das declaraçons de Aguirre que semelha ficou num segundo plano político-mediático mas que a mim, como empregado público no meu tempo de escravitude, chamou-me especialmente a atençom polo que de MENTIRA tem numha mulher tam católica como ela e refíro-me as suas palavras ao respeito do seu amigo e protegido, Beltrán Gutiérrez Moliner, tras ser relegado do seu cargo de gerente do PP de Madrid, em 6 de outubro de 2014 tras 14 anos, depois de conhecer-se que gastara 58.000 euros com umha tarjeta black de Caja Madrid, na sua qualidade de conselheiro por nomeamento digital da sua amiga ESPEcial que, um dia depois o mantivera como trabalhador na sede do PP madrilenho com as mesmas condiçons e digera: ”¿Por qué tengo que echarle? Es un funcionario del partido”.

Beltrán Gutiérrez nom é umha pessoa qualquer no Partido Popular. Como gerente do PP madrilenho e como apoderado da opaca Fundación para el Desarrollo Económico y Social de la Comunidad de Madrid, Fundescam, já estivera relacionado com a trama Gürtel (Francisco Correa assegura que Gutiérrez Moliner lhe pedira umha comissom de 10 ou 12 milhons de euros) na campanha pola presidencia de Madrid da lideresa em 2003, o ano do ‘tamayazo’, na que Beltrán Gutiérrez Moliner recaudara perto de 1 milhom de euros entre empresários amigos da ‘liberal’ Aguirre, como Arturo Fernández ou Gerardo Díaz Ferrán ( “filántropos” que depois se levaram mais de 300 milhons em adjudicaçons da Comunidade de Madrid) que se gastaram em pagar atos eleitorais do PP, umha prática completamente proibida e que ficara impune porque o delito já prescrevera quando a justiça investigara.

14123640529995 E assim, quem lhe fazia de escolta a Aguirre nos tumultos dos paparazzi da imprensa, passou a ser simples “funcionário”, isso sim com gabinete próprio; gabinete registrado pola Garda Civil este joves passado na investigaçom da trama Púnica. Um dos motivos polos que a católica Aguirre declarou este domingo primeiro de Pascua que deixava o seu cargo por assumir a sua responsabilidade política in vigilando, porque yo debería haber vigilado mejor”.

Mas volvendo a minha teima particular de todo este desaguisado quero aclarar:

Nom existe a figura de funcionário do partido e de feito proíbe-se expresamente a altos funcionários ocupar postos de responsabilidade em partidos políticos, nom sendo que estejam em situaçom de excedência.

2º A Lei do Estatuto Básico do Empregado Público no seu artigo 63 sinala as causas de perda da condiçom de funcionário de carreira; entre as que figuram a sançom disciplinária de separaçom do serviço ou a pena principal ou acessória de inabilitaçom absoluta ou especial para cargo público que tiveram carácter firme. O que vem sendo um despido

3º A mesma lei no seu artigo 95 sinala como falhas moi graves que levam separaçom do serviço (despido) entroutras “a adopçom de acordos manifiestamente ilegais que causem perjuízo grave á Administraçom ou á cidadania” ou “a violaçom da imparcialidade, utilizando as facultades atribuidas para influir em processos eleitorais de qualquer natureza e ámbeto”.

Visto o tal Esperanza Aguirre MINTE e por tanto remato recorrendo a um latinajo: ”Quod erat demonstrandum” (como se queria demonstrar)

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