O Fracaso da Misericórdia

1280758994 Nom me estou a referir á nefasta política europeia de rejeitamento das imigrantes, quando interesa mais como evitar que, quem fuge das guerras e/ou da miséria provocada(s) polos paises ricos (entre os que estám os europeios), acedam ao território que como dar-lhes acovilho. Pois ainda que o teminha em questom mereça umha boa reflexom, já está a ser um tema moi manido mesmo nos falsimédios que, por um lado apresentam quando interesa o drama das refugiadas porque sabem que cria morbo, mas por outro buscam culpabilizar aos governos do resto dos paises para poder seguir vivendo das quantiosas subvençons que recebem dos governos próprios, que sempre fam o que podem e nom fam mais porque nom lhe deixam.

Estou a falar do que observo desde a minha gávea e do que atino desde meu olhar sobre as ruas e praças desta cidade; e em concreto, sobre o vazio que observo na praça da Quintana e a sensaçom de que o invento deste ano para paliar que até o 2021 nom toca outro ano Jacobeu é um fracaso descomunal; estou-me a referir á decisom de abrir a “Porta Santa” da Catedral com o galho de celebrar o Jubileu extraordinário da Misericórdia.

Adoito, de quando em quando, a cruzar pola praça da Quintana de rumo ao meu curro a primeiras horas da manhã e o vazio e o silêncio som manifestos e patentes e apenas te cruzas com gente que vai coma ti. Nada que ver ao que sucede quando dum ano Jacobeo se trata e mais desde que Fraga potenciara o Caminho no ano 1993 e se passara de ser um motivo de pelegrinaçom católica para se converter num atrativo turístico para gente com muito tempo livre e poucas ganhas de gastar quartos.

Mas nom só a primeira hora está baleira a praça, senom que mesmo ás tardes de fim de semana o uso da mesma para questons religiosas é sinificativamente nula. Assim o comprovei este sábado passado, quando tras estar sentado nas esqueiras durante mais de meia hora só vim entrar pola Porta Santa a 3 pessoas que iam juntas e que tinham mais pintas de ser compostelás que turistas (distinguiveis as mais das vezes porque as primeiras nom soem levar aditivos como cámaras e as segundas é raro que nom levem).

Quando em Ano Santo as colas para entrar pola Porta Santa davam várias voltas á praça e agora no Ano da Misericórdia nom entra ninguém, algo há que falha na andrómena esta que argalharom curas e leigos para atrair o turismo religioso, mas eu tam contente de tal fracaso, porque assim quanto menos podes cruzar a Quintana sem te arriscar a que alguém te dea umha labaçada porque pensa que te queres colar na fieira.

Será que a misericórdia está em horas baixas??

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Uma ideia sobre “O Fracaso da Misericórdia

  1. Pingback: O remate do Ano Santo Compostelá da Misericórdia dá pê a um cúmulo de falsidades ao respeito do seu suposto éxito | ogajeironagavea

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