Umha resposta contundente contra o machismo na docência universitária entanto segue a cumplicidade corporativista

Fotogrupal Ontem soubem da estupenda açom dumhas moças (e um moço) estudantes do Master de Género, Igualdade e Educaçom da USC que assistiram á umha aula de Luciano Méndez, o professor machista do que já vos falei há coisa dum mês, interrumpindo-lhe “com retranca e escotes” como necessária resposta á situaçom criada ante o silêncio corporativista do governo da USC e a case nula toma de medidas (o docente segue a impartir aulas e a discente foi mudada de aula). Vaia por diante o meu aplauso.

Dias antes e com a conivência dum falsimédio, o elemento em questom seguia a botar dejetos pola sua boca e recém saia publicado umha sua nova opiniom na que se considera a vítima da situaçom e mesmo bota-lhe as culpas dos seus impropérios a umha aluna á sua “complicada tetosterona”(!!!).

Entanto o governo da USC calava, as moças que figerom o protesto com o galho de mostrar o seu «desacordo tanto co seu discurso sexista como coa ausência de consequências imediatas ou medidas por parte da USC» exigem a «suspensom imediata do professor como medida preventiva durante o processo de investigaçom e a aceptaçom por parte da USC de qualquer medida que a alumna discriminada decida», porque, ainda que pareza mentira, este elemento segue a impartir docência.

Curiosamente, ontem mesmo á tarde, só umhas horas depois da açom, o governo da USC fazia público, nos mesmos falsimedios que avogam por dar voz ao machista, que se iniciava um expediente disciplinário contra o docente, á vista de que o expediente informativo -que durou todo um mês- revelara «causas suficientes» para iniciar este procedimento. O feito de tardar todo um mês em quitar tais conclusons só evidéncia que desde o governo da USC nom há presa algumha em sancionar ao docente, e que igual, de nom ter sucedido o protesto, o expediente informativo poderia ter-se prolongado até… como claro exemplo de manifestaçom da cumplicidade corporativista.
power Tamém soubem doutra notícia em Barcelona onde um professor, médico dermatólogo, dumha académia que prepara alunado para o MIR, comparou a funçom de determinadas glándulas com as moças que vam ás discotecas: as que vam a ligar som «guarras» e as que vam a bailar som «râncias» e nom era a primeira vez que fazia estas comparativas sexistas pois noutra ocasiom se referira ao líquen como home ordenado, correto e á psoriase como mulher tola, «aloucada», descontrolada. E que, se bem foi apartado do centro académico, desconhecemos a sua filiaçom porque a académia solicitou aos falsimédios (e estes acederom) a que nom se figera público seu nome (!!!) numha outra prova da cumplicidade corporativista. E além deixa as claras que as machistadas na docência universitária nom som casos ilhados e que a “liberdade de cátedra” da que goçam estes inutiles permite o silenciamento e o ocultamento destas práticas nos supostos templos do saber.

Já para ajudar a dar pulo esta açom, vos colo acá as suas impresons tras a mesma nas que destacam que Méndez tivera várias “saidas de tom”, laiándo-se de que as alunas levaram o peito pintado porque nom luziam tam bem as suas “virtudes femeninas”, anunciou que pechava a persiana para “ter mais intimidade, porque co ambiente que há igual vai a mais”, dirigíndo-se ao único home do grupo díxo-lhe que “ia mirar as tetas das tuas companheiras” e, finalmente, ameazou-nas com “bota-los com umhas patadas no cu”. Ao que as alunas respostarom-lhe que iam marchar porque tinham “umha cita com Domingo Neira (o professor da USC denunciado pola sua atitude homófoba) e entregarom-lhe um seu comunicado, que Méndez negou-se a recolher e tras deixar-lho na sua mesa “recolheu-no e arrugou-no agresivamente”.

Este é seu Comunicado (que colo textualmente):

“O pasado mes de febreiro, o profesor Luciano Méndez da USC proferiu repetidos comentarios machistas contra unha alumna, diante dela e do resto do alumnado, chegando incluso a ameazala. Posteriormente, reafirmouse no seu discurso sexista en dous artigos publicados en La Voz de Galicia. A alumna, acompañada doutrxs compañeirxs, presentou unha denuncia ante a USC, que polo momento non tomou máis medidas que abrir unha investigación e, ante a mediatización do caso, aceptar a petición de cambio de clase que a alumna solicitara e lle fora denegada nun primeiro momento.

Como feministas e alumnas do Máster de Xénero, Igualdade e Educación da USC, entendemos que o comportamento e as declaracións de Luciano Méndez, así como a falta de resposta da USC, son inaceptables. O primeiro requisito para que se dea unha verdadeira “calidade docente” responde á transmisión dos valores da igualdade e da non discriminación, xa que os discursos de odio non poden ter cabida dentro da universidade pública.

Polo tanto, esiximos a suspensión inmediata do profesor Luciano Méndez, como medida preventiva durante o proceso de investigación que a institución esté levando a cabo, así como a aceptación por parte da USC de calquera medida en relación co caso que a alumna discriminada decida. Ademáis, esiximos o cese de Luciano Méndez como medida sancionadora final por parte da USC.

Para reivindicar o noso dereito a non ser discriminadas pola nosa vestimenta nin polo noso xénero, para poder facernos oír públicamente e para loitar contra a inacción da USC, este xoves 16 de marzo asistimos a unha das clases do profesor Luciano Méndez. El defendeu amplamente o seu machismo en prensa, nós respostámoslle coa nosa retranca e cos nosos escotes:

ANTES FRÍVOLA QUE MACHISTA

A TESTO: UNHA VIDA DE CONTROL

EXCESIVO O TEU MACHISMO

LADO DÉBIL = MALE TEARS

ASQUEROSO OFÉNDETE, MACHISTA NON

ES UN CAN, QUE NON TE PODES CONTROLAR?

NOXO E VERGOÑA NA USC

REEDUCÁMOSTE DE BALDE

A MIÑA MASCULINA PEL NON CHE PRESTA?

———————-

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4 ideias sobre “Umha resposta contundente contra o machismo na docência universitária entanto segue a cumplicidade corporativista

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