Orgulho de ser Anarquista!! Por um mundo sem fronteiras

romper todas as fronteras Em tanto governos títeres e seus vozeiros “bem pagados” dos média seguem os ditados e a lógica dos vendedores de armas e dos criadores das guerras e dos grupos terroristas buscando fomentar o ódio á diferente, á estranha, á estrangeira; estám a surdir nalguns dos paises com fronteiras pechadas ás imgrantes e refugiadas, diversas iniciativas promovidas por anarquistas para tentar derrubar valos e cercas e permitir o acesso de quem as queira cruzar e arriscándo-se a ser detidas e encirradas por incumprir as leis que advogam por fechar as fronteiras as pessoas em tanto as mercadurias (as armas entre elas) tenhem passo livre.

Assim na revista Abordaxe recolhiam ontem numha entrada a notícia da agência de notícias anarquistas ANA segundo a que o serviço secreto húngaro persegue anarquistas por ajudar imigrantes a entrar ilegalmente na Hungria; mas nom é a primeira vez que em Abordaxe dam umha notícia de anarquistas contra as fronteiras, e assim em 14 de outubro do ano passado davam conta de que em Calais (no passo da França á Gram Bretanha) anarquistas de No Border ajudam migrantes a interromper tráfego no Eurotúnel e no caso de Grécia som numerosas as açons de anarquistas em conjunto com as refugiadas para reclamar a apertura das fronteiras e dar-lhes as bem-vindas, baste de exemplo estoutra notícia de Abordaxe que da conta da criaçom em Evros (na fronteira Grecia-Turquia) dumha coordinadora contra o valo anti-imigrantes.

135507_europeweb1 Espero e desejo que estas iniciativas sejam repetidas por toda a orbe sem medo á repressom que virá, porque os governos incitam ao ódio e mesmo ponhem as suas forças armadas a disposiçom dos grupos fascistas neo-nazis para que apaleem á cidadania, como aconteceu em Bruselas este domingo passado e ao tempo criminalizam ás solidárias que luitam polo derrube das fronteiras.

E para rematar recolho da web acracia os versos do poema-cançom “Punto y Raya” do jornalista, poeta e humorista venezolano Aníbal Nazoa:

Entre tu pueblo y el mío,
hay un punto y una raya,
la raya dice “no hay paso”,
el punto, “vía cerrada”.

Y así, entre todos los pueblos,
raya y punto, punto y raya,
con tantas rayas y puntos,
el mapa es un telegrama.

Caminando por el mundo,
se ven ríos y montañas,
se ven selvas y desiertos,
pero ni puntos ni rayas.

Porque estas cosas no existen,
sino que fueron forzadas,
para que mi hambre y la tuya
estén siempre separadas.

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