Orgulho de ser Anarquista!! Compas gregas acomodam refugiadas em Okupas

dervenion56 Neste mundo no que vivemos onde a educaçom que recebemos vai orientada a diferenciar o “Bem” do “Mal” e em consequência ser “Boa Gente” ou “Delinquentes” em base a cumprimentar as leis impostas de arriba abaixo a base de imposturas, tanto no eido sócial como no político, é de sinalar como, quem som qualificadas caseque como “Terroristas” por nom cumprimentar ditas normas, estám a superar essas diferenciaçons oportunistas para acometer com integridade e inteireça o que o Poder corruptor e covarde nom se atreve.

Assim, na Grécia governada por Syriza (a coaligaçom na que buscarom ser seu reflexo os “podemitas originários” da Universidad Complutense madrileña), grupos de anarquistas estám a movilizar-se para dar um teito digno á gente refugiada em centros sociais okupados ou onde seja, e ao tempo ofrecer-lhes assistência, alimentaçom e a vida digna que os governos europeios lhes negam. No lado contrário, da parte das supostas “boas pessoas”, estám os governos e as suas políticas antimigratórias com lançamento de gases lacrimógenos contra as refugiadas que solicitam asilo e com declaraçons de estados de sítio para tratar de parar e paliar o que, nos seus falsimédios, dam em chamar a “crise dos refugiados”.

Na Alemanha nazi tamém era ilegal ajudar aos judeus, gitanos e demais populaçom tachada de “indesejaveis” e quem lhes botava umha mão solidária corria o risco de ser tachado tamém de “delinquente” e “terrorista”. Depois de derrubado o nazismo a humanidade cínica mirara para atrás e digera nom compreender como nadie figera nada para evitar o fascismo e os campos de concentraçom.

Agora que se estám a impôr esse mesmo trato á gente refugiada que fuge das guerras que elas nom criarom, só as anarquistas e algumhas organizaçons sociais estám dando a cara para combater este neo-nazismo europeio:

Umha criança refugiada que cojea apoia-se em outra que fai de bastom para que poida andar porque as autoridades nom lhe proporcionarom á ferida nem sequer umha muleta. Ocorreu há uns dias no Pireo, o meirande porto marítimo da Grécia e porta pola que tratam de entrar muitas pessoas das que fugem da guerra e a fame em Síria, Eritrea, Afganistám ou Iraque. Assim o conta no programa de rádio “Carne Cruda” Mónica, membro do coletivo “No somos delito”, que recém voltou de alá e ainda nom pode crêr o que viu: o abandono e desleixo no que vivem, sobrevivem, as refugiadas.

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