A última baza eleitoraleira de Podemos: A Greve de Fame

thumb Quatro deputados machos da marca “Podemos e suas confluências” estám a querer quitar rédito eleitoral da miséria provocada polo mesmo sistema “democrático” do que participam gostosos tras aproveitar as luitas do 15M nas praças para assentar seus cus catedráticos nas cadeiras dos parlamentos.

Estes “queda-bem” buscam aproveitar a sensibilidade da gente do povo que, na sua imensa maiora, mira com olhos tristes o que está a passar com as refugiadas das guerras e da fame.

Para e-lo nom duvidam em fazer umha pantomima no seu teatro das vaidades tirando do derradeiro recurso que lhes fica ás loitadoras em prisom: A Greve de Fame, á que banalizam com suas posses eleitoralistas, dando-lhe já data de remate para hoje desde seu início na tarde do sábado passado, umha duraçom tam curta que há quem se pergunta se o seu é umha greve de fame ou umha dieta de adelgaçamento.

Miguel_Anxo_Fernán-Vello_(AELG)-4 Dos quatro “heróis eleitos” destaca o papo do deputado poeta da Marea, Miguel Anxo Fernán-Vello, quem foi o último em incorporar-se a pantomima na tarde da quarta dia 20 e abandonou-na ao dia seguinte, ontem, para estar essa tarde num ato eleitoralista em Compostela, tal como se desprende deste artigo de Praza onde dam bola e voz ao vate e empresário galego.

Eu lhes pediria ás podemitas que, dado o seu poder de convocatória para que mais de 5 milhons de incautas depositaram sua papeleta nas urnas, em troques de fazer eleitoralismo sentimental e patético com a dor das refugiadas, convoquem umha quedada nos valos de Ceuta (onde contou com 4630 siareiras) e Melilha (com 3206 votantes) para, carregadas de tenazas, alicates e cisalhas, destroçar essas barreiras de coitelas assassinas e deixar os passos fronteirizos abertos.

E nom estou a fazer crítica barata, isso mesmo é o que estám a fazer desde há tempo grupos de anarquistas nas fronteiras da Grécia, Hungria ou Calais, entroutras.

Entretanto deixade de sujar a derradeira arma de luita das pessoas presas, ante os abusos e as torturas que sofrem nas prisons das democracias das que Podemos forma parte.

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