Reganosa: “Se nom queres caldo, duas cuncas” – O Tribunal Supremo vem de anular o seu projeto de execuçom.

CfUD-tgWAAAnKcoEscrevia este domingo passado o historiador Enrique Barrera um seu artigo de opiniom (em castelám) num jornal ferrolá com o cabeçalho REGANOSA YA LLEVA DOS que agora, traduzo e colo:

Reganosa recebeu em poucas semanas duas sentências demoledoras do Tribunal Supremo. Em troques de ser umha empresa modelo foi um modelo de empresa que fai negócios baseándose em amizades políticas de alto nível, neste caso com um presidente da Junta já falecido, para saltar-se á toureira a legislaçom nacional, a diretiva comunitária Seveso II, e iniciar as obras sem os preceptivos permisos, convencida de que a lentitude da justiça deixará sem efeito qualquer sentência ante um feito consumado.

Reganosa, ilegal e perigosa, contamina nossa ria, apenas cria emprego, destrue postos de trabalho no marisqueo, tem perdas compensadas com um curioso sistema de caixa única das regasificadoras espanholas, está a 1.200 metros dumha base naval da OTAN e é um perigo para a vida da vizinhança de Mugardos e de boa parte da de Ferrol. ¡Aí fica isso, senhores!.

img_3231Referia-se ao feito de que, como conta Marcos Pérez Pena no Praza Pública, o Tribunal Supremo vém de decidir a anulaçom do projeto de construiçom da planta de gas de Reganosa, em Mugardos, estimando o recurso apresentado por duas asociaçons vizinhais de Mehá e Perlío contra umha sentência ditada em 2013 polo Tribunal Superior de Madrid. A sentência do Supremo, firme, úne-se á que há um mês botou abaixo a autorizaçom prévia da instalaçom e obriga o Governo em funçons a conceder-lhe novos permisos nas vindoiras semanas ou a decretar a paralizaçom da sua atividade.

A sentência era esperada, em coerência com o decidido há umhas semanas. Fontes de Reganosa já apontaram dias atrás que contavam con este novo pau judicial e que, de feito, já estavam a trabalhar para realizar de jeito conjunto os dous trámites aos que agora estám obrigados.

O texto da sala do Contencioso-Administrativo do Tribunal Supremo, conhecido ontem joves, sinala que a ilegalidade da autorizaçom administrativa prévia decretada há umhas semanas fai que “todo o procedemento de desenvolvemento ou posta en execuçom dessa autorizaçom” incorra “na mesma falha de adecuaçom á normativa urbanística”.

A pelota está, pois, no telhado do Governo em funçons. O Ministério de Indústria -responsabilidade agora de Luis de Guindos desde a auto-dimissom de Soria– deve decidir se paralisa a atividade da regasificadora ou lhe concede novas autorizaçons.

Eu duvido que optem pola via legal, mas seguirei a berrar:
PLANTA DE GAS: PECHE JÁ!

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