Arquivo mensal: maio 2016

16 pessoas mortas e 28 mutiladas Vs 0 condenadas por balas de borracha disparadas polas forças da “in-seguridade”

Hoje soubem polo jornal Público que, tras sair a sentência absolutória do juíço contra dois mossos polo caso de Ester Quintana, o comissário jefe dos mesmos, Josep Lluís Trapero, admitiu que a investigaçom do caso “nasceu mal” porque deu-se “informaçom imprecisa” ao juiz ao tempo que admitia que dentro do corpo há gente que nom dijo “toda a verdade” ; algo que compartilha Jordi Dalmau, inspector dos Mossos e secretário geral do Sindicat de Comandaments: “Nosso gram erro, político e a nível de mandos, foi querer dar muita informaçom e moi rápida”, e além destaca que “é evidente que umha pessoa disparou um projectil e tocou a Ester Quintana e vaziou-lhe um olho. É evidente que alguém mentiu”
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Assim deste jeito os mandos deste corpo armado catalám ponhem em entredito o direito que lhes assiste nos juízos ás forças policiais conhecido como “presunçom de veracidade policial”.

Mas nom só; o caso de Ester tira luz sobre outros casos e assim o recolhe o jornal El Diario com a notícia da que tirei o meu cabeçalho e de onde queitei estas letras:
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Vídeo e Crónica da Mobilizaçom Noturna de Mulheres para Visibilizar as Agressons Machistas: “Devolveremos até o último golpe”

Recolho a crónica do Diário Liberdade e colo acá para dar-lhe pulo, assim como o vídeo colgado na rede por Simone De Beauvoir:
Umha mobilizaçom feminista, composta por meio centenar de mulheres, marchou polas ruas de Compostela na madrugada do passado sábado, 28 de maio, sob a legenda ‘Devolveremos até o último golpe’.
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“O ruído da imprensa nom nos deixa falar” – Comunicado do Banc Expropiat a 29 de maio

(Recolho *, traduzo e colo do blogue do Banc Expropiat)

“Para os quem têm o poder a violência é legal; só condenam-na quando a utilizam os de baixo”.  Joan Brossa

Nestes dias estamos a ver como desde os meios de comunicaçom se está a fazer toda uma campanha de criminalizaçom de manual. À medida que passam os dias, e ao ver que a luta nom recua, as notícias têm a cada golpe mais bilis e mais literatura da que estamos costumadas.

A tanto criticada violência

beneficis-cartell A melhor maneira de enfrentar-te aos argumentos de alguém que nom podes desmentir é sacar-lhe credibilidade. Umha maneira habitual no caso da dissidência política é associar os seus actos a fatos que ninguém dê apoio, neste caso a violência.
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Mércores 1 ás 20:30′ na Casa do Peixe (CS do Sar): A Situaçom nos Campos de Refugiadas na Grécia

Recolho da página do CS de Sar numha rede social:

13301529_591671210996089_8026246266820436683_oA situaçom das pessoas reguxiadas é desesperada, e nós temos a responsabilidade de actuar, em solidariedade com elas, e contra das políticas genocidas de Europa.

Este mércores, quarta feira, ás 20.30h, acolhem no Peixe a Assembleia Aberta de Refugiadas Compostela, á que estades convidadas a vir para saber cómo ajudar.

Além, contaremos coa presência de duas pessoas que estiveram lá como voluntárias independentes nos campos de refugiadas da Grécia. Xabier Mera falara-nos da sua experiência nos campos de Pireo e Ritsona, e María Lalín, que acaba de chegar, falara-nos ademais da situaçom actual nos campos de Eko, BP e Idomeni, o enorme campo recém despejado pola polícia grega para levar ás refugiadas a campos militarizados.
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Sábado 4 ás 19:30′ – Móve-te pola Ría de Ponte-Vedra: ENCE fora da Ria para Sempre!!

Marcha.04.06.2016-BR Venho de saber desta convocatória na web da APDR (Associaçom Pola Defessa da Ria), organizadora junto á FEG (Federaçom Ecologista Galega), das marchas que sairám ao mesmo tempo desde as Alamedas de Marim e de Ponte-Vedra para juntar ambas diante das instalaçons da pasteira de Louriçam e berrar-lhes bem forte: ENCE fora da Ria para Sempre!!. Nom compartilho partes do texto que tirarom como “solicitude de apoio” para reclamar a saida imediata do complejo ENCE-ELNOSA da ria, mas pese a isso colo acá (no seu galego) tal petiçom:

A Ría de Pontevedra atravesa unha situación preocupante polo grado de contaminación das augas, que non cumpren os obxectivos de calidade establecidos na lexislación para augas de cultivos mariños e para augas de baño poñendo en perigo a actividade dos sectores que teñen nestas actividades o seu medio de vida. E son moitas as fontes responsábeis desta contaminación, de forma particular a falta dunha depuración axeitada das augas residuais de orixe doméstica e a presenza do complexo ENCE-ELNOSA, o que se traduce –en ámbolos casos- na existencia dunha forte carga de materia orgánica e bacterias coliformes fecais.
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Eu estou com Batlle !! O diretor dos Mossos tem toda a razom!!

CjUy27rXAAAKWS1 Ontem, Albert Batlle diretor dos Mossos d’Esquadra deitou suas palavras ao respeito dos atos violentos de Gràcia num falsimédio do que extraim este aúdio (sem manipulaçom algumha) e podo apontar que, ainda que me coste muito assumi-lo, tenho que dar-lhe toda a razom aos seus argumentos:

Ou será que nom entemdim bem por onde ia??
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O patético servilismo coa direitona do falsimédio local chega a extremos risíveis: “La UE solo detecta 32 zonas de baño con aguas de mala calidad en Galicia”

mar2Imaginade-vos que um médio titulara umha notícia sobre o excessivo paro com esta cabeçalho: “O ministério de emprego só detecta 4 milhons de pessoas em paro, umha tasa de desemprego de só um 21%”. Os comentários poderiam ser mesmo jocosos para as afeitadas por aquilo de que mais vale rir que chorar; pero se por riba disso, no texto da notícia vanagloram-se de tal fazanha destacando que “do 79% restante, há um 55% de assalariado com contrato indefinido”, nom te caberia dúvida de que mais que um médio de informaçom é um vozeiro submisso dos ditados dos governos; poida que porque a sua existência e permanência nos quioscos dependa exclusivamente das quantiosas subvençons públicas que recebe (dado seu baixíssimo nível de vendas) e poida que seja por costume dado que já levam fazendo essa política de servilismo a direitona desde que nasceu como jornal. Pois ainda que estejamos afeitas a lêr na imprensa escrita elógios ás políticas dos governos (que longe ficam daquel chamado Quarto Poder!!) e mesmo a cabeçalhos que engrandecem os ridículos crescemento pontoais dos dados de pessoas empregadas; o que sem dúvida é patético é que nos queiram confundir alhos com bugalhos.
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Chamado solidário para exiger a libertaçom imediata de Gabriel Pombo Da Silva.

Recolho (traduzo e colo) do Indymedia Barcelona esta informaçom assinada antontem, em 25 de maio, por compas que se auto-denominam Anarquistas sin fronteras:

QUE O ESTADO NOM FECHE SUAS GARRAS SOBRE OS REBELDES

POMBO-DA-SILVA-liberdade-imediata-2Depois de mais de 30 anos passados nas celas dos estados espanhol e alemám parece que por fim ve-se umha luz ao final do túnel para o companheiro Gabriel Pombo da Silva. Extraditado de Alemanha baixo umha ordem de detençom europeia emitida polo tribunal de Albacete por umha condena de 3 anos e 7 meses, a travès da aplicaçom das redençons ordinárias, vem de cumprimentar esta pena. Em 17 de maio, o mesmo tribunal de Albacete ditaminou umha ordem de posta em liberdade imediata, e os dias seguintes algumhas companheiras foram até o C. P. La Moraleja (Dueñas, Palencia) para acolhe-lo á sua saida. Em vão, pois todavia atópa-se entre reixas. A direçom desta prisom e distintas instâncias judiciais, entre elas o tribunal de Girona lançarom rápidamente vários procedimentos duvidosos para impedir a sua libertaçom e prolongar seu encerro por um tempo indeterminado, pese a que há vários recursos jurídicos em curso.
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Informaçom alternativa sobre os sucessos de Gràcia: O Banc Expropiat Resisteix

Já ontem comentei na antérior entrada que quando nom tês bo conhecemento do que se passa nalgures nom há como recorrir a fontes amigas para fazer-te umha melhor ideia do que se passa nesses lares e agora engado que nom há melhor recurso informativo que ir á fonte do conflito, neste caso ao próprio blogue do Banc Expropiat e sua plataforma de vídeos. Além e como médios alternativos vos recomendo umha vissita á web de La Directa onde, sem dúvida, tenhem um outro jeito de informar, igual por isso suas jornalistas som objetivo das suas porras e dos visores dos seus fusis de precisom aos que chamam “lançadores de ordem público” cargados de cartuchos com ponta viscoelástica (que dada sua precisom nom se explica que chegaram esses cartuchos até os balcons da vizinhança -como admitiu que se passara o mesminho Albert Batlle, diretor dos Mossos- nom sendo que a intençom de quem dispararom, fosse atinar na vizinhança que desde os balcons apoia as protestas da rua fazendo soar suas caçarolas). Isso sim escrevem e falam em catalám, mas como sei que quem segue este blogue é gente inteligente (agás as indesejaveis ocasionais), nom ides ter problema algum de “entenderedas”.

Vos deito acá este vídeo onde explicam Que era o Banc Expropiat e o que volverá a ser:

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O Banc Expropiat de Gràcia: Um passo adiante na estratégia da tensom

resistirem-cartell Quando nom tês bo conhecemento do que se passa nalgures nom há como recorrir a fontes amigas para fazer-te umha melhor ideia do que se passa nesses lares. É por isso que recolhe do blogue da revista Argelaga este texto (que traduzo e colo):

Desde há un anos a Generalitat leva a cabo umha política de guerra contra os médios libertários, especialmente contra os centros sociais okupados, que tende a manipular a opiniom e a justificar qulquer medida repressora, ainda que, ás vezes, tenha que pactar com juizes e fiscais as sanguentas consequências que nom puiderom ocultar-se. Nom só referímo-nos ao olho de Ester Quintana e á morte de Juan Andrés Benítez. Fomos conhecendo intentos de infiltraçom e suborno de militantes, de montagens de falsas conspiraçons, de detençons de supostos terroristas autores de atentados imaginários e demais manobras de desinformaçom. O luns 23 de maio, assistimos a um provocador despejo por parte dos Mossos do Banc Expropiat do báirro de Gràcia, ao que seguirom cargas violentas que deixarom polo chão a mais dumha dúzia de feridas por porraços e projectís viscoelásticos. Isso é o que se denomina estratégia da tensom, umha tática empregada polas clases dirigentes co galho de desorganizar ao movemento social que se mostra refractário ás instituiçons alá onde este melhor funciona, posto que se persegue um control total dos báirros e da gente da capital catalá. A Catalunya oficial da oligarquia industrial e financeira quere ser a única Catalunya real.
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