Na Junta mintem e o sabem: “Deixarom morrer a doentes de Hepatite C por razons económicas”

hepatitec450_682992_0x0_izda Estas rotundas palavras nom estám ditas por nenhum político militante, nem sequer polo portavoz das afetadas por esta doença, Quique Costas, com quem compartilhei anos há filiaçom no MCG, e a quem desde o PP e seus falsimédios afins, pretendem minusvalorar as suas palavras polo feito de formar parte dumha plataforma eleitoral local de Ames (algo que escolheu livremente), quando a única razom que motivou ao Quique a dar canha e assumir a voz cantante nesta luita é ser doente de dita enfermidade (algo que lhe veu dado e que nom escolheu) e por suposto, comprovar como desde a administraçom galega e espanhola se lhes estava deixando morrer por motivos exclusivamente económicos; estas rotundas palavras som do cirujam médico, jefe da Unidade de Transplante Abdominal do CHUS (Complejo Hospitalário Universitário de Santiago) que atendeu persoalmente a várias afetadas, Evaristo Varo, portavoz da plataforma “Batas Brancas” quem, numha entrevista do jornal corunhês “La Opinión” declara: “Levo quarenta anos como médico e nunca pensei que umha administraçom poderia deixar morrer umha pessoa por razons económicas”. E hoje mesmo um outro falsimédio recolhe umha outra entrevista na que Evaristo Varo se reafirma no dito e destaca que “a Agência Espanhola do Medicamento recomendava tratar a pacientes em lista de espera de trasplantes, pola sua gravidade, e numha reuniom (em outubro de 2014!!!) em Madrid, equipas de trasplantes de outras comunidades faziam mofa da situaçom na Galiza, porque aqui nom se tratavam esses enfermos em lista de espera. Nos sacavam as suas listas de pacientes, e cómo se beneficiavam: volvia-se negativo o virus e melhorava seu pronóstico. E aqui nom nos facilitavam o tratamento; os galegos sentímo-nos naquela reuniom como de segunda ou de terceira.

Ante as declaraçons dos i-responsáveis da Junta que dim que só aplicaram critérios médicos, Evaristo Varo resposta: “Minte descaradamente. Falha á verdade. Havia doentes moi graves e chegamos a enviar até tres petiçons para que autorizaram o tratamento. Houvo um caso no que incluso remitimos umha carta direitamente á conselharia advertíndo-lhe que se nom suministrava o fármaco teria que cargar com a morte do paciente e a levariamos aos tribunais e surtiu efeito porque finalmente lho autorizaram e salvou-se”.

Os culpáveis devem pagar

A entrevista remata com estas suas palavras á pergunta de se devem dimitr os dois altos cargos responsáveis das mortes produzidas: “Claro e há que depurar responsabilidades a nivel político. O que sucedeu nom tem nome. Se eu como médico négo-me a subministrar um fármaco e lhe costa a vida ao meu paciente eu remato no cárcere. Aqui se passou algo anormal, moi grave. Nom se pode volver a repetir nem eiqui nem em nenhures e para isso deve haver um castigo ejemplar. Os culpáveis tenhem que pagar.

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