Um 1º de maio diferente: “Contra a Europa Criminal do Racismo e a Desigualdade”

Sem fronteiras, sem estados
nom haveria refugiados;
Sem estados, sem fronteiras
ninguém seria estrangeira.
A anarquia é a alternativa

11175027_788471557926942_6245064277391522755_n Antontem 1º de maio baixei da minha gávea para acodir ao chamado unitário que se fijo desde os Centros Sociais da cidade para reivindicar esta sinalada data dum jeito diferente, focalizando a luita nas problemáticas internacionais que estám provocando os governos europeios ao fechar suas fronteiras ao flujo de pessoas que fugem das guerras, dessas guerras que esses mesmos governos patrocinam e alentam neste mundo onde prima o capital e as mercadurias por riba das pessoas; umha Europa criminal e racista.

A essa convocatória unitária sumarom-se algumhas organizaçons sindicais auto-sinaladas como de corte anticapitalista que tirarom de bandeirolas e faixas para se fazer mais presentes (outras preferirom fazer sua passeata militante ao margem desta convocatória, se bem tiverom umha presência tam pouca resenhável que nem sequer reflejaram umha crónica nas suas páginas da rede, como soem fazer) e mesmo tivemos, ao seu início, a apariçom dum diputado podemita e poeta, possivelmente á busca de votos, quem, tras as repetidas miradas de nojo do respetável, deveu sentir como que sua barba sobrava e liscou tam pronto como explodiu o primeiro petardo de feira.

A manifa foi um berro constante que ouvia-se ampliado cada vez que se passava por diante dos piquetes policiais que qustodiavam as sedes do Banco Santander e do falsimedio local (e pergunto-me eu porque temos que pagar entre todas esses serviços de gardacostas das empresas privativas??, e além porquê se vigilam umhas e outras nom??, que tem a ver o Santander com a polícia??), além, como nom podia ser doutro jeito, havia membros dos corpos repressivos de camuflagem tirando fotos das manifestantes (porque eles sim podem, mas nós temos proibido fotografar-lhes a eles, é o que di a justiça e as leis deste governo da desigualdade) e assim, entre estoupidos de petardos de feira e berros, percorrerom-se várias ruas da cidade (como podedes vissionar no vídeo de arriba de GalizaContrainfo) para finalizar na praça do Toural com a leitura do Comunicado conjunto.

Nenhuma pessoa é ilegal!!

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