16 pessoas mortas e 28 mutiladas Vs 0 condenadas por balas de borracha disparadas polas forças da “in-seguridade”

Hoje soubem polo jornal Público que, tras sair a sentência absolutória do juíço contra dois mossos polo caso de Ester Quintana, o comissário jefe dos mesmos, Josep Lluís Trapero, admitiu que a investigaçom do caso “nasceu mal” porque deu-se “informaçom imprecisa” ao juiz ao tempo que admitia que dentro do corpo há gente que nom dijo “toda a verdade” ; algo que compartilha Jordi Dalmau, inspector dos Mossos e secretário geral do Sindicat de Comandaments: “Nosso gram erro, político e a nível de mandos, foi querer dar muita informaçom e moi rápida”, e além destaca que “é evidente que umha pessoa disparou um projectil e tocou a Ester Quintana e vaziou-lhe um olho. É evidente que alguém mentiu”
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Assim deste jeito os mandos deste corpo armado catalám ponhem em entredito o direito que lhes assiste nos juízos ás forças policiais conhecido como “presunçom de veracidade policial”.

Mas nom só; o caso de Ester tira luz sobre outros casos e assim o recolhe o jornal El Diario com a notícia da que tirei o meu cabeçalho e de onde queitei estas letras:

Um total de sete pessoas perderom um olho por culpa das balas de borracha em Catalunya desde o despregue dos Mossos d’Esquadra em 2005.

Quanto menos 9 imigrantes resultaram mortos nas imediaçons da praia do Tarajal (Ceuta) tras os disparos de balas de borracha pola Garda Civil na noite do 6 de fevereiro de 2014
Pancartes-retrats-victimes-antirepressiva-okokitsme_EDIIMA20130223_0271_4Iñigo Cabacas morre dum pelotaço disparado por agentes da Ertzaintza em fevereiro de 2012. A polícia vasca disparara até umha decena de balas apenas a 25 metros dum grupo de siareiros do Athletic de Bilbao que estava de chateio fora dumha herriko taberna tras um partido da sua equipa.

Tamém o moço vitoriano Xuban Nafarrate se passou 19 dias ingresado no hospital com um derrame cerebral em março de 2012, depois dumha intervençom da Ertzaintza durante os protestos da greve geral de aquel ano em Vitoria-Gasteiz.

Um informe de Stop Bales de Goma resenha que a primeira vítima desde a Transiçom foi Just Casero, quem perdeu um olho numha manifestaçom em Barcelona em 1976. Outras duas pessoas morreram em Catalunya depois de impactos de balas de goma em 1976 e 1977, e outras tres resultaram feridas em distintas partes do seus corpos em 1978. Outras duas mutilaçons de olho por bala de goma em Catalunya acaeceram em 1990 e em 2001.

No conjunto do Estado, desde 1990 a cifra de mutilados ascende a 28. A maioria das vítimas resultaram feridas quando as polícías interviram para repremer manifestaçons.

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