Mais claro água: “Las cosas se cambian desde las instituciones” Pablo Iglesias dixit

DibujoE nom só deitou isso numha conferência dos cursos de vrão da Universidad Complutense de Madrid (UCM), tendo de fundo os logos do Banco de Santander da sua benquerida família Botín (*), senom que remachou a frase com esta sua sentência:

“esa idiotez que decíamos cuando éramos de extrema izquierda de que las cosas se cambian en la calle y no en las instituciones es mentira”.

Que cada quem tira suas conclusons, que eu já deito acá as minhas:

Desconheço, na altura, se Pablo Iglesias militou algumha vez no que se considera extrema esquerda, as biografias que rulam pola rede falam de que militara nas joventudes do PC e que depois foi assessor de IU; formaçons que a mim resulta-me moi dificil de ubicar num extremo. Igual ao falar em plural refíre-se a aqueles seus vácuos discursos nas praças do 15M (de seu e dos seus colegas na UCM quando depois criaram Podemos num laboratório da facultade de Políticas); se bem é claro que as e os Podemitas originárias nunca estiveram nas ruas até aquel entom; quanto menos por estes lares.

Porque, alguém de Compos conhecia a Carolina Bescansa por ser partícipe de concentraçons no Toural ao carom do negócio familiar da susodita?? Aposto o que seja a que nenhuma das assíduas assistentes a essas concventraçons sabia das inquedanças políticas da filha da casta famíliar do maior empório farmacéutico compostelá. Nom som eu de criticar á gente pola família da que procede, mas todo quanto se sabia por estes lares da Carolina até que apareceu como única mulher do grupo inicial de Podemos é que gostava de desfrutar dos placeres burgueses, com coche descapotável e vissitas ao lujoso paço familiar da ilha da Toja e mesmo as crónicas da alta sociedade dim que celebrou a sua boda católica, apostólica e romana, no Altar Maior da Catedral, um privilégio ao alcance de poucas compostelás, e que os ostentoso banquete nupcial fora celebrado num dos restaurantes mais caros de toda Galiza ao que acudira toda a “beatiful people” da cidade, e representantes das famílias de mais râncio abolengo.

Estes dias circula pola rede a seguinte imagem acompanhada dum texto de apresentaçom que di: “Há quem crêm que a ÚNICA forma de poder fazer algo útil é mudando as coisas desde dentro, negando assim outras múltiples vias e fórmulas de intervençom e de câmbio”. Adico-lho com retranca ás votantes de Podemos.
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Nom sei quantas mais mentiras estarám a contar os e as podemitas, mas avissadas quedades, e arrieras somos e nas ruas seguiremos.

……………….
(*) Ao respeito da família Botín é de resenhar as declaraçons do líder e secretário de Podemos em Madrid, Jesús Montero, alto cargo da UCM, quem digera numha entrevista dum jornal (sic): “No todos los empresarios son iguales. Hay dos culturas empresariales. Una es casta, la otra quiere contribuir al bienestar social, como la familia Botín en el Banco Santander”. Palavras tam rechamantes que o jornalista perguntou-lhe: “¿Habla en serio?” e o “podemita” respostou “¡Sí! Yo estoy convencido de que hay empresarios de buena voluntad. Hay sectores del capitalismo emprendedor que saben que necesitan un país con menos desigualdad social, que entienden que así expanden su mercado. Seguro que Ana Botín se vería con Pablo Iglesias y hablarían de estas cosas.

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