Alto mando da Garda Civil viguesa foi apartado do seu destino tras fachendear do seu cargo e obter favores sexuais debalde baixo ameaças

poster_for_dad_by_rumiko_skiler O coronel jefe da Garda Civil da província de Ponte-Vedra, Miguel Estévez, precisou que “fuimos los primeros en depurar responsabilidades” e manifestou que esse corpo policial já tomara as “medidas disciplinarias necesarias” contra o alto mando da polícia judicial de Vigo e membro da benemérita, sospeitoso de cometer abusos sexuais a umha massagista imingrante de origem brasileira. Ditas medidas forom aparta-lo do seu cargo tras conhecer-se que, “hace alrededor de dos meses”, a mulher apresentara umha denúncia por esses abusos, engadiu Estévez, quem rematou a sua declaraçom com estas contundentes palavras: “Somos los primeros que cuando alguien, presuntamente, comete una irresponsabilidad, actuamos y no lo tapamos”. O que nom deu explicado foi porquê algo tam grave como aproveitar-se da sua condiçom de jefe dum corpo policial para obter favores sexuais baixo ameaças só leva implícita umha retirada do cargo e se só com isso da-lhe ao coronel jefe para fardar de “actuamos” e tampouco aclarou como se come isso de que “no lo tapamos”, quando os feitos ocorreram em março (e a denúncia há 2 meses) e nom se deram a conhecer até agora.

Segundo informaçons recolhidas de diversos falsimedios, o alto cargo, do que, como é habitual, nom se facilita filiaçom algumha, nem sequer siglas, vira um anúncio da mulher na Internet para masagens eróticos, concertou umha cita no apartamento dela em O Porrinho, amosou-lhe a sua placa policial e, baixo coaçons de denuncia-la por imigraçom ilegal, obrigou-na a ter relaçons sexuais gratis.

A vítima sometera-se á chantagem mas, tras dar-lhe voltas, deduzira que esse home lhe tomara o pelo e que poidera ser um farsante que se figera passar por polícia; ve-se que nom conhecia bem á benemérita e foi-se meter na guarida do lobo para fazer a denúncia, e foi entom quando, ao ver as insígnias dos agentes lá postrados, quando caeu na conta de que aquel home que abusara dela tinha umha placa igual.

Segundo a denúncia, a mulher concertara, em 14 de março, umha cita com este cliente e este chegara à sua casa de paisano com uma carpeta azul e ensinara-lhe a sua placa como se fosse um inspector para fazer um control rutinário e anotara seus dados tras ensinar-lhe a mulher seu passaporte e seu permiso de residência, mas entom pugera-se nerviosa e mesmo chorara porque nom queria ter problemas já que estava a tramitar a sua nacionalidade espanhola (é filha dumha emigrante espanhola no Brasil). E foi quando o falso inspector volvéra-se amável de mais e espetára-lhe: «Es una pena echar de España a una chica tan guapa» e garantiu-lhe que nom lhe ia passar nada e ato seguido tumbou-se na camilha e pediu-lhe umha massagem terapéutica e que se vistiera com lençaria sexi e, pese ás suas negativas, que lhe figera gratis um serviço. Para colmo ao dia seguiente, o “cliente” enviara-lhe um wasap: «Hoy me he levantado con la espalda como nueva».

cnegy-dwcaawpsy Nom é este o único caso onde há implicados em situaçom delituosas membros da Garda Civil. Longa seria a listagem de ter conhecemento de todas elas, mas só por curiosidade figem umha rápida busca na rede dos sucessos na última semana e atopei, além deste caso, estoutros:

– Detenido un guardia civil de A Coruña en la reserva por robar a narcotraficantes. En la operación también han sido arrestados otros tres agentes, dos de ellos en activo, un vigilante de seguridad y dos empresarios. 16/09/2016

– Un guardia civil y un médico, implicados en una red de dopaje en el deporte. 18/09/2016

Tamém no mês de julho passado saltara á luz o caso dum sargento da benemérita de Murcia que violou repetidamente umha subalterna quem ficou grávida e obrigou-na a abortar.

Um caso que deixa em evidência as palavras do coronel jefe da Garda Civil de Ponte-Vedra “somos los primeros que cuando alguien, presuntamente, comete una irresponsabilidad, actuamos y no lo tapamos”, dado que a mulher, destinada na unidade de violência de género, chegara a retirar várias denúncias por medo ás represálias dos seus jefes ou de que nom lhe creram.

O acoso reiterado durou quatro anos até março de 2015 quando a mulher tivera que pedir a baixa por problemas psicológicos derivados da situaçom e denunciara o caso. Segundo o juiz: “as vivências de terror e a reiteraçom de ofensas levaram á garda a um trastorno psicológico complejo e grave” e os feitos merecem ser qualificados como delito de abuso de autoridade na sua modalidade de trato degradante ou inumano em concurrência com outro contra a liberdade e indemnidade sexuais em concurso com lesons psíquicas graves e maltrato. Pese a isso o julgado limitou-se a retirar-lhe o passaporte ao acusado, que fica em liberdade com cargos.

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