Arquivo mensal: setembro 2016

Algumhas razons polas que me abstenho de concurrir ás urnas a depositar um voto

“Umha pessoa nom é menos escrava porque se lhe permita cambiar de amo cada certa quantidade de anos”. Lysander Spooner.

so-umha-de-cada-quatro-votam-pp-tasio A derradeira vez que fum votar fora lá polo ano 2005, quando participara ativamente da campanha “Hai Que Botalos” (HQB) co galho de desalojar do governo do parlamentinho ao PP de Fraga, quando o exministro franquista já levava no cargo desde fevereiro de 1990 e as galegas levavamos anos aturándo-lhe. Mesmo na minha decisom de votar, quando já havia anos que abraçara o abstencionismo por conviçom, pesara certo sensabor de ter como presidente um elemento que se distinguira pola sua lealdade ao Ditador e polos assassinatos de operários em Vitória-Gasteiz quando fora minsitro de governaçom com Franco.
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Aumenta o medo á abstençom entre os partidos do Sistema.- Ampliam 1 semana o praço para votar por correio

pre-e-post-eleitoral Na minha entrada de antontem que intitulei “Sobre a manipulaçom da participaçom eleitoral e os falsos apoios maioritários aos partidos do sistema”, dava conta de que “a Junta Eleitoral Central (JEC) espanhola acordara, em 26 de agosto (o dia antes de que rematara oficialmente), ampliar até o 5 de setembro o prazo para que as galegas residentes no exterior poideram pedir o voto, umha medida “excepçonal” que se adotou a petiçom do PPdeG e do PSOE e tras detetar que se receberam menos da mitade dos votos ‘rogados’ que há quatro anos”.

Hoje soubem que esta JEC vem tamém de ampliar umha semana o prazo, até hoje 22, para o voto por correio de residentes ausentes (ou seja das pessoas censadas na Galiza que, sabendo que iam estar fora da casa na data da eleiçom, queiram votar por correio). Desta volta a decissom tomada pola JEC foi a petiçom de EAJ-PNV e mais EH-Bildu, que se bem foi solicitada para efeitos de Euskal Herria, a JEC elevou tamém a Galiza e curiosamente foi aprovada numha juntança express feita no dia anterior a que rematara o prazo oficial, celebrada o dia 14 quando rematava o 15, se bem foi assinada polo presidente da JEC ontem mesmo dia 21. Ver acá a resoluçom da JEC
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Alto mando da Garda Civil viguesa foi apartado do seu destino tras fachendear do seu cargo e obter favores sexuais debalde baixo ameaças

poster_for_dad_by_rumiko_skiler O coronel jefe da Garda Civil da província de Ponte-Vedra, Miguel Estévez, precisou que “fuimos los primeros en depurar responsabilidades” e manifestou que esse corpo policial já tomara as “medidas disciplinarias necesarias” contra o alto mando da polícia judicial de Vigo e membro da benemérita, sospeitoso de cometer abusos sexuais a umha massagista imingrante de origem brasileira. Ditas medidas forom aparta-lo do seu cargo tras conhecer-se que, “hace alrededor de dos meses”, a mulher apresentara umha denúncia por esses abusos, engadiu Estévez, quem rematou a sua declaraçom com estas contundentes palavras: “Somos los primeros que cuando alguien, presuntamente, comete una irresponsabilidad, actuamos y no lo tapamos”. O que nom deu explicado foi porquê algo tam grave como aproveitar-se da sua condiçom de jefe dum corpo policial para obter favores sexuais baixo ameaças só leva implícita umha retirada do cargo e se só com isso da-lhe ao coronel jefe para fardar de “actuamos” e tampouco aclarou como se come isso de que “no lo tapamos”, quando os feitos ocorreram em março (e a denúncia há 2 meses) e nom se deram a conhecer até agora.

Segundo informaçons recolhidas de diversos falsimedios, o alto cargo, do que, como é habitual, nom se facilita filiaçom algumha, nem sequer siglas, vira um anúncio da mulher na Internet para masagens eróticos, concertou umha cita no apartamento dela em O Porrinho, amosou-lhe a sua placa policial e, baixo coaçons de denuncia-la por imigraçom ilegal, obrigou-na a ter relaçons sexuais gratis.
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“Por nós e para nós”. Jornada Hip Hop – Sábado 1 de outubro a partir das 18 hs no CSOA “Escárnio e Maldizer” de Compostela

Dou pulo a esta atraente, á par que atrativa, Jornada de Hip Hop, que vai ter lugar o vindouro sábado 1 de outubro a partir das 18 hs. no CSOA “Escárnio e Maldizer” de Compostela para a que as organizadoras programarom palestras, obradoiro e mais sessom Dj com micro aberto. Vos colo acá os horários previstos e o cartaz, que tiveram a bem remitir-me desde o colectivo Hip-Hop Ateneu :

cartel-hh-compos-definitivo POR NÓS E PARA NÓS. JORNADA HIP HOP
Sábado 1 de outubro

– A PARTIR DAS 18:00h:
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Luciano Méndez, Demetrio Peláez, a mesma luita!!!

dibujo Se algumha vez tivéstedes entre vossas mãos um ejemplar do tabloide compostelá (escrito em castelá) que leva por nome “El Correo Gallego” e se nalgum momento fuchedes quem de chegar até a última página (ou se bem sodes das que tendes costume de começar a mira-los jornais polo final) atopariades sem remédio a coluna apócrifa intitulada “polvoras, magnolias,… y sonrisas”. Para quem nom o saibades, dita coluna é autoria de Demetrio Peláez, redactor jefe do panfleto, ainda que a seçom “sonrisas” apareza assinada polo seu sósias “Florinda Campoamor”, suponho eu que porque o Demetrio se pensará que assinando com nome de mulher poderá tratar de minorizar as arrincadas machistas e misóginas que se despreendem dos supostos chistes (velhos e malíssimos) que recolhe da rede e publica sem rubor.
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Sobre a manipulaçom da participaçom eleitoral e os falsos apoios maioritários aos partidos do sistema

cabezas-votante-candidato Vem sendo já costume que governos e governinhos, á hora de informar no dia das eleiçons sobre os dados provisórios da participaçom, fagam trampa e mintam descaradamente e que essos mesmos falsos dados sejam amplamente difundidos de imediato por toda caste de falsimedios radiados, televisados ou internetizados e por opinadores de todo tipo que se adicam a fazer comparativas falsificadas com respeito a resultados de eleiçons anteriores.

Tudo elo devido á teima em misturar alhos com bugalhos e confundir ao respeitável á hora de comparar os dados de eleiçons anteriores (onde estám contabilizados tamém os resutados eleitorais das votantes residentes no exterior) com os dados das votantes nas urnas desse dia eleitoral, onde nom se tenhem conta desses votos (contabilizam-se a posteriori polas juntas eleitorais) e muito menos, e ai reside a trampa, a elevadíssima abstençom que em cada cita eleitoral bate novos recordes.

E porquê fazer esse engano se dias depois vam publicar os dados reais no DOG?
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