5ª feira, joves, 3 de nov ás 09:00′ diante de Jornalismo: Concentraçom Solidária coas estudantes represaliadas pola USC

cartazconcenCo galho da celebraçom em 14 de março de 2013 dum Conselho de Governo, organo diretivo da USC, estudantes de diferentes estudos e faculdades decidira mobilizar-se para assim amossar seu rejeitamento polas medidas que estavam a adotar a universidade nesses tempos: recortes na educaçom pública, suba das taxas universitárias, reduçom da quantia e quantidade das bolsas de estudos que até entom davam cobertura a a centos de pessoas que, de outro jeito, nom poderiam aceder á universidade, etc.

As conseqüências nom se figeram esperar, e meses depois 12 estudantes eram citadas a declarar tras ser acusadas polo governo da USC, na altura sendo reitor o “independente” Juan José Casares Long, de ser as causantes de destroços no edifício e de agressom a algum dos membros da seguridade privada alá presentes.

Agora, 3 anos depois dos supostos sucessos dos que se lhes acusa a estas 12 pessoas, atopámo-nos coa desagradável sorpresa de que o governo da própria USC, agora nas mãos reitoras do “socialdemócrata” Juan Manuel Viaño Rey, quem foi concelheiro do PSOE em Boqueixom, decidiu continuar co procedemento judicial e fai umha petiçom de condena de 4 meses de cadeia para cada umha das imputadas e o pago dumha fiança de 1.400 euros.

As provas da USC contra estas 12 acusadas?

Segundo relatam num seu comunicado (publicado em Abordaxe) as convocantes desta concentraçom, as únicas provas som fotos realizadas nesses momentos nas que NOM se aprecia nenhum dos feitos denunciados.

Além sinalam como destacável desta aleatória denúncia, que umha das pessoas imputadas nem tam sequer se atopava esse día do protesto em Compostela.

Repressom contra o estudantado rebelde – A política da USC nom muda

Manipular a informaçom e tergiversar os feitos é umha constante de sempre da que tiram os sucessivos governos reitores da USC (e do resto das universidades públicas espanholas) para evitar críticas ao governo desta instituiçom pública que mantemos entre toda a povoaçom; e em especial contra o estudantado, (o pilar básico que motiva a própria existência das universidades e sem as que nom haveria lugar). É sua marca de identidade criminalizar as justas luitas por um ensino de qualidade. Isso e defender com franca submissom as políticas educativas dos governos espanhois de quenda, encaminhadas a criar paradas especialistas em masters exclusivos que costam um ril, mas isso sim com amplos conhecementos de idiomas estrangeiros e total abandono no uso da língua própria da Galiza (salvo honrosas excepçons).

As convocantes da Concentraçom Solidária denunciam no seu comunicado que: nos últimos tempos as estudantes de Compostela estamos a viver umha autêntica situaçom de repressom por parte do governo da USC. Aos processos abertos contra companheiras do Master de Género polo caso de Luciano Méndez, ou as represaliadas polo protesto contra a presença de Feijoo na nossa Universidade, agora temos que engadir este caso, no que é a própria USC a que denúncia 12 estudantes.

O feito de que seja a própria Universidade a que denúncia ás estudantes deixa clara a postura do governo da USC umha vez mais. Nom só se limita a defender professorado abertamente homófobo e machista, senom que pretende atacar a toda pessoa que resposte as suas agressons, como já poidemos comprovar cos casos das companheiras encausadas nos anteriores processos.

As convocantes rematam seu Comunicado com rotundidade: A nossa resposta é clara, nom temos medo, este tipo de açons nom vam intimidar-nos ou amedrentar-nos, á contra, o único que fam é acrecentar nossas ganas de muda-lo tudo, de fazer-nos co que é nosso, de luitar por um ensino público, feminista, laico e de qualidade.

Por isto, animamos a todas as estudantes a acodir a concentraçom em solidariedade coas companheiras que estám a sofrer as represálias do governo da USC, o vindoiro 3 de novembro, no que decorrerá umha vez mais umha sessom do Claustro Universitário.

Hoxe tócam-nos a nós, amanhã pode ser qualquer companheira

Se nom querem caldo, sete cuncas!

Solidariedade com todas as estudantes imputadas! Nem um passo atrás!

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