Arquivo mensal: outubro 2016

Resposta do estudantado da UAM diante da campanha mediática criminalizadora polo ato de boicote ao Sr.X dos G.A.L. e seu bo amigo de P.R.I.S.A. deprisa

felipe-facha O primeiro que quiger sinalar é que, na minha anterior entrada ao respeito, metim um tanto a zoca ao sinalar como convocantes á Federación de Estudantes Libertarios (FEL); e é por isso que hoje recolho nestoutra entrada as ligaçons a duas respostas do estudantado implicado no protesto (poderia ponher-las num comentário da anterior mas para que nom ficaram ocultas crim milhor adicar-lhe esta sua própria entrada); um é o texto publicado e defundido pola FEL que, no momento em que estou a escrever isto já recebeu 46 adesons de coletivos e associaçons e outras entidades políticas; e um outro é umha carta assinada por um estudante que estivo lá e que tira de alcume em previssom das mais que possiveis represálias legais e/ou académicas (*), que saiu publicada na web CTXT (ambas as duas estám em castelám):
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Esses falsos feministas: Felipe Garrido o portador do cartaz da marcha #NiUnaMenos de Santiago de $hile que se fijo viral nas redes

“Estoy semi desnudo y rodeado por el sexo opuesto. Y me siento protegido, no intimidado, quiero lo mismo para ellas”, frase do cartaz de Felipe Garrido na marcha #NiUnaMenos. “Si no me hubiese ido de la casa, capaz sería yo una menos”, declaraçom de Francesca Palma, a sua ex-parelha.

cartel-semidesnudoQuando eu cheguei a ser consciente de que a minha constituçom física ia emparelhada a ser dominante numha sociedade altamente machista, estava nos límites de nom entender que eu, que nunca rompera um prato, nom podia ser igualado a nenhum cabeça oca que se cria mais importante que as mulheres polo feito de levar colgando seus atributos sexuais. Mas tivem a imensa sorte de, na altura, compartilhar minhas eivas com mulheres moi comprometidas no feminismo militante e activo que me figeram ver a oportunidade de ficar á margem quando se tratava de visualizar a força da luita das mulheres nas ruas; daquelas só em contadas ocasions se nos convidava, aos homes, a marchar com elas pero nom junto a elas, senom num segundo plano, ou mais bem derradeiro, ocupando o final da marcha caseque em silêncio ou coreando eslogans solidários para com as nossas compas e procurando nom ser nunca o centro de atençom. Ainda hoje sego a fazer o mesmo porque sego convencido de que esse é o nosso único papel nas demonstraçons de força feminista nas ruas.
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Sobre a protesta na Universidade Autónoma de Madrid

xfg O primeiro que me chamou a atençom ao respeito deste protesto justificadíssimo e convocado pola Federación de Estudantes Libertarios (FEL) foram os claros intentos dos falsimédios de encaixar nesta açom as palavras de Pablo Iglesias no parlamento espanhol ao se referir a Felipe González como o sr X dos GAL.

E eu flipo por cores com tam banal argumento.

Mesmo antes de que ningum jornalisto soubera da existência do jefe podemita por excelência, já havia um feixe de gente que afirmaramos com total conviçom essa qualidade de FG; nom tinha porque chegar nenhum “iluminati” que o digera num parlamento anos depois, já estava dito e assumido por toda a gente com dois dedos no frente e sem ataduras professionais ao servilismo do capital.

Mas os falsimédios prefirem inhorar a existência de gente que nom precisamos de líderes para se ativar e protestar; é muito melhor meter-nos a todas no mesmo paquete pro-parlamentar e seguir a enganar com que o Parlamento é a representaçom genuina do povo, quando a abstençom já se eleva a quantidades que abarcam a case a mitade da gente que vivemos dentro das suas inventadas fronteiras e possuimos direito a voto.

Ao respeito disto colo (e traduzo) acá as reflexons escritas por Adrián Kerouac no Portal Libertário Oaca:
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Explicando a Anarquia e nossa batalha de 200 anos contra as Elites x Pablo Heraklio

Colo (e traduzo) este artigo autoria de Pablo Heraklio, que publicou no blogue de La Tardoteca:

Quando falamos com pessoas nom familiarizadas coa política ou mesmo hostis ao anarquismo dá igual que espalhes aos sete ventos que a anarquia nom é caos, que te podes organizar sem jefes. Dá igual que expliques que há distintas formas de fazer democracia e que eles só optarom por umha, a parlamentária. Dá igual que demonstres que te podes organizar sem governos nem estados, que as empresas organizam o trabalho social e que os seus proprietários som só rentistas. A gente nom o vê. Nom se fam á idéia, nom o imaginam, nom o concebem. Só repitem o que oem dos médios e o “vox pópuli” do bar ou do trabalho. Capa sobre capa os prejuízos móntam-se uns riba doutros como num pastel. Um pastel que nos teremos que comer se nom lhe damos resposta.

Para esta gente nom valem as definiçons nem conceitos abstractos, polo que temos que fazer um esforço didáctico com ejemplos e explicaçons simples que lhes abram a porta ao pensamento. Pequenos câmbios de sentido podem ser a chave para transmitir a idéia.
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Luns, 2ª feira, 24 outubro as 20:30′ Jornada solidária no CSOA Escárnio com as encausadas da sala Yago

yago Dou pulo a esta convocatória:

Será este vindouro luns 24 de outubro desde as 20:30 no CSOA Escárnio e Maldizer, sito na algalia de riba, 11, de Compostela com a seguinte programaçom prevista:

20:30h – “Eles por dinheiro, nos por prazer”.
Pase de videos em torno a okupacom.

22:00h – Ceador

22:30h – Concerto dos franceses: Bakounine (d-beat/ raw punk)
http://bakounine.bandcamp.com/
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Populaçom do Maranhão (Brasil) amarra político em poste

Casos de pessoas amarradas em poste por cometerem algum crime está se tornando rotina no Brasil

politico-amarrado Alguns populares revoltados — com o descaso dos políticos — fizeram justiça com as próprias cordas e amarraram um político em um poste.

A identidade do político não foi revelada para lhe assegurar os direitos constitucionais de presunção de inocência e tara rá tá tá, enfim, coisas que os políticos, ricos e milionários têm direito.
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Quarta, mercores, 2 de novembro ás 9:30′ diante dos Julgados de A Corunha: Concentraçom em Apoio a “Nais contra a Impunidade”

14712752_1713811208941796_1521745113557733730_oO passado 6 de junho adiou-se o juízo contra as Nais Contra a Impunidade, o colectivo de apoio a presxs que tamém oferece assistência jurídica gratuita no Ateneo Libertario Xosé Tarrío de A Corunha, para este 2 de novembro.

Nais Contra a Impunidade fam um novo chamamento á solidariedade co seu processo por “injúrias contra a garda civil”, por protestar numha concentraçom em Arteixo na que se pediam responsabilidades pola morte em estranhas circunstâncias de Diego Viña, quem apareceu sem vida nos calabouços do quartel desta vila no ano 2004.

Num retorcido giro dos acontecementos, agora que os gardas civis responsáveis resultarom absoltos, passam a ser processadas as familiares, amigas e solidárias com Diego.

Mais informaçom nesta bitácora:
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Justiça para os dois titeriteiros!! O caso nom está pechado!! Seguem encausados por incitaçom ao ódio!! Pedem-lhes até 4 anos de cárcere

Os falsimédios lançarom a notícia, lá polo mês de junho, segundo a qual, Alfonso e Raul, os dois titeriteiros de ideologia anarquista e componhentes da companhia “Títeres desde abajo”, viam como era arquivada a sua causa por enaltecemento do terrorismo. O que ocultavam é que dito arquivo nom é firme dado que ainda pode ser recorrido pola Fiscalia e mais as acusaçons particulares apresentadas, a AVT e mais “Dignidad y Justicia”. Mas esses médios tamém silenciarom o feito de que seguem pendentes de saber que se passará com outro dos delitos dos que foram acusados, o de “incitaçom ao ódio”, causa que foi transladada a um outro julgado que está a investiga-lo e que bem poderia ser tamém arquivada ou levar-lhes a juízo, e neste caso enfrontariam-se a penas de cárcere de 1 a 4 anos e/ou multa dentre 6 e 12 meses. Além nada digerom ao respeito de que os 2 titeriteiros seguem incluidos no FIES 3, onde ficam registrados “sine die” todas as pessoas que estám ou estiveram em prisom por delitos de pertença e vinculaçom a banda armada; e isso pese aos 2 recursos apresentados que forom rejeitados.
Agora Titeres Desde Abajo tiram este seu Vídeo-Comunicado “Titeres, mentiras y cintas de video”, onde parodiam a submissom dos falsimédios para criar tal alerta e criminalizar aos compas. O vídeo é autoria de Angie k – BlackPro, do grupo Frikando Malsonante, que agora apresentam co galho de aclarar qual é a situaçom actual de Alfonso e Raul.
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Um outro ponto de vista da liorta em Altsasu entre vizinhos e gardas civis

Diante do boom político-militar-mediático sobre a versom oficial, crio merecente recolher a versom da outra parte sobre o acontecido num bar de copas ás 5 da manhá dum dia de festas em Altsasu, versom que recolho (e traduzo) do blogue “Movimiento Politico de Resistencia”

“Em Altsasu há um gram escarmento ao redor destas situaçons, pois muitas vezes utilizarom a manipulaçom e tergiversaçom”.

Umha assembleia popular celebrada na localidade de Sakana, em Navarra, denúncia que os médios de comunicaçom manipularom a peleja num bar da localidade, que foi provocada polos dous gardas civis borrachos, um tenente e um sargento.

Apesar disso, a Polícia Foral nom detivo aos borrachos senom a duas pessoas ás que acusa de tomar parte na peleja.

Os feitos tiverom lugar nas inmediaçom dum bar sobre as cinco da manhá. Os gardas civis forom increpados e pedíuse-lhes que abandonaram o local. Nom houvo nenumha agressom multitudinária, como afirmam os médios, senom tudo o contrário, dado que tres pessoas sofrerom contusons.
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Memórias para nom esquecer: Madrid -agosto 1963- Granado e Delgado, garrote vil para acabar com dois anarquistas

Cópio e colo da Agência de Notícias Anarquistas -ANA-:

Um ato em Madrid rende sua homenagem aos militantes libertários executados no verão de 1963 acusados de causarem explosões na cidade. Um outro comando da Defesa Interior (criado por CNT, FIJL e FAI) reconheceu, anos depois, ter perpetrado os ataques.
São 16 de agosto de 1963. Um jovenzinho Manuel Fraga Iribarne se senta no Conselho de Ministros como ministro da Informação e Turismo. É a jovem promessa do regime de Franco. É esperto. Parece moderado e brinda um regime que nasceu caduco com ares de modernidade. Sobre a mesa existem duas penas de morte. Francisco Granado e Joaquim Delgado. O Conselho de Ministro, com o mencionado Manuel Fraga Iribarne incluso, dar-se por “inteirado” sem maiores problemas. Horas depois Granado e Delgado são executados mediante garrote vil. São 17 de agosto de 1963.

Cinquenta e três anos depois os nomes de Granado e Delgado serão retirados das margens dos livros de história que, contrariamente, qualificaram Fraga como pai da democracia e uma sala no Congresso lhe prestou homenagem. Talvez para lutar contra tal contradição uma vintena de organizações se reuniram ontem, na quinta, em Madrid para render homenagens para esses homens em um ato que esteve presenteado pela presença dos atores Carlos Olalla e Ana Otero. “Estamos aqui também para exigir justiça. Aquela que negaram em 1963 e que seguem sofrendo hoje as vítimas da ditadura”, denunciou Olalla.
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