O remate do Ano Santo Compostelá da Misericórdia dá pê a um cúmulo de falsidades ao respeito do seu suposto éxito

1280758994 Já aventurei lá polo mes de março ao respeito do fracaso da apertura da porta santa da catedral compostelá como jeito de incentivar ao éxito desta curiosa convocatória de ano santo (que se iniciou em 13 de dezembro de 2015 e rematou ontem), iniciativa tomada pola jefatura da cúria romana como jeito de paliar a possível perda de clientes do jacobeu (nom será ano santo até 2021) e da costume de entrar pola porta santa da praça da Quintana de mortos, abraçar umha figura cheia de joias (agora réplicas falsas depois de sofrer diversos roubos) réplica do apóstolo da igreja católica de quem, a inventiva eclesiástica, vendeu a moto da apariçom dos seus restos humanos (séculos depois da sua morte) numha barca de pedra (!!) e que ficam desde entom soterrados nos baixos de dita catedral.

Claro está que, para os continuadores do engano, que conseguira atrazir tantíssima gente durante muitíssimos anos com tal suposto achado, nom é dificil dar-lhe a volta á realidade e servíndo-se dos seus mais leais porta-vozes vender como éxito o que foi um fracasoe assim por ejemplo escrever que “las colas a la entrada de la Puerta Santa, por la praza de A Quintana, fueron foto fija”, quando, e tal como publiquei naquela minha entrada, nom houvo apenas colas nenhuma para entrar por essa porta durante tudo este inventado ano santo.

000001_769650_manual Porque, se bem poida ser certo que o número de vissitantes em Compostela medrou mesmo com respeito a anos santos, e mesmo que houvera recorde de compostelanas recolhidas; isso nom determina que a apertura da porta santa fosse um éxito e como boa prova de-lo é que o pseudo-jornal local patrocinado pola igreja católica, nem sequer coloca umha foto das supostas longas filas que se formavam para entrar pola devandita porta santa (que sim publicavam caseque todos os días do antérior ano santo) e em troques sim publicam umha da cola para entrar pola porta de praterias no día de ontem depois de ser fechada a porta santa (que, se bem estivo aberta até as 16 hs, ve-se que nunca tivo gente abondo para que os reporteiros gráficos deste pseudojornal dispararam algo a jeito para publicar hoje); e muito mais concorrida durante todo este ano inventado polas peculiaridades de que está case ao carom da oficina do pelegrim -lugar aonde acodem as caminhantes das diferentes rutas jacobeias para que lhe deam o diploma de marras que demonstra que tal pessoa fijo o Caminho; um diploma que querem possuir mesmo as gentes ateias ou siareiras de outras confessons para assim fardar, diante de compas de trabalho, amizades e família, de ter caminhado tanto- e porque as colas formám-se desde que os prebosteres da catedral dezidiram pôr serviço de vigiânça privativo nas entradas da mesma para controlar mochilas, bolsas,…, diante de possiveis atentados terroristas contra o edificio em honra do apostolo Matamoruros, degolador de muçulmanos depois de morto; umha situaçom que provocou ralenti na entrada de qualquer porta da catedral, se bem nem sequer se formariam colas se a gente poidera aceder como sempre sem ter que passar um control de (in)seguridade.

Qualquer moradora de Compostela que se passasse a cotio pola praça da Quintana de mortos sabe bem que o que contam as autoridades da cúria e seus vozeiros é umha mentira como um mundo, pois a proporçom de vissitantes de Compostela que entrou á catedral polo porta santa tivo que ser ridícula e de ai que nom deam dados concretos de-lo.

De seguir esta política ao respeito de condenar nossa cidade a ser só um destino turístico, as chegadas de gentes seguirám medrando mesmo que a cúria nom invente nada para e-lo, até que a moda de faze-lo caminho e recolher o diploma acredetício se passe entre as pessoas alheias ao credo católico e só fiquem como pelegrins aquelas que crem que fazelo caminho vai-lhes servir para render contas favoráveis no seu peculiar ceu.

Além e para sinificar o incremento de vissitantes neste ano, haveria que ter como dado importantíssimo, o benigno tempo (ainda segue) que tivemos durante case tudo o ano e especialmente durante o tempo em que a gente bota a andar e a fazer caminhos, ou seja durante o periodo vacacional que ocupa a semana santa e tudo o vrão, o que, sem dúvida, aumentou e muito o número de vissitantes este ano.

Já como colorário sinificar que na crónica do outro pseudojornal que recolhe notícias locais de Compostela, (menos atado aos designios dos mandos da cúria católica e que publica umha foto similar á do outro, e sinala que se corresponde com a cola de ontem em Praterias, tras o feche da porta santa, para entrar na catedral aos atos de feche do ano da misericórdia e de ai que esteja tam abarrotada a fila), na sua versom em papel escreve hoje algo como isto: E de sinalar a presência de numerosos turistas no entorno da catedral aproveitando o bo tempo. Turistas que eram, na sua maioria, alheios ao que sucedia nesses momentos dentro da mesma.

 

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