Um outro caso ilhado?? José Romero Béjar, sargento da Garda Civil alcumado “El Moro” nos anos de Itxaurrondo e os GAL, detido por narcotráfico

Fontes da investigaçom nom descartam que entre os arrestados figure quanto menos outro agente da Gardia Civil.

montaje_dinero-2 Extraio a notícia da detençom que publicou ontem o jornal “El Independiente”, quando segue a ser notícia nos falsimédios a detençom de várias altsuatarras acusadas de terrorismo por umha simples peleja com gardas civis á paisana e fora de serviço num bar de copas e poucos dias deposi da sair a sentência que condena a 15 pessoas do coletivo “Nais contra a Impunidade” por berrar “a Garda Civil Tortura e Assassina”.

Umha notícia que indica que tudo aponta a que o sargento Béjar cometeu um erro de principiante dado que sua página dumha rede social delatava um alto nivel de vida, impróprio dum suboficial da Garda Civil, com cabalos, embarcaçons e casas de lujo e no registro da sua vivenda atoparom meio milhom de euros ocultos. Além no corpo da notícia fam lembrança dos tempos dos GAL, quando este picolo (que agora estava destinado em Algeciras e a piques de acadar sua jubilaçom) formava parte do terrível quartel de Itxaurrondo baixo as ordes do general Galindo, e mesmo fam um relatório dos gardas que se passaram por esse quartel e que depois estiverom implicados em redes de narcotráfico, e mesmo tem referências a Marcial Dorado, o narco galego com amizades perigosas.

montaje_dinero-1 Na cara oculta destes estantes o sargento da Garda Civil José Romero Béjar, destinado na Comandância de Algeciras, gardava a nada despreciable suma de meio milhom de euros.

Implicados vários bancos que teriam lavado o dinheiro negro

Como resultado desta operaçom policial, de nome Jinete, foram detidas de momento 11 pessoas e 9 delas, entre as que está nosso heroe, estám já prisom; acusadas de formar parte dumha organizaçom criminal de narcotráfico que, além de introduzir importantes quantidades de hachís na península, contavam coa infraestrutura necessária para o branqueio de capitais. Na investigaçom aparecem implicadas várias sedes bancarias, que teriam participado no lavado do dinheiro negro. Entre os detidos figura um conhecido empresário da localidade de Tarifa, Antonio Guerrero. Até agora nos diferentes registros a polícia incauou-se de valioso material informático, abundante documentaçom, 2 embarcaçons de recreio e 15 veículos, a maioria de alta gama.

Curriculum de “El Moro”

Como já digem estivera no quartel de Itxaurrondo ás ordes do general Galindo e fora imputado pola Audiência Nacional a mediados dos anos noventa nos sumários referentes á guerra suja desse quartel. Seu nome aparece no sumário do caso Lasa e Zabala. Ali foi quando se soubo que seu alcume de guerra era “El Moro”, quiçais polo seu conhecemento do idioma árabe. Ainda que Garzón lhe implicara em outras causas, finalmente ficou exonerado de tudo. O silêncio foi seu melhor aliado. O próprio General Galindo exculpou-lhe, ao igual que ao resto dos seus subordinados, numha declaraçom assinada denantes de entrar no cárcere pola sua condena no caso Lasa e Zabala.

Pese as sospeitas da sua participaçom em episódios da guerra suja dos GAL, isso nom foi obstáculo para sua inclusom no grupo Omega, umha criaçom de quem na altura era o diretor da Benemérita, o corrupto Luis Roldán, composto por agentes da elite da Garda Civil que foram conhecidos como “Os Pata Negra”. Porque assim é como atua este corpo paramilitar.

Depois o intocável Romero Béjar chegou ao quartel de Tarifa em 1996 e lá foi responsável do Grupo de Investigaçom Fiscal e Antidroga (GIFA), com o que já tinha conhecemnto exaustivo de todo o relacionado com o narcotráfico de hachis, se bem a investigaçom só pode afirmar que foi há pouco mais dum ano quando se soubo de que o sargento estava a facilitar a entrada de grandes quantidades de droga.

Um mal endémico?

“El Imparcial” continua seu relato dizendo que “sobre muitos dos agentes que se passaram por Intxaurrondo nom deixa de pesar umha estranha maldiçom que lhes vincula com o mundo das drogas” e se passa a fazer umha relaçom dos casos com mais sona. Eu sego coa minha tese de que nom há maldiçom algumha, nem som casos ilhados, nem só se passa com os agentes de Itxaurrondo, senom que é algo intrínseco aos corpos repressivos de tudo o mundo.

– Operaçom Pitón, ano 92, um dos agentes detidos estivera em Intxaurrondo. Era responsável fiscal no porto de Pasajes.

– Caso Ucifa, ano 93, pago de droga a confidentes. Detidos o coronel Quintero e o comandante Pindado.

– Operçom narcotráfico em Tarragona, ano 93, arrestado a mão direita de Galindo, o coronel Máximo Blanco.

– Outro assunto de narcotráfico no 2001, detençom do tenente coronel Masa.

Juan Miguel Castañeda Becerra, o picolo mão direita de Marcial Dorado, o narco amigo de Feijoo

1364678135_744979_1364678488_noticia_normal Conta “El Independiente” que cicais o caso mais sorprendente e o que menos se conhece foi o da detençom, no ano 2009, do tenente coronel Castañeda, alcumado “El Califa” por ser oriundo de Tánger e ter sido durante anos oficial de enlace na Embaixada de Espanha em Rabat; além seu pai chegara a ser jefe de protocolo da Casa Real de Marrocos durante o reinado de Hasán II, gram amigo do rei jubilado Juan Carlos I e de Felipe González, o sr X dos GAL, e poida que por isso fosse o caso menos conhecido.

Quando Itxaurrondo, Castañeda era ainda capitám e foi um dos gardas civis que participaram na elabouraçom do conhecido Informe Navajas que alertava, a finais dos oitenta, da implicaçom de gardas civis de Intxaurrondo no tráfico de drogas, tabaco e prostituiçom junto a conhecidos narcos e contrabandistas bascos e galegos.

Vinte anos depois da elaborçom desse informe o já tenente coronel Castañeda, destinado em Guadalajara, era considerado quando o juíço contra Dorado mesmo por falsimedios como El País, como a mão direita do jefe da trama, e como tal Castañeda se enfrentava a 10 anos de cárcere e inabilitaçom do cargo, ao figurar como acusado de colaborar com organizaçom criminal e imputado dos delitos de branqueio de capitais e associaçom ilícita. O seu falecemento prematuro impidiu conhecer a fundo este assunto.

Galindo, heroe nacional

Paradoxos do destino, a última mensagem que publicou, denantes da sua detençom, o sargento Romero Béjar na sua conta da rede social na que presumia de lujosa foi para compartilhar e apoiar umha iniciativa para proclamar heroe nacional ao general Galindo.

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