Essas pequenas trampas!! 137 beneméritos servidores da lei, possuidores da presunçom de veracidade testemunhal nos juíços, denunciados pola fiscalia por fraude no cobro de dietas

picoletos É umha notícia que recolho e construio segundo a informaçom publicada em falsimédios de grande prestígio democrático, desses que se fam eco das declaraçons das forças da ordem como se fossem palavra de lei; ou seja nada conspiratórios com os funcionários dos corpos represssivos, mais bem, com boa predisposçom a nom mancilhar o bo nome desses corpos e fijar a culpa no que eles chamam “casos ilhados”, ainda que, como neste caso, afetem a 1 tenente coronel, 1 comandante, 4 capitáns, 10 tenentes, 1 alférez, 13 suboficiaies e mais de 100 gardas que, sumadas todas as quantidades defraudadas sumam mais de 14.000 euros; umha cifra nom moi aboltada para o que já estamos acostumadas a escutar nos casos de corrupçom, pero sim moi sinificativa de até onde chega o nivel de corrupçom nas nossas supostas forças de ordem. Cúmpre-se assim, umha vez mais o paradoxo nesta sociedade do control: “quem vigia ao vigiante?”

Contam os falsimédios que a operativa da fraude era tam simples como descarada: apressentar faturas dumha hospederia madrilenha, Hostal “Las Vegas”, para cobrar dietas quando se deslocalizavam até Madrid em comissom de serviço, mas na realidade é que se alojavam na residência que este instituto armado tem na capital espanhola (onde cobram só 10€ ao día). As quantidades defraudadas variam e há quem só defradou 33,80€ porque só estivo um día até que elevou essas quantidade aos 1.489,74€

A prepotência dos membros do corpo levou-nos a nom agardar que alguém investigara suas trampas (e o que nom sabemos é até que ponto nom é umha prática tam extendida entre funcionários de qualquer caste que estes 137 poideram ser só a ponta do iceberge que agora agroma e assoma), mas a trampa era tam evidente que foi o próprio Serviço de Assuntos Económicos da Garda Civil quem deu a voz de alarma ao examinar as faturas apresentadas.

Tal como contam, o primeiro que chamou a atençom nas faturas emitidas polo estabelecemento hotelero foi que coincidiam sempre com o límite máximo previsto na ordem sobre indemnizaçons por razom de serviço —é dizer, entre 48,92 e 65,97 € diários, segundo emprego e rango— e que estas quantidades estavam sempre por riba da tarifa que o próprio estabelecemento anuncia na sua página web. Pero o definitivo foi comprovar que nas mesmas datas em que esses gardas civis digeram estar alojados no Hostal “Las Vegas”, situado nom moi longe da Direçom Geral da Garda Civil, figuravam como hospedados na residência de oficiais e suboficiais da capital das suas espanhas.

Da-se a circunstância de que seus destinos estám espalhados por todo o estado, ou seja que a ideia de defraudar nom partiu dum aquartelamento dum lugar concreto, senom que, polo que se vê, é umha prática extendida em todo o corpo da benemérita. Por esse motivo o fiscal madrilenho encarregado do caso está a solicitar o auxílio de outros julgados para a toma de declaraçons como investigados.

Desta volta seica sairom-lhes mal as apostas em “Las Vegas”.

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