Viva la Guardia Civil !!

Joves, quinta feira, 1 de dezembro, estádio de futbol de “El Sardinero” em Santander, enfrontam-se em partido da Copa de Espanha a equipa local do Racing e o seu eterno limítrofe rival, Ath de Bilbao.

Justo antes de começar o encontro copeiro, ao igual que no resto dos estádios de todo o mundo, pide-se pola megafonia do estádio cumprimentar com 1 minuto de silêncio em memória das vítimas do acidente aéreo produzido em Colómbia no que morrerom 71 pessoas, e entre elas 19 jogadores e o corpo técnico da equipa brasileira Chapecoense. Mas a diferência do acaecido no resto do mundo, em “El Sardinero” há quem racha e interrumpe esse minuto solidário ao berro clamoroso de «¡Viva la Guardia Civil!» e dum grupo que o corea e resposta: «¡Viva!».
Um feito que, de ter acaecido num outro lugar, poidera ser entendido como algo alheio ás vontades da imensa maioria assinstente nas gradas e o feito se passaria como algo realizado por um grupo de provocadores que nom tenhem predicamento algum entre o resto da paróquia futboleira; mas a particularidade de que acaecera em Santander numha partida contra seus acérrimos inimigos bascos, da-lhe um tinte particular que pretendo deitar nas minhas seguintes verbas:

As siareiras de umha e outra equipa rivalizam em algo mais que no jogo, as suas diferências tenhem tamém tintes políticos e, na sua histórica rivalidade, intervenhem tamém, como nenhures, as suas simpatias e/ou fóbias aos corpos armados do estado espanhol e, em especial, de cara ao corpo benemérito da Garda Civil.

Esta circunstância particular cara este corpo armado espanhol poida ser devido ao feito de que a polícia nacional espanhola, PN, é case inexistente em Euskadi desde há decadas quando seus membros mudaram, dum día para outro, suas boinas negras e a bicolor polas txapelas vermelhas e a ikurrinha da polícia autonómica basca, a Ertzaintza, nascida para assumir, co igual contundência, as funçons repressivas que até entom eram coisa da PN.

45_bigMais há um outros motivos que, por paradoxo que poida resultar, som importantes a ter na conta, e é o feito de que Cantabria seja o único lugar do estado onde as forças fascistas tenhem representaçom nas poltronas dos seus concelhos e mesmo chegaram a governar com apoio dum PP que segue a exaltar todos os anos a figura de Carrero Blanco (nascido em Santoña e morto nos aleros de Madrid), além de ter a honra de que sua capital provincial seja a que ainda mantem mais nomes de “ilustres” fascistas no seu rueiro oficial e mesmo de ter sido a derradeira cidade em retirar a sua estátua equestre de Franco ubicada na mesma praza do concelho; feito que nom se fijo até dezembro de 2008 e a desgana quando o governo local em mãos do PP nom tivera outra que retira-la em cumprimento da Lei da Memória Histórica, se bem em compensaçom decidiram retirar tamém o escudo comemorativo da II República ubicado nessa mesma praza.

Desconheço os motivos que impulsaram a esse home a liberar tal berro da sua gorja num momento em que era consciente de que ia ser escutado com claridade e que seu berro ia ser notícia nos falsimédios (ou igual nom lhe deu a sua sessera para tanto); desconheço tamém si o «¡Viva!» dos seus entusiastas palmeiros respostavam a algo planificado de antemám ou foi resultado dum simples condicionamiento pavloviano que afeta ás tricorniófilas.

Tamém nom sei se há algo concreto que motivara tal interrupçom dum ato solidário; buscando na rede os feitos acaecidos e dados a conhecer polos falsimédios nesses días e que atingem a membros da benemérita atopei alguns que poideram ser a causa de tais vivas; eu limíto-me a copia-las:

Declaración del guardia civil de ‘La Manada’ acusado de violación múltiple en Sanfermines: “Ella disfrutó más que yo”

La Guardia Civil libera a los detenidos el lunes por yihadismo en Galicia y Almería.- Quedaron en libertad tras tomarles declaración y ya no pasaron a disposición de la Audiencia Nacional. Fueron liberados en Madrid sin dinero para poder volver.

Prisión para seis de los ocho detenidos en Alsasua acusados de terrorismo. Informes policiales realizados tanto por la Guardia Civil como por la Policía Foral sobre los hechos ocurridos el pasado día 15 de octubre constatan que no hubo un “linchamiento o paliza organizada” contra los dos guardias civiles.

El Supremo ha condenado a un año de cárcel por atentado contra la autoridad a un guardia civil que, estando de servicio y de uniforme, y totalmente borracho, desenfundó su arma en la terraza de un bar de Ferrol y amenazó primero a los clientes y luego a los policías que acudieron a arrestarlo.

La Audiencia Provincial de Madrid ordena investigar a Guardias Civiles por la posible comisión de “torturas y otros delitos contra la integridad moral”

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