“Casa de Ferreiro, Espeto de Pau”

xulio-ortega Há estúdios antropofórmicos segundo os quais as diferentes espécies equinas teriam desaparecido da faz da Terra de nom ser graças á sua domesticaçom polos humanos; mesmo há quem aventura que cavalos e éguas permaneceram amansadas e domadas ao longo do tempo sempre a carom de homes e mulheres, quem se serviram destas bestas para benefício próprio desde tempos prehistóricos; estes “estúdios” venhem a teorizar que estes animais caseque devem estar agradecidos a elo por tuda a eternidade. Segundo outros estúdios ou interpretaçons da prehistória, estas bestas pastavam em liberdade e eram objetivo de caça ao igual que bisontes e outros animais representados nos desenhos achados em covas.

De todas maneiras e polo que sei (ou crio saber) ao longo da história da humanidade, houvo povos na antiguidade que se afizeram à convivência com estes animais desde o respeito e o coidado -algo similar ao sucedido com as espécies de “canis lupus” que derom passo as “canis familiaris”-; se bem, e a medida que chegou a industrializaçom e jurdiram os mais variados médios de traçom e locomoçom artificiais por terra, mar e aire o uso e abuso destes animais (agás em povos e tribus alheias á mecanizaçom das suas vidas e mesmo em zonas do rural onde a escassez económica nom permitiu ainda o trânsito ás máquinas agrícolas) se passarom a ser objeto de lujo para competiçons e simples mostras de poderio económico. Qualquer ricachom que se preste tem que têr equinos competitivos dos que tirar rendimento económico com os quantiosos prémios ou quanto menos prestígio social.

Amancio Ortega assim o entendeu quando os dineiros já se lhe saiam a moreas dos seus avultados petos a base de aplicar “ás agachadas” a exploraçom laboral de humanos (na sua maioria mulheres e criançinhas de zonas empobrecidas que trabalham para empresas subsidiárias de Inditex) e no ano 2000 começava sua galopada o seu Centro Hípico ao que deu em chamar “Casas Novas” na paróquia de Larín (Arteixo). Umha superfície duns 71.000 m2 para explorar cabalos e eguas de competiçom e sacar seus bos benefícos maltratando bestas, pero sabedor de que dito maltrato apenas conta com detratoras dada a boa imagem pública da que goça esta exploraçom animal que de sempre tivo entre suas praticantes e proprietárias á mais seleta elite social de ditaduras, realezas e repúblicas.

E aquí é onde dentro destes enormes recintos pechados entra o maltrato animal como jeito de endereçar a estas bestas a base de paus; mais esses paus nom som de madeira, senom de ferro e prova de-lo, ai ficou para a história da brutalidade humana, o cavalo “Sorky das Pont” que morrera desnucado no hipódromo de Manacor (na ilha de Mallorca) em 30 de dezembro de 2012 tras perder umha carreira e receber do seu “treinador e proprietário” fortes golpes com umha vara de ferro. Umha notícia com grande repercussom mediática nos falsimedios dado que esse home (do que só se facilitaram as siglas da sua filiaçom e nas imagens so se lhe ensinou de costas) foi o 1º condenado no estado espanhol por maltrato animal a 8 meses de condena e a 3 anos de inabilitaçom para qualquer tipo de ocupaçom que tenha a ver com animais nom humanos; ou seja que a día de hoje já pode estar a malhar em qualquer outro animal que nom lhe dea benefícios económicos.
sorky-das-pont-col1-ok Porque a consideraçom destes animais como recursos económicos que podem dar pingues benefícios a seus amos é a razom fundamental pola que recebem um treinamento a base de esporas espinhosas coas que picam os seus flancos e lategadas aplicadas com varas coa que endereçar o caminho, atos violentos que mesmo formam parte do nosso refraneiro do bestiário: “Á besta boa, dá-lhe vara i espora” e que som a cara oculta dum espectáculo (négo-me a tilda-lo de desporto) para a elite.

E como escaparate para a elite, lá foi estes días passados, o Xúlio Ferreiro, alcaide da vizinha cidade de A Corunha a confraternizar no palco do hipódromo “Casas Novas” com os membros mais ilustres da família Ortega, máxima representante do capitalismo galego e espanhol. Ve-se que gosta de “aguantar a albarda” de quem tem as “rédeas do poder”.

Porque, que foi fazer lá senom?? Nom é o alcaide da cidade onde está ubicado o hipódromo para justificar sua presência em representaçom da plebe e além sua presência nom concorda coas suas pretendidas manifestaçons em contra do maltrato animal e das suas promesas no seu programa eleitoral, -nas que reivindicavam ‘umha cidade livre de maltrato animal e a supresom de qualquer apoio municipal a eventos nos que se maltratem animais’ -, se bem poida que nom incumprira nada porque Arteixo nom é A Corunha e de ai poidam que venham essas suas risas cumplices e a esgalha com D Amancio entre cavas, velas e bolas de nadal.

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