“Ejército nas ruas. Estado de guerra permanente” meu contributo na coluna “Vento de Través” do Boletín Abordaxe de janeiro de 2017

Colo acá meu contributo ao Boletín Abordaxe de janeiro deste 2017 na minha coluna da contraportada “Vento de Través”. Boletim que, coma sempre, podedes descargar do seu blogue no seu apartado de “Outras Publicacións de Abordaxe”, ao igual que os nºs anteriores e outras joias. Tamém agradecer-lhes ás compas que mantenhem vivo este projeto informativo que, dentre as notícias destacadas neste 1º nº do 2017 colaram minha reportagem “Operaçom Marianne ou a detençom “inteligente” de quatro inocentes” sobre o caso dos quatro detidos (dois deles galegos) polo serviço de inteligência da GC por ter nascido no magreb e querer ajudar a membros das suas famílias a reunir-se com eles e que depois forom liberados e deixados sem dinheiro e a sua sorte em Madrid ás portas da Audiência Nacional (no que vem a constituir umha prática habitual do nosso sistema coercitivo-legislativo); e além, na seçom de opiniom, meu artigo “As redes sociais nom som médios alternativos. De que vos queixades?. Que censuras nem que hóstias!!”. E assim, sem mais que convidar-vos a descarga-lo, imprimi-lo e ajudar a difundi-lo, e por suposto lê-lo, colo acá o meu contributo á coluna (que, como sempre, aguardo a ve-lo publicado em Abordaxe para dar-lhe pulo nesta minha bitácora) e depois os contidos do Boletím que já é o nº 15 que sae em papel ás ruas, centros sociais e bares, desde seu começo em outubro de 2015:

Ejército nas ruas. Estado de guerra permanente

6025025_9570134c-5d91-11e6-9d6a-41bf83d202ea-1_1000x625Dos sucessos que me acontecerom no ano passado destaco por riba de todos a parcimónia das viandantes parisinas diante da ingente presência de militares fortamente armados polas ruas da capital francesa quando vissitei esta cidade días antes da semana santa católica, apostólica e romana.

Foi entom durante esses días, nos que coincidiram os atos de terror produzidos na vizinha Bruselas, que me veu a cabeça, de jeito irremediável, o livro editado por Bardo ediciones «Ejército en las calles» no que se recolhem algumhas questons sobre o informe «urban Operations in the year 2020» que simulará umha intervençom das forças da OTAN nas cidades da Normandia francesa de Rouen, Le Havre, Evreux e Dieppe.

ejercitos-en-las-calles Para conseguir tal parcimónia social ante a omni-presência de militares apetrechados de metralhadoras e chaleques é claro que influem os atentados terroristas, polo que quiçás nom seja aventureiro perguntar-se: a quem beneficiam? quem tira rédito desses atos cometidos nos paises ricos por intrépidos terroristas que case sempre deixam esquecidos seus documentos de identidade nas cenas dos crimes? porque soem ser supostamente cometidos por pessoas a quem os diferentes serviços de inteligência policial tinham no seu ponto de mira? como é que os supostos autores soem ser islamistas que nom cumprem os preceitos muçulmanos? que há de certo nas declaraçons do exmilitar autor do tiroteio no aeroporto de Florida que assegura que estava a ser obrigado polo governo a enrolar-se nas filas do Estado Islámico (EI)?

Nos arrabaldes de todas as grandes cidades existem enormes zonas de excluidas onde malvivem refugiadas da guerra e do capital, entanto os centros históricos das mesmas gentrificam-se e ao tempo e moi longe de tudo isto, criam-se zonas de confort vigiadas por ejércitos privativos e videocámaras. As guerras vindouras já nom serám entre estados senom operaçons de «limpeza etnica» contra as deserdadas da terra e nom é casual que o suposto lugar de residência dos supostos autores das massacres sejam esses bairros de pobreça onde nem a polícia nem os ejércitos se atrevem a patrulhar. É como se tudo obedecera a umha planificaçom aviessa que tivera como objectivo ganhar-se a opiniom pública submissa e obediente aos ditados do capital em contra das terroristas moradoras desses arrabaldes. De momento já é palpável que caseque nenhuma branquinha de cara se atreve a passear por essas zonas de exclussom social e em troques caminha tranquila polo centro das cidades entre militares armados até os dentes e tendas e cafeterias exclusivas nas que nom pode entrar. Bendita democracia!!

Boletín Abordaxe Nº15
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PORTADA

NOVAS

  • Reducida a 4 anos e medio de prisión a sentencia contra xs compañeirxs anarquistas Francisco Solar e Mónica Caballero
  • [Alemanha] Hodei, Siao e Maya fora da prisão!
  • XVII Marcha ao cárcere de Teixeiro
  • [Grecia] Comunicado de Conspiración de Células do Lume: “Para Sebastián. Desde o rexeitamento do traballo… ao rexeitamento da autoridade”
  • Operaçom Marianne ou a detençom “inteligente” de quatro inocentes – umha reportagem de O gajeiro na gávea

HISTORIA

OPINIÓN

  • Pecunia non olet – por soldidaritatrebel.noblogs.org
  • Non quero ser forte. Quero ser vulnerable – por Maka Makarritapara eltopo.org
  • Sobre Aleppo e os “esquerdistas” ocidentais – por Dilar Dirik
  • As redes sociais nom som médios alternativos. De que vos queixades?. Que censuras nem que hóstias!! – por O gajeiro na gávea

RESEÑAS

  • “Cabo de Guía”: Conselhos práticos para afrontar a repressom

VENTO DE TRAVÉS

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Uma ideia sobre ““Ejército nas ruas. Estado de guerra permanente” meu contributo na coluna “Vento de Través” do Boletín Abordaxe de janeiro de 2017

  1. Pingback: Ejército nas ruas de London sob a escusa dos assassinatos dum alienado | ogajeironagavea

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