Arquivo mensal: janeiro 2017

19 de Janeiro – S. Kanuto 2017 no CSA do Sar

Fágo-me eco desta convocatória, ao tempo que incluo o blogue da Xuntanza Antiprohibicionista, XA!, na minha coluna de ligaçons:

O S. Kanuto 2017 em Compostela chega cheio de informaçom, reivindicaçons e festa!!

Este 19 de Janeiro no CSA do Sar dentro dos atos da Romaria do Peixe (III Aniversário do CSA do Sar):


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“Ejército nas ruas. Estado de guerra permanente” meu contributo na coluna “Vento de Través” do Boletín Abordaxe de janeiro de 2017

Colo acá meu contributo ao Boletín Abordaxe de janeiro deste 2017 na minha coluna da contraportada “Vento de Través”. Boletim que, coma sempre, podedes descargar do seu blogue no seu apartado de “Outras Publicacións de Abordaxe”, ao igual que os nºs anteriores e outras joias. Tamém agradecer-lhes ás compas que mantenhem vivo este projeto informativo que, dentre as notícias destacadas neste 1º nº do 2017 colaram minha reportagem “Operaçom Marianne ou a detençom “inteligente” de quatro inocentes” sobre o caso dos quatro detidos (dois deles galegos) polo serviço de inteligência da GC por ter nascido no magreb e querer ajudar a membros das suas famílias a reunir-se com eles e que depois forom liberados e deixados sem dinheiro e a sua sorte em Madrid ás portas da Audiência Nacional (no que vem a constituir umha prática habitual do nosso sistema coercitivo-legislativo); e além, na seçom de opiniom, meu artigo “As redes sociais nom som médios alternativos. De que vos queixades?. Que censuras nem que hóstias!!”. E assim, sem mais que convidar-vos a descarga-lo, imprimi-lo e ajudar a difundi-lo, e por suposto lê-lo, colo acá o meu contributo á coluna (que, como sempre, aguardo a ve-lo publicado em Abordaxe para dar-lhe pulo nesta minha bitácora) e depois os contidos do Boletím que já é o nº 15 que sae em papel ás ruas, centros sociais e bares, desde seu começo em outubro de 2015:

Ejército nas ruas. Estado de guerra permanente

6025025_9570134c-5d91-11e6-9d6a-41bf83d202ea-1_1000x625Dos sucessos que me acontecerom no ano passado destaco por riba de todos a parcimónia das viandantes parisinas diante da ingente presência de militares fortamente armados polas ruas da capital francesa quando vissitei esta cidade días antes da semana santa católica, apostólica e romana.
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Qué fue de los cantautores – poema cançom de Luís Pastor para combater o olvido

Como contraposto necessário á minha entrada anterior deito acá este poema-cançom contraponto, autoria de Luís Pastor e que abre o que vem a ser, até agora, seu último disco (editado em 2012) e que leva por título genérico o mesmo que o poema-cançom deste cabeçalho Qué fue de los cantautores e que, segundo contam na sua web , percorre meio século da cançom de autor no estado espahnol sem deixar títere com cabeça, com o orgulho do ressistente . Fiel a umha atitude, a uns princípios, a um compromisso e a umha maneira aberta de fazer música. (lêr letra em “Continuar lendo “)

Qué fue de los cantautores é um reflejo desta fidelidade e, ao mesmo tempo, umha lembrança, umha homenagem e um agradecemento aos que se forom, como fica patente na dedicatória do álbum: “A todos os companheiros cantautores que já nom estám, pero que nos deixaram o seu ejemplo, o seu compromisso e as suas cançons: Ovidi Montllor, Carlos Cano, Chicho Sánchez Ferlosio, Hilario Camacho, Imanol, Labordeta, Quintín Cabrera, Mikel Laboa…. Para combater o olvido.

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Desmemória histórica ou ignorância sistémica

Lembro que há já bem anos, quando as lutas nas ruas contra a entrada do estado espanhol na OTAN, que as jovens estudantes faziamos burlas e risas da ignorância manifesta a nível geografia e história dos amos do mundo, os ianquies. Era como umha espécie de vingança ante tamanha monstra de incultura por parte da gente do comum de aqueles lares e tamém dos seus prebostes e líderes de opiniom. Como monstra de tal desconhecemento as gargalhadas que nos provocaram vários medios e televisons ianquies quando confundiram a ubicaçom da ilha caribenha de Granada e a publicitaram nos mapas da “Graná” andaluza; e se nom se seguem escutando hoje as risas é porque fora quando a ilha fora invadida, em outubro de 1983, por 1.900 marines norteamericanos baixo o mandato de Reagan sob a escusa de que seu povo representava umha “ameaça” á seguridade das estadounidenses residentes nesse pais caribenho, devido “á inestabilidade política” produzida tras um golpe de estado contra o seu presidente e lider esquerdista, o carismático procubano Maurice Bishop, assassinado só 6 días antes da invasom ianquie.

Hoje em día inda provoca risas a falsa notícia da conversa entre o capitám dum acorazado ianquie e um torreiro dum faro e miutas seguem a pensar que é certa.
Mas agora as novas geraçons (e nom tam novas) já acadaram a mesma especializaçom nos seus estudos e os seus conhecementos e já estám á altura dos amos do mundo em quanto a ignorância da própria história e umha boa monstra é este vídeo dum momento dum programa concurso que nom tem desperdício. Sinalar que um dos concursantes, o menos novo, di ser mago é o outro estudante de magistério infantil (pobres crianças que caiam na sua aula).
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Furnier disponibiliza ‘Pluvio’, o seu último trabalho em formato vinilo, agora em ediçom digital.

O meu colega Adri, “Furnier”, eviou-me um seu correio notificando que já está disponível ‘Pluvio’, o seu último trabalho (e espero que nom derradeiro) em ediçom digital; se bem eu recomendo que vos fagades com o álbum em formato físico em vinilo, do que só se editarom 500 cópias (eu já tenho a minha, e tu??) e para fazer-te com el podedes consultar acá no seu blogue os pontos de distribuiçom e venta na Galiza:

Aqui colo as ligaçons aos sites onde tendes acesso ao formato digital e tal:
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Crónica dumha viagem em comboio de Renfe (ida e volta)

1401910560_123227_1401910961_noticia_normal Retornei a Compostela na noite da segunda á terça feira passada quando se passaram 17 minutos das 12 badaladas do câmbio de data, numha viagem por trem que começara justo 12 horas antes em Cartagena quando os relojes marcavam ás 12:17’ do mediodía do 2 de janeiro de 2017. Umha viagem na que atravessei a península ibérica em sentido diagonal (SE-NO) com obrigada parada de trânsito na capital centralista das espanhas todas. Ao igual que me sucedera na viagem de ida os respetivos modelos de locomotora e vagons da companhia Renfe, que farda nos seus vídeos autopromocionais e na sua web de “Compromisso Voluntário de Pontualidade”, chegaram (e mesmo algum saira) com certo retraso com respeito ás horas sinaladas de chegada (e saída).
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