Arquivo mensal: fevereiro 2017

Manuela Carmona, a alcaidessa justiceira, ataca de novo!! As suas novas vítimas: as mulheres da Associaçom Velaluz em greve de fame na Puerta del Sol

mujeres-instalaron-sol-pasado-febrero_ediima20170227_0728_19 Já quando a detençom dos dois titeriteiros de ideologia anarquista, componhentes da companhia “Títeres desde abajo”, a alcaidessa das “novas formas de governar” dera pautas de que sua carreira judicial a prol da falsa democracia constituiçonal seguia em pê contra toda caste de inimigas desta farsa. Co galho de tal intervençom policial nos seus terrenos munícipes, o concelho que ela preside tirara de nota pública (ainda vissível no seu portal) para deixar clara a sua postura (sic): “El Ayuntamiento está llevando a cabo medidas legales: la Concejalía de Cultura y Deportes se suma a la denuncia contra la compañía teatral y está estudiando la depuración de responsabilidades sobre la programación de este evento”; e nom só, culpabilizando aos artistas denantes de que fossem julgados (sic) “los artistas contratados han realizado acciones ofensivas, completamente fuera de lugar en cualquier contexto y totalmente irrespetuosos con los valores de convivencia, respeto y diversidad”.

Agora avança um passo mais nas suas justas medidas e vem de enviar á sua polícia, a polícia municipal dependente do seu governo no concelho, contra as mulheres da Associaçom Velaluz, que levam case 20 días em greve de fame para pedir que a violência de género seja considerada umha questom de Estado. Ditas mulheres asseguram que já receberom tres denúncias, dos días 23, 24 e 25 de fevereiro, por ocupar na Puerta del Sol mais espaço do que ela, a jefa, autorizara. De nada vale o argumento das protestonas de que se virom na necessidade de montar umha espécie de carpa para que a gente solidária que ficava a durmir nom se molhara coas fortes chuvas que estavam caindo. “Dois das denúncias som por isso e a terceira por todo quanto colocamos aredor da tenda na que estám as mulheres para a gente que nom estava acompanhando”, sostem umha portavoz das quatro mulheres que permanecem em greve (das oito que a iniciaram, quatro a deixaram por problemas) e que esperam estar lá até o vindoiro 10 de março; sempre e quando Carmela Carmona nom mande aos seus antidistúrbios a despejar a praza; coisa que nom seria de estranhar dadas suas maneiras repressoras.
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Lucía “La Intocable”, a pobrinha moça neonazi murciana envolvida numha malheira brutal a umha família

lucia-nazi-de-murcia Há algo mais de um mês fazia-me eco da notícia amplamente extendida e defundida nos falsimédios segundo a qual, Lucía García de la Calzada alcumada “La Intocable”, moça neonazi murciana neta dum garda civil de sona, fora apancada na porta dum local de copas por vários antifascistas e a consequência delo, umha pessoa filiada da perigossíssima Izquierda Unida, ainda fica em prisom acusada de ser o máximo agressor da pobrinha; e digo “pobrinha” porque a notícia dos falsimédios apresentaro-na assim, ocultando que a sua peculiar inocência está manchada por participar de jeito ativo em numerosas rázias racistas contra qualquer pessoas que se lhes ponham a tiro e que nom contem coas suas simpatias neonazis; um feito que denunciou a “Coordinadora Anti Represión Región de Murcia” e que, de novo, da a voz de alarma diante desta nova atuaçom da pobrinha moça neonazi e dos seus camaradas do grupo de ideologia neonazi “Lo Nuestro” vinculado ao “Hogar Social Madrid”. Colo acá (traduzido) a sua informaçom na que dam a conhecer a nova fazanha desta calanha:

Umha família formada por umha parelha, o pai e nai dumha delxs e umha sobrinha de pouca idade, reúnem-se para comer no Bar-Restaurante “Los Pachequitos” na pedania murciana de Churra, próximo ao estádio do clube Real Murcia (sábado, día 25 de fevereiro). Num momento determinado, um grupo duns trinta neonazis empréndem-na a golpes com esta família com tal brutalidade que tem que intervir o serviço sanitário do 112 para atender a tres feridas, a mais grave umha mulher de 50 anos de idade, que tivo que ser ingresada.
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Petiçom ás currelas de “El Correo Gallego”: Porfa aguantade sem comer

Nos días laborais de curro aburrido o vosso jornal é a minha única alegria da manhá; desde quando chego tenho a sensaçom de que nom se me passam as horas, nem os minutos, nem sequer os segundos, desejando que chegue já meu descanso matinal e poida ir a algum bar a tomar-lhe umha birra e olhar vosso jornal; mesmo ténho-me erguido cedo nas findes e días festivos para baixar á hora do vermute polos bares do meu bairro e entrar a consumir naquel que veja que o jornal está livre e poida lê-lo com parcimónia e detalhe. Sodes minha perdiçom diária e a única motivaçom para seguir indo de bares.

el-correo-gallego_img19304t0 Hoje soubem por um falsimédio antagonista -que, saltándo-se toda ética corporativista entre medios, o fijo público- do abandono da vossa sede do “Preguntoiro”, no mesminho centro de Compostela, e levei um forte desgosto ao cair na conta da minha ingenuidade, pois levava bem de días passando por diante desse espaço baleiro pensando que estavades de reformas da que fora vossa sede durante tantíssimos anos. O cartaz que indica que atendedes no 1º andar do edifício levou-me a elo, além da campanha orquestrada no vosso jornal polo vosso compa redator jefe, Demetrio Peláez, em contra da reduçom de praças de aparcamento no entorno de dita sede, que lhe punha difícil atopar perto dela onde deixar qustodiado o seu flamante e flamejante escaravelho preto.
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Dicas para umha leitura reintegrata

Há gente que acede a esta minha bitácora e que, por diferentes razons, nom tenhem o galego como língua veicular, e algumhas em diferentes ocasions tenhem-me feito chegar a sua dificultade para lêr em “reintegrata”. Som gente amável e amiga que reconhecem que mesmo assim aprendem galego. A elas e para elas adico estas dicas fonéticas que recolhim da AGAL, para facilitar-lhes a leitura e que vaiam colhendo soltura. As inhorantes e féridas ficam fora:
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A todas aquelas que se levam as mãos á cabeça tras a Sentência Real do caso Nóos

Assim, ao cru, sem cocinhar e sem estender-me em mais explicaçons nem razoamentos:

justicia-igual-sentencias-nom-el-roto A verdade é que nom entendo tanta crispaçom com o teminha do juiço á infanta e seu home (e aos seus “colegitas quetecagas”). Que se passa com vos?? De verdade tinhades esperança, da de verdade, em que fossem declaradas culpáveis e condenadas á trena e a pagar o que roubaram??

Depois de 40 anos de falsa democracia ainda nom caichedes na conta de que o que deixara dito e sentenciando Franco aos seus, denantes de morrer na cama, era verdade??: “No os preocupeis, todo queda atado y bien atado”

POR FAVOR, QUANTA INGENUIDADE!!

Hoje, 23 fevereiro, ás 17:00′ Jornada sobre a Luita no Kurdistám no CSOA Escárnio e Maldizer

Recolho a petiçom lançada pola gentinha do espaço liberado CSOA Escárnio e Maldizer para tratar de ajudar a difundir esta convocatória de hoje mesmo, quinta (joves) día 23 de fevereiro na que, desde as 17hs, contaremos com as companheiras de Rojava Azadi, coletivo pola revoluçom social de Rojava ~ Kurdistám paz e liberdade, com base em Madrid, quem estám de gira pola Galiza (ver cartaz) para dar a conhecer, em duas palestras, a A Situaçom da Revoluçom em Rojava e A Luita das Mulheres no Kurdistám.
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Tamém haverá um ceador vegano para acompanhar os posteriores debates e falas.
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A Fuga de “COTTON BUD” x Mar de Fábula

Já tratei nesta minha bitácora da problemática gerida no mar polos chamados “bastoncinhos de algodom” ou “cotonetes”, quando recolhim do site “Mar de Fábula” o artigo assinado por Xosé Manuel Barros, cofundador de dita Associaçom que se preocupa da limpeza do mar e das suas costas (fam convocatórias abertas ás que podedes acodir quem quiger) sob o título de Umha verdade incómoda: “A tua casa nom fica tam longe do mar”. Agora recolho da sua página numha rede social estoutro texto (que traduzim e do que desconheço a sua autoria concreta) dumha amena leitura para ajudar a difundir esta problemática e mirar de mudar nossas costumes erradas:

cotton-bud A FUGA DE “COTTON BUD”

“Cotton Bud”, mais conhecido no nosso país como “bastoncinhos de algodom” ou “cotonetes”, esse artigo de higiene persoal de aspeto simples e inofensivo, inócuo a primeira olhada, está catalogado com tudo como um dos 10 principais contaminantes do meio marinho.
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