MÃO AMIGA! Manifesto Solidário com Gabriel Pombo e Elisa di Bernardo – Atualizaçom sobre a operaçom Buyo

Recolho da rede (e traduzo) o cartaz-manifesto tirado em Itália em solidariedade para com Gabriel e Elisa e além dou pulo a um novo escrito de ambos que atualiza sua opiniom sobre a operaçom repressiva na que recém se viram envolvidas:
poster1-800x571 Se hoje nom começamos a viver como a nossa consciência e o nosso coraçom dim-nos, quando o faremos?
Se hoje nom começamos a ser livres, De que liberdade podemos falar?

Coa última operaçom Buyo, do 24 de janeiro, o nosso companheiro Gabriel Pombo da Silva e a nossa companheira Elisa di Bernardo, umha vez mais forom branco das forças repressivas do Estado e por terceira vez nos últimos anos investigóuse-lhes por associaçom criminal. Gabriel, em particular, acaba de ser liberado da prisom depois de cumprir os 30 anos, por ir sempre de fronte, com dignidade e determinaçom, numha luita constante pola liberdade e atacar ao inimigo cada vez que tinha a possibilidade.

ESTAMOS AO SEU CAROM E AO LADO DE TODAS AS INDIVIDUALIDADES QUE COMBATEM COM RAIBA E AMOR INDOMÁVEL POLA ANARQUIA!

SOLIDARIEDADE COM GABRIEL E ELISA

PUNHO FECHO AO INIMIGO,
MAO AMIGA AOS COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS

…………….

A «Operaçom Buyo» é menos escura do que se pensa

Hoje depois de ser informados do peche do «segredo de sumário», informamos que María Otero, a mulher que foi considerada erroneamente como companheira anarquista e que figera que Gabriel Pombo da Silva fosse acusado de possuir um agocho de armas de fogo, nom «limitándo-se a mentir» na atualidade é colaboradora oficial da justiça. Polo seu papel assumido e os seus métodos é imposível atopar-lhe algum indício de libertária.

Como anarquistas nom estamos interesados nos detalhes da investigaçom que até agora estám no nosso poder (que por suposto nom imos compartilhar); precisamente estes detalhes, dam-nos a confirmaçom de como funcionam estes infames, em todos os numerosos casos de repressom nos que persoalmente estivem involucrado, ela sempre logra chegar a um acordo coa «justiça» para nom cumprir nem um día em prisom (mentiu-nos quando nos digera que fora por uns meses).

A estratégia conhecida para deixa-la livre permitiu que os organismos repressivos abriram novas investigaçons, encarcerando a mais pessoas nos últimos anos. No presente caso, ela estava plenamente consciente de estar baixo investigaçom, pero movia-se livremente, mesmo nalguns «lugares de luita»: o que permitiu ás «autoridades competentes» considera-la, assim como vincula-la a dous de nós «mais próximos aos círculos anarquistas». Na nossa opiniom, a pesar do ocorrido, segue sendo um perigoso campo minado.

As investigaçons seguem abertas e Gabriel, ainda que se atopa livre, é acusado de ser «líder dumha célula anarquista que se preparava para atacar».

Todo isto fai-nos dar-nos conta da triste realidade, o fácil que é estar sempre rodeados de pessoas como María: nom será nem a primeira nem a derradeira em verder-nos na luita por um novo mundo em liberdade.

6 de fevereiro de 2017

Gabriel e Elisa

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Mais informaçom acá: Atentos a quien llamamos compañero!

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