O fracaso participativo das “Marchas polo fim da precariedade” na Galiza

200515 Algum falsimédio galego nas suas páginas em papel destaca em grande titular: “La calle da la espalda a las marchas por el fin de la precariedad” ainda que nas suas páginas virtuais suaviza o cabeçalho até case dar-lhe a volta a sua mensagem de papel (prática, a de ser “heavy” na ediçom em papel e “mélodico” na virtual, moi utilizada por todos os falsimédios sem excepçom) e intitula: “Centenares de personas reclaman en las ciudades gallegas salarios y empleo dignos”, se bem subtitula ao final da crónica: “ESCASO SEGUIMIENTO”. E tal como se pode ver nas fotos nom deverom acodir as suas convocatórias nem sequer suas numerosíssimas liberadas sindicais (é que era Domingo!! e elas só vam de manifa quando é horário laboral…)

Nada novo baixo o sol com respeito ás práticas manipuladoras e mentideiras dos falsimédios, é o que lhes toca. Mas se observamos as crónicas e lemos que a convocatória partia dos quadros de mando dos sindicatos espanhois mais vendidos á patronal, CCOO e UGT e que além de sindicalistas tamém participaram nas mesmas a presidenta da gestora do PSdeG, Pilar Cancela, quem lamentou “que haya tan poca gente” e vinculou a escasa presência á “normalización de la precariedad” e que tamém estava o portavoz parlamentário de “En Marea”, Luís Villares, quem vem de valorar que, na sua opiniom, a sentência do caso Nóos “chega bem” ainda que “algo tarde”; pois temos outros argumentos para quantificar e qualificar o porquê de tam baixa assistência, com menos de 100 pessoas na manifestaçom de Compostela (a mais numerosa das protestas galegas): Já case ninguém segue as dotrinas dos vendidos!! O qual só pode ser considerado como umha derrota dos pautistas e vende-operárias, aos que já case ninguém na Galiza segue-lhes o jogo, além de podemitas mareantes e psociopatas, ás que tamém se lhe soem unir na rua as pepeiras quando nom mandam. Acodir a essas vazias protestas organizadas polos culpáveis e colabouradores da desfeita já nom tem a acolhida de outrora quando os sindicatos espanhois ainda seguiam a jogar o duplo jogo.

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