Realidade ou ficçom: O elenco da obra do Mago de Oz em busca e captura por humilhar ás vítimas do terrorismo

Tudo aponta a que o desenho dum “carreiro branco” que enfia cara ao céu (em troques de usar o consabido caminho de baldosas amarelas) poderia ser a causa

A fiscalia da Audiência Nacional espanhola dita ordem de busca e captura contra as comediantes que representarom ontem na capital a obra O Maravilhoso Mágico de Oz. Segundo informaçons facilitadas pola polícia aos meios, na tramoia preparada para o espetáculo haveriam desenhado um “carreiro branco” que apontava ao céu para simular o caminho que leva ao castelo do Grande Oz.

As razons esgrimidas pola fiscalia para incoar tal acometido devem-se a que, segundo o fiscal, todo o mundo sabe que o caminho mágico tem que ser de pedras amarelas rechamantes e que o feito de te-las deixado em branco e além disso te-las colocadas fazendo um “carreiro” que aponta ao céu constitue, sem lugar a dúvidas, um claro delito de humilhaçom ás vítimas do terrorismo da ETA e mesmo de exaltaçom do terrível atentado desta banda contra quem se presumia a todas luzes converter-se no legítimo herdeiro de Franco – á morte deste- e que só o execrável atentado foi quem de impedir tal acontecemento.

Doutra banda e segundo informaçons das que nom podemos facilitar as fontes, o elenco de atrizes e atores culpabiliza da açom ao tramoieiro da obra a quem acusam de fazer honra á sua professom e ser um tramoeiro moi tramoeiro ao ter-se esquecido as gizes de cor amarela coa que pensavam pintar o carreiro; e que, se este ficou em branco foi porque nom consentiram em pinta-lo de nenhuma outra cor porque qualquer outra cor desentonaria muito mais e que o feito de que o “carreiro branco” apontara ao céu é pola simples razom de que o castelo do Grande Oz, como todo castelo que se aprécie, está ubicado na cima dum outeiro.

De momento e como se fosse coisa da mágia segue sem conhecer-se o paradoiro do elenco da companhia teatral declarada em busca e captura, se bem há quem contam que viram juntos num recoldo dumha encruzilhada um leom choroso, um home de lata enferrujado, umha moçinha preocupada e um espantalho teimoso, no momento em que este último quitava quatro palhas do seu fato de vestir, e ato seguido pugeram-se a jogar a botar a palha curta e que pouco depois viram como cada quem tirava por um caminho diferente entanto ao unísono botavam pestes do tramoeiro por ter esquecido as gizes de cor amarela e mais do manager por te-los trazido a representar tal obra á capital dum pais onde os valores que emana o fascismo seguem tendo predicamento em juízes, fiscais, polícias e governantes; e seguiam dándo-lhe voltas a porqué teriam vindo a sabendas da noticia que nom há muito dera a volta ao mundo e que dava conta de que, nesse pais, a alcaidesa da capital, índa que fora eleita numha candidatura supostamente de esquerdas, depois de contrata-los, mandara deter a dois pobres titeriteiros por enaltacemento do terrorismo por exibir umha das personagens da obra que representavam um cutre-cartaz que punha GORA ALKA-ETA.

Até aqui as notícias das que tenho conhecemento; em quanto saiba mais seguirei informando, sempre e quando nom me levem preso.

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