A hipocrisia ante a morte de Carme Chacón: Nem era feminista nem pacifista e foi impulsora dos desafiuzamentos expresso

Iam bem, ao meu entender, no BNG no seu caminho de recuperar votantes, pugeram a umha mulher combativa como líder da plataforma eleitoraleira e assim sonhavam com ganhar representaçom a costa de podemitas e mareantes que já deram conta da sua real impotência a raiz das suas leas internas; mas num instante abre a boca e desmonta tam fornida estrutura pontonada:
Nom sei que igualdade buscam no BNG, poida que ajude a entender por onde vam os tiros a sua teima em levar serviços de ordem nas manifas conjuntas ou sua participaçom em plataformas que criminalizam os atos de desobediência ao régime capitalista como se passou na manifa das mulheres em 5 de março quando desde o cenário final criminalizaram a atuaçom dum grupo de mulheres valentes que atuaram no transcurso da manifa contra as cristaleiras de entidades bancárias e das grandes cadeas de exploraçom laboral.

E pergunto-me eu, quais forom os passos dados pola Chacón no caminho da igualdade?? Seriam os que deu quando sendo ministra da guerra com ZP desfilou diante dumha parada militar estando grávida?? Ou quando realçou a laboura dos “caballeros legionarios” quando digera que “La Legión representa la bandera de la entrega, la generosidad y el trabajo ingente por el bien, la prosperidad y la paz en el mundo”. Ou vai ser porque mantivo tropas em Afganistám, Kosovo, Bosnia-Herzegovina e o Líbano e algumhas das suas componhentes (a minor minoria) eram mulheres? Ou será porque tamém enviou a Armada espanhola (que é um nome feminino) para combater aos Piratas somalies (de quem já se sabe eram todos homes barbudos e maus muito maus que nom se deixavam roubar a pesca, nem permitiram botar resíduos altamente contaminantes nas águas perto das suas costas). Ou pola sua última açom como colabouradora do capitalismo internacional e como ministra da Guerra quando as tropas espanholas baixo seu mando participaram da intervençom militar em Líbia com amplo despregue de medios aereos, terrestres e navais por razons de estratégia energética dado que a Líbia é um dos maiores produtores de petroleo do mundo e tamém possue bastos recursos de minaria do ouro.

Mas nom só isso, venho de saber que o ativista anti-desafiuzamentos, o ‘sem teito’ Lagarder Danciu, está a ser posto a feder nos falsimédios e nas mal chamadas “redes sociais”, por se atrever a nom seguir o jogo de que “todas as mortes fam boa a pessoa que morre” e nom duvidou em criticar um aspeto fundamental desta ministra que, além de se-lo da Guerra, tamém foi-no da Vivenda e como moi bem expom Lagarder e recolho no cabeçalho desta entrada, Carme Chacón foi a impulsora do chamado “despejo expresso” nascido co galho de facilitar a expulsom dos fogares das pessoas que nom poideram fazer fronte ao pago do aluguer da vivenda num momento no que a crise estava a golpear com fúria os petos da maioria mais pobre do estado espanhol. Umha ministra da Vivenda que facilitou que muitas pessoas, entre elas pessoas idosas e crianças, foram parar ás ruas ou foram destruturadas e encirradas em centros de acolhida. Como bem di Lagarder, Chacón carescia de coraçom

E já como derradeiro apontamento traio á lembrança um teminha polo que se passou a “bi-ministra” quando ejerceu de jefa das forças armadas espanholas: Decretou o único “Estado de Alarma” desde a morte de Franco, durante a greve de controladores aéreos, quando em 4 de dezembro de 2010 ordenara a militarizaçom do espaço aéreo e que efetivos do Ejército do Ar tomaram baixo seu mando os centros de control do tráfego aéreo e as torres dos principais aeroportos civis; situaçom que se prórrogaria ilegalmente até o 15 de janeiro de 2011, superando assim por muito o máximo tempo estabelecido na sua Imaculada Constituiçom que era de 15 dias.

Só para rematar súmo-me as palavras de Lagarder Danciu quando tacha de hipócrita a quem choram a morte de Chacón, e nom choram por quem durmem na rua: “En este país hipócrita se llora por Carme Chacón y por los 50.000 personas sin techo que dormimos en la calle no hay dolor ninguno. Asco….” Declaraçons que ganham valor nestas datas onde os católicos lembram a paixom e morte de Cristo entre prantos e cânticos, e quando podem-se recolher imagens como a que segue que amossam essa hipocrisia que Lagarder denúncia:

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