Convocatórias na Defessa da nossa Língua!!: Sábado 13 “Festa do dezassete” e Quarta 17 “Rancho Folclórico na Mani-festa-ação”

Co galho da celebraçom desta Jornada reivindicativa, vos colo acá as atividades previstas em Compostela (cos seus respetivos cartazes) que eu considero de interés e as acompanho com este “parassimpático meme”, presumível ganhador do concurso da Gentalha e autoria dum meu bo amigo, quem se apresentou com o alcume “Doutor Ghoffmän”:

  • Já está aqui a afamada “Festa do 17… que se fai o 13!”.
    Sob a legenda “O único monocultivo, a língua” a festa que organizam na “Gentalha do Pichel” deste ano gira arredor dumha analogia que pom em relaçom a situaçom do nosso País a nível ambiental e a que experimenta a nível linguístico. 5 dias de actividades diversas e para todos os gostos que já começaram e da que tendes toda a informaçom na sua web. Tamém ao final desta entrada tendes o cartaz que tirarom.
  • “Mani-Festa-Ação do 17 na Alameda”. Chamado do AGAL
    A AGAL chama aos sóci@s, simpatizantes e amig@s à participação na manife do 17 de maio, fazendo parte do seu ‘Rancho Folclórico’ em representação dos diferentes ofícios tradicionais:
    religiosos: frades, freiras, padres, acólit@s, beat@s…
    músicais (gaitas de foles e cavaquinhos/ukeleles são bem recebidos)
    agropecuários: pastorinh@s, labreg@s,…
    A hora e o local marcado para encontro voltará a ser às 11h00 (GMT+2) n’A de Maria, devota taberna dedicada à Nossa Senhora ao lado do ponto de partida da mani-festa-ação: a Alameda de Santiago de Compostela.
  • “Vamos à rua, defender a língua!”. Comunicado da Gentalha
    A Gentalha caminhará co reintegracionismo no 17 de maio polas ruas de compostela.Nem minoritária nem autonómica, extensa e soberana!Se algo ficou claro nos últimos anos é a insuficiência dos discursos e as declaraçons de intençons na hora de dar ao galego o papel central que lhe corresponde como o mais antigo e identificador sinal de identidade do nosso povo.Se bem a prostraçom vem no nosso caso imposta durante tantos séculos de domínio castelhano-espanhol, nom há dúvida que nas últimas décadas se acelerou a desgaleguizaçom das pessoas mais novas, quebrando a transmissom intergeracional. A língua mostra desse modo as nefastas conseqüências que tem para qualquer povo a falta de soberania política, pondo em risco o seu futuro.O paradoxo está nas boas palavras com que está a ser envolto o ainda chamado “processo normalizador”, nunca nos últimos séculos tam institucionalizado e, ao mesmo tempo, tam minorizado e impedido de se desenvolver plenamente como nos dias de hoje.O abandono calculado, disfarçado de falsa proteçom, parecem ter condenado o nosso povo a um futuro, que vemos já no presente, em castelhano.Isto tem soluçom!Porém, iniciativas surgidas da base social, assim como a relativa vitalidade que ainda mantém em setores minoritários das geraçons mais novas, deve empurrar-nos a nom dar por perdida esta batalha. Se bem a situaçom é muito preocupante, contamos com algumhas ferramentas e potencialidades que, bem aproveitadas, podem ajudar a umha recuperaçom efetiva do galego.Existem ámbitos laborais, sindicais, culturais, musicais, educativos, desportivos e de ativismo popular em que já se desenvolvem iniciativas significativas, em que pessoas novas conseguem tornar realidade o velho anseio de Cabanilhas, fazendo da língua o nosso escudo.

    A força da unidade lingüística

    Entre os recursos com que contamos, está um totalmente desprezado polas forças responsáveis pola política lingüística oficial até hoje: a força da unidade lingüística galego-luso-brasileira, o que costumamos chamar reintegracionismo lingüístico.

    Longe de termos umha língua minoritária e autonómica, incapaz de concorrer com o espanhol, o galego pertence ao quarto espaço lingüístico do planeta. Nom seremos nós que estabeleçamos qualquer hierarquia lingüística em funçom do número de falantes, mas tampouco teimaremos em desprezar o que isso supom.

    A Europa tem numerosos exemplos semelhantes ao nosso, em que o bom senso favoreceu a articulaçom de línguas divididas entre vários estados, como acontece na falada a norte e sul do Minho.

    Soberania lingüística

    A soberania lingüística significa, no caso galego, a afirmaçom de que podemos desenvolver-nos plenamente como povo na nossa língua, e que nom temos que submeter-nos às limitaçons autonómicas com que o espanholismo pretende isolar o galego dos seus irmaos gémeos, português e brasileiro.

    Umha máxima abertura e colaboraçom no nosso ámbito lingüístico e cultural de ámbito internacional só trará vantagens num processo que, no fim das contas, deveremos desenvolver nós, sem tutelas alheias de nengum tipo, afirmando a territorialidade efetiva do galego na Galiza, como primeira língua do nosso povo.

    Só a multiplicaçom de iniciativas autogeradas na base social forçará mudanças que acabem por impor um novo rumo regaleguizador. E só assi poderemos aspirar a um futuro digno como povo.

    É na rua, em cada espaço de socializaçom, que essa luita se dá… e se ganha!

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