Anarquistas contra Syriza, essas coleguis gregas das Mareantes Podemitas.

Ninguém esquecerá (nom sendo podemita, mareante ou doutra confluência morada) os grandes laços de amizade entre Tsipras e Iglesias ou entre Tsripas e Beiras; por muito que agora pretendam “fazer de tsripas coraçom” e lhes cause verdadeira incomodidade que se lhes lembre pola sua apaixonada relaçom quando se presumiam como futuriveis governantes das espanhas todas e ansiavam possuir os mesmos loureiros de glória que seus compis gregos luziam já, como vencedores das eleiçons, nas suas amplas frontes.

Á contra, a gente anarquista nunca abandonou suas luitas e seus sonhos em construir um mundo milhor, nom só para a gente que nasceu e reside na Grécia, senom para todo o mundo e assim o demostram no seu dia a dia, no seu bo fazer internacionalista quando dam a cara contra das fronteiras, contra dos muros da vergonha e seguem levando a termo missons arriscadas como promover um assalto ao Parlamento grego durante as jornadas de greve que foram convocadas tras assumir as teses da Troika o governo de Syriza com o apoio da forza direitista cristã ortodoxa ANEL, e convocar o Parlamento para aprovar essas novas medidas de severa austeridade que desta volta atingem pessoas com incapacidades e pensionistas que trabalharam por toda vida, e das que já vos falei nestoutra entrada.

Agora e segundo contam na ANA (Agência de Notícias Anarquistas, 1 e 2) na quarta-feira 17 de maio, milhares de pessoas aderiram aos protestos da greve geral por toda a Grécia e se umha vida sem futuro nom fosse o suficiente, as ruas de Atenas foram preenchidas por milhares de policiais antidistúrbio para impor medo sobre as pessoas durante os protestos. Assim, durante o protesto em Atenas e tal como podedes ver no seguinte vídeo, anarquistas atacaram as brigadas de polícia antidistúrbio na Praça Syntagma, ao redor do parlamento grego, enquanto dentro dele políticos estavam a debater as novas medidas financeiras severas que serám impostas sobre o povo, sem o povo. Tamém no segundo dia da greve, 18 de maio, durante o protesto em Atenas, anarquistas tentaram invadir o parlamento grego e atacaram outra vez as brigadas policiais nas escadarias que levam ao pátio da frente do prédio enquanto do lado de dentro políticos estavam votando as novas medidas de austeridade financeira que serão impostas sobre o povo, sem o povo

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