Arquivo mensal: junho 2017

Portugal: O Povo é quem mais ordena!! Diante passividade dos governos, Ferraria de São João arrinca eucaliptos e planta árvores contra fogos

Graças a minhas compas piratas de Abordaxe, que colarom no seu blogue a notícia publicada no Jornal de Leiria, foi que tivem conhecemento desta iniciativa da Associação de Moradores da Ferraria de S. João, umha das 27 “Aldeias do Xisto” constituídas em rede e distribuídas pelo interior da Regiom Centro de Portugal, e que se definem como “a porta de entrada para um território maravilhoso com umha variada oferta de turismo e lazer em íntimo contacto com a Natureza e com as tradiçons culturais da regiom” (sic). A Ferraria de S. João salvou-se da queima graças umha faixa de sobreiros e outras árvores folhosas autóctones que nom permitiram o avanço do lume até esta aldeia do concelho de Penela pese a que estava rodeada de um deserto verde de Eucaliptos globulus. Algo similar ao que recolheu a foto publicada nas redes sociais tras o pavoroso incêndio que se levou a vida de 62 pessoas e que se “virou” famosa (“viral” dim-lhe agora). Foto á que eu já lhe dera publicidade no meu artigo “Eucalyptus globulus” ou “Gasoline Tree” causa do “ecocídio” galego-português e que volto a colar acá: Continuar lendo

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O anarquismo e a renovaçom de suas propostas emancipadoras x Capi Vidal

Recolho da traduçom da A.N.A. do artigo de Capi Vidal no seu blogue “Reflexiones desde Anarres”:

O anarquismo é inimigo de todo dogma e propulsor dum autêntico pensamento livre; por isso, está obrigado a revisar e renovar suas propostas, máxime em um cenário tão diferente daquele que viveram as militantes clássicas.

O mundo mudou radicalmente nas últimas décadas, ao ponto de que as antigas receitas emancipadoras, com umha concepçom da revoluçom social em letras maiúsculas, resultam questionáveis. Se perguntarmos à sociedade sobre os anseios anarquistas de liberdade, igualdade e justiça para todas, o mais provável é que, no melhor dos casos, consideram um belo sonho inalcançável. De tal modo, apesar de como o mundo se encontra, com umha evidente e crescente desigualdade econômica e política, e com a ameaça constante inclusive de destruiçom do planeta, as ideias libertárias som mais necessárias do que nunca. O que podemos fazer? Obviamente, nom nos conduzir rumo a desesperança e automarginalizaçom, nos fechando na defesa de princípios imóveis e nem numha atitude estéril de superioridade moral. A primeira tarefa é compreender que, por muito que apreciemos um vínculo com o passado, com o anarquismo clássico ou moderno, o mundo de hoje é muito diferente. Temos que compreender que a práxis levada a cabo pelas libertárias do passado, nom sabemos se estám ou nom obsoletas ou resultam absolutamente inviáveis, mas o certo é que pertencem a um mundo que já nom mais existe. Isso nom impede, obviamente, o aprendizado com essas militantes e pensadoras doutrora, mas nom podemos nos abundar em concepçons dogmáticas e nem numha espécie de atitude simplória adornada com belas palavras emancipadoras.
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ALARMA!! Compostela está a ser invadida por Carcundas Coloridas perigosas!!

Hoje saim da minha casa caminho do curro numha manhã chuviosa quando ainda os relojos nom deram as 8 e aos poucos vim, a vários metros por diante de mim, um ser estranho que levava umha vestimenta dumha cor moi viva e rechamante que lhe cobria enteirinho desde a cabeça até os seus quadris; e pese a esse recobrimento exterior via-se, mesmo de longe como eu estava, um enorme vulto que sobressaia nas suas costas a jeito de corcova ou carcunda.

À primeira vista desde a distância prudente que nos separava dava a sensaçom de ser um ser inofensivo e seu andar vagarinho e deambulante se me asemelhava ao dum zumbi que andivera canso e com fortes maniotas, assim que aos poucos fum reduzindo a distância e achegándo-me o suficinte como para observar que seus pés iam calçados com algo similar ao que por acá chamamos sandálias e suas penras (duas coma nós) cobertas com umha espécie de meias até os geonlhos.

Mas assim que ia reduzindo metros observei que entre os curiosos objetos que portava, levava numha das suas mãos o que sem dúvida tinha que ser um arma mortífera e moi perigosa, pois era de apariência moi similar ao que já nossas Forças Democráticas da Ordem e da Repressom da Dissidência Terrorista (FODEORREDITE nas suas siglas) descreveram numerosas vezes como armas de destruiçom e mesmo já fora proibido seu uso em protestos de rua pola sua alta perigosidade: Um pau grosso!! E nom só, porque a medida que minha vista me permitia observar milhor ao indivíduo e suas possessons e roupagem, vim que dita fatal arma rematava numha ponta afiada dum material similar ao nosso aceiro, o que, sem dúvida, convertia esta arma numha mortífera ferramenta. Isso foi o que me tirou para atrás no meu caminhar na sua direçom e foi entom que começei a sentir um tanto de medo e colhim um outro caminho para evitar ao estranho indivíduo, mas… foi umha decissom moi desafortunada…
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Rajoy em “El Club de la Comedia”

Recolho da canle de youtube de United Unknown:
Rajoy em El Club de la Comedia #1 Publicado em 6 de out de 2015.- O milhor monólogo de Mariano Rajoy! O preshidente abandona temporalmente o plasma para regalar-nos algumhas das suas memoráveis reflexons, dignas dum autêntico mestre da comédia.

Rajoy em El Club de la Comedia #2 Publicado em 22 de jun de 2017.- Por petiçom Popular, regressa nosso milhor monologuista.
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A Guardia Civil e a organizaçom criminosa e jerarquizada de alunos do insti de A Estrada

As forças de ordem espanholas andiveram estes dias pola Galiza de caça de terroristas ás que aplicar as suas mais “dura lex” . Mas depois de duas detençons frustradas de okupas e de indepes (umhas e outras só estiveram umhas horas retidas) semelha que ficaram fastidiados de nom atopar nada que poidera server para encirrar, sem ser julgadas, okupas e indepes num talego e aplicar-lhes de imediato a lei antiterrorista. Para elo mesmo servírom-se dos falsimédios e utilizarom técnicas göbbelianas (umha mentira repetida mil vezes convírte-se em verdade) e nom duvidarom em enlaçar as notícias destas detençons coas de supostos jihadistas para criar similitudes nessas mentes passivas que seguem olhando para o televisor como se seguira a ser umha fonte de informaçom viável e crível (meu avô materno mandava calar quando nos estertores do franquismo iam ponher o “parte” na tve e meu pai durante anos tirou do típico bordom assertivo para revocar opinions contrárias ás suas: “que saberás tu, se até o digerom na tele”). Pero por muito que o tentaram nenhuma das detidas nesses dias vissitou mais cela que as das comissarias e enquartelamentos e, índa que ficam pendentes de ser julgadas, todas ficarom em liberdade.

Semelha que a nenhuma das detidas nestas operaçons repressivas poderom aplicar-lhe as leis antiterroristas pese que insistem em vincula-las a supostos grupos criminais organizados. Poida que fosse por isso, ou por algumha outra razom que escapa aos meus entendimentos, que deviam estar ávidos de obter algumha vitória ás suas ânsias prisioneiras.

E por fim se atoparom com o que desejavam: Numha escola de A Estrada (“La Carretera” para aqueles falsimédios que seguem gostando de castelanizar nossos topónimos) levavam meses investigando umha trama que estava a pôr em perigo a toda a humanidade conhecida e por conhecer e nos aquertelamentos da Guarda Civil andavam á espera de que se lhes permitira umha rápida e eficaz intervençom que poidera solucionar os graves problemas aos que se veria abocado o mundo de nom faze-la com toda precauçom e seguridade.

E o momento esperado chegou ontem.
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