Trabalhadora de “El Correo Gallego” solicita ajuda de STOP Desafiuzamentos

O operário vítima dos atrassos no cobro das suas nóminas por parte da empresa proprietária deste jornal, Editorial Compostela, vem de receber umha demanda de desafiuzamento por impago das quotas hipotecárias da sua vivenda habitual. Teme ser despejado junto á sua família dado que o banco nom quer negociar a refinanciaçom da sua dívida nem alongar o seu prazo de amortizaçom aduzindo que nom há visos de recuperaçom económica da sua situaçom laboral dado que tudo aponta a umha pronta desapariçom desta empresa tras ser declarada legalmente em quebra por causa dos milhons que endivida a Abanca e isso pese a completar com éxito a operaçom bursatil para reduzir en mais da metade o valor da empresa.

A operária (jogamos coa indefiniçom de gênero para nom facilitar dados que poideram sinalar á vítima das más práticas inversoras da empresa) di ter medo de represálias por parte da direçom da empresa, sobretudo depois de que no mês de fevereiro passado o diretor de El Correo Gallego enviara a cada trabalhadora umha sua carta “ameaçadora” no dia antes da primeira protesta laboral diante da sua nova sede, no Polígono de Costa Velha (tras ter que abandonar sua sede da rua Preguntório por nom poder fazer fronte ao pago do aluguer), quando as trabalhadoras levavam já 6 meses sem cobrar e sendo vítimas dum ERE temporal.

É por isso que nom facilitamos filiaçom algumha da interessada polo seu manifesto medo a sofrer represálias e jogar-se passar a formar parte da lista negra dos proprietários dos médios e teme nom ser contratado por nenhum outro jornal no futuro.

Assim pois, dada sua situaçom desesperante que afeita a ela e sua família, este operário acudiu a solicitar ajuda a STOP Desafiuzamentos co galho de receber informaçom de como pode afrontar este tema que lhe veu sobrevido por causas alheias a ele.

Desde STOP Desafiuzamentos vam começar umha campanha orquestrada co galho de dar a conhecer seu caso e tentar forzar assim aos proprietários do jornal ao pago das suas quantiosas dívidas para com suas empregadas.

Mediometrio Florindo Sampaio


Pdt 1.- Esta notícia nom é completamente falsa, pois se bem nom é certo que houvera operário ou operária que acodira a STOP Desafiuzamentos a solicitar ajuda (bom igual sim, nom seria de estranhar, mas a dia de hoje eu nom tenho constância alguma delo) sim é verdade o das dívidas da empresa com Abanca, o da reduçom do valor da empresa e tamém o impago dos salários e o ERE e mesmo a carta ameaçadora assinada por José Manuel Rey Nóvoa, tamém é certo o de que tiverom que abandonar sua sede do Preguntório. De todas nom deixa de ser um ejércicio da liberdade de imprensa, essa mesma da que tiram jornalistas e colunistas dos falsimédios locais para mentir descaradamente e sem rubor sobre quanto se passava e se fazia no intérior do CSOA Escárnio e ao respeito dos sucessos vividos nesta cidade tras do seu despejo.

Pdt 2.- Pedo desculpas á gente envolvida em STOP Desafiuzamentos e tamém á gente que tivo que acodir de verdade a solicitar-lhe ajuda e apoio por fazer-lhe parte desta mentira ou meia verdade. Estou certo que o entenderám. Tamém solicito compreensom das poucas operárias e operários deste pseudojornal que se mantenhem dignas na sua luita polo cobro das suas nóminas.

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