Adicado com enorme carinho para aquelas que “se deixaram a pel” no Peleteiro. Em especial para todas as mancadas, retidas e detidas

“Eu nom estivem ai, assim que nom podo dizer se foi ajeitada ou nom. Crio que nom houvo pessoas feridas e que tudo rematou ao dia seguinte, com total normalidade”. Luis Villares, juiz espanhol e portavoz da Marea galega, ao respeito da atuaçom policial.

As declaraçons dalguns vividores da política som de traca; as de Villares já tenhem suas boíssimas replicas na rede, autoria da genialidade pirata de “Benito Soto Troleada Galega” e sua peculiar grafia que já criou escola: Mecsan por nos, pero komo lho no miré em ese preziso hinstante te voi dicir ke yueve”, “El 23F-1981 nom ouvo feridos, assim ke como eu nom estava allí nom tenho opiniom fundada do Golpe” ou “Eu, como nom fum enterrado em cal viva polo PSOE, nom tenho opiniom fundada dos GAL” e outras do tipo.

As palavras de Agustín Hernández, (ver foto) quem fora o 2º de Feijoó no parlamentinho e que tivera que renunciar as suas aspiraçons de ascenso no mando de praça para tentar, sem éxito, lava-la cara do PP na alcaldia compostelã depois dos affaires coa justiça dos seus antecesores, Gerardo Conde Roa (porfa Gerard, volta da Alemanha!!) e Ángel Currás, já tenhem sua resposta nos olhos e ouvidos de quem lá estivo e sobretudo nos seus corpos mancados; replicada mesmo por quem, coma mim nom estivemos, mas quisemos saber que se passou e para elo bastou-nos com olhar as imagens captadas por numerosas pessoas que amosam a esquisita violência policial e em particular o vídeo de Galiza ContraInfo que já colei na minha anteiror entrada. Galeano de certo que incluiria as palavras de Aigostirriním na sua listagem de palavros substitutos utilizados polos mass merdas e diria tal que assim: Agora á violência policial contra pacíficas manifestantes chamam-lhe delicadeza extrema

Mas, ao fio da crónica publicada em “A Irmandade da Costa”, semelha que tamém houvo, entre convocantes e participantes, quem manifestou seu entusiasmo polos desenvolvimento dos sucessos do Peleteiro; a todas elas, colo acá este vídeo dos Les Luthiers que me veu de jeito inevitável á minha memória quando soubem destes entusiasmos, porque como bem remata sua crónica meu compa da Irmandade: Ademais, que hostias! había que intentalo!… e a próxima vez vanse cagar!

Tamém aproveito esta entrada para dar-lhe pulo a estas imagens da Banda Desenhada autoria de Julia Marín Ramírez que recolhe suas impresons do protesto:

10, 100, 1000 Centros Sociais!!

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