O Capitalismo é o Terrorismo: Confirmado.- O lume da “Torre Grenfell” de London foi por causa do aforro de costes em material

“Eligirom esse material para que luzira mais bonita para os ricos, e agora esse material matou aos pobres. Nom lhes importavam os centos de pessoas que viviam lá”

Administradores do edifício aforraram 6.000 € para nom utilizar um revestimiento anti-inflamável; essa foi a causa principal das 79 pessoas mortas ou desaparecidas confirmadas até agora (apenas saem a 75 € por morte). As obras nom buscavam subsanar as deficências detetadas e denunciadas pola vizinhança (incluido o risco de incêndio) senom que só pretendiam embelecer seu exterior para que nom desluzira em Kensington, o bairro mais rico da Grã-Bretanha e paraíso de oligarcas rusos, jeques do Golfo e milhonários de todas partes do mundo.

mesmo os grandes falsimédios que nom gostam de fazer-lhe ás beiras á direitona (pois prefirem fazer-lhas á pola direitosa da socialdemocracia) falam sem pudor e rubor de que foram causas económicas ás que levaram a esta tragédia que afeitou a esta torre de vivendas sociais ubicadas no médio do bairro. De pensar mal poidera ser um plano diabólico de gerintrificaçom que daria para o argumento dum filme de nom-fiçom.

– Assim “El País” refleja as palavras de Anne Minton, profissora da Universidade do Leste de London e autora do livro “O gram capital e o control do solo”: “A torre converteu-se num símbolo das profundas desigualdades que lastram este pais. Estos residentes repetidamente advirtiram de que podia passar umha catástrofe, e nom se fijo nada. Há um fracasso de responsabilidade. Que teria passado se um só dos residentes multimilhonários dum arranha-céu de lujo se queixara sobre a sua seguridade?”. E mesmo dam voz á vizinhança: “Isto nom é coisa de pretos ou brancos, isto é de classe obreira. Sempre somos as vítimas. Somos as despossuidas. Nom nos veem!”. E sinalam que a ráiba da vizinhança vai contra quem permitiu que, numha torre de 24 andares que alojava mais dum cento de famílias, só tivera umha saida de emergência e nom houvesse rociadores de água, e que dita torre fosse envolta dum recubrimento altamente inflamável.

– E “La Vanguardia” incide tamém na gentrificaçom do bairro: Em Kensington nom tudo o mundo importa igual. Os mais pobres, entre eles imigrantes e assilados, som deixados da mão de Deus. Quando advirtem de que na sua vivenda há problemas de seguridade, as queixas som inhoradas. Quando ocorre a tragédia se lhes ameaça com deslocalizar-lhes a dez kilómetros de distância e som albergadas em condiçons lamentáveis. Os habitantes do lado pobre denunciam umha campanha de “limpeza social” para expulsar-lhes do bairro, derrubar suas vivendas e no seu lugar construir outras de lujo para deleite dos especuladores. É um jeito de apartheid, nom pola raza senom polo dinheiro.

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