Na Grécia podemita como na Espanha pepera: Presas por ser anarquistas ou por amizade com elas

Tasos Theofilou declarado inocente tras 5 anos preso entanto Irianna B.L é condenada a 13 anos de cárcere sem provas

Haverá quem, ao lêr este cabeçalho, que se diga que som um demagogo dado que a Syriza (o Podemos grego) nom estava no governo há 5 anos quando Tasos Theofilou fora detido e acusado de roubo a mão armada, assassinato e pertenência ao suposto grupo terrorista Conspiraçom das Células de Fogo (C.C.F.) graças a um material genético detetado num sombreiro que supostamente caira da cabeça dum dos ladrões entanto fugiam tras cometer um roubo com resultado de morte na ilha de Paros em 08/10/2012; e tampouco quando, julgado em 1º instância a finais de 2014, fora condenado a 25 anos de prissom sob cargos de cumplicidade por homicídio e roubo (já era só cúmplice e nom autor) e absolto de pertencer a C.C.F. O que o proprio Tasos considerou umha “soluçom temporal Solomónica” até o juízo na corte de apelaçom.

Sim governava Syriza quando tiverom lugar, este mesmo ano, as vistas da apelaçom ás que se referia Tasos e das que, como consequência, saiu agora absolto de todos os cargos quando já levava 5 anos preso por decissom política e com o aplauso entusiasta dos falsimédios que transmitiram sua detençom durante umha semana apresentando a Tasos como um assassino despiadado e suas fotos se volveram virais na rede. Estas suas palavras amosam seu estado de cabreio coa justiça e o regime: “Crio que o feito do meu arresto, a manipulaçom por parte dos médios de comunicaçom, minha detençom e minha conviçom inicial pugerom em perspectiva certos temas que nom tenhem a ver comigo persoalmente, senom que tenhem umha maior importância social e política, dado que é umha manifestaçom de como um estado policial despiadado intenta solidificar as dotrinas mais extremistas da repressom judicial: da natureza medieval do meu castigo público e do intento de reduzir os estereotipos criminais pre-modernos a um perfil fabricado, á criminalizaçom da amizade, do companherismo ou das relaçons sociais, assim como o uso de evidências sobrenaturais ou pseudocientíficas como o notório ADN num sombreiro, que constitue a base desta história, polo demais trágica”.

É dizer, Tasos Theofilou, que desde o primeiro momento manifestou por activa e passiva sua inocência neste caso; foi encirrado sem nenhumha prova nem evidência e mantido baixo qustódia até agora só por ser ANARQUISTA!!. Já o sinalara quem era comisionado do Serviço de Luita Contra o Terrorismo quando o juízo de 1ª instância, o sr. Hardalias: “Nom me importa se estivo ou nom no roubo. Nom me importam assuntos minores como provas. Tenho minhas razons para quere-lo no cárcere. E él estará no cárcere“. Um Serviço de Luita contra o Terrorismo que recebira como sua única e exclusiva responsabilidade a supresom do movimento anarquista.

Detençom de anarquistas, amizades e parelhas de ativistas converte-se numha prática comum da polícia grega (e que por estes lares tamém gostam de praticar).

E nessas quando entra Syriza no Governo nada muda ou, se o fai, é para pior. De feito há só umhas semanas, o ejecutivo grego propuso a modificaçom da Lei Antiterrorista para ampliar o catálogo de delitos que poderiam ser catalogados como “actos terroristas”; e se bem ao final nom foi aprovada, pretendia penalizar as declaraçons públicas, algo que, segundo expertos juristas, poderia chegar a violar a própria liberdade de expressom. Ve-se que o expertos gregos estám mais espertos que os espanhois, pois nestes lares dominados por suas leis, já é norma o de deter, multar e condenar por escrever o que se pensa na internet, ou por colar chistes ou por fazer cançons.

Só para rematar, dizer que Tasos tivo sorte, ainda que soe raro considerar afortunado a quem se passou 5 anos encirrado só pola sua ideologia anarquista; mas neste mundo do Capitalismo do Terror cabe essa possibilidade, só basta olhar o caso Irianna B.L, umha mulher grega que vem de ser condenada a 13 anos de cárcere. Seu delito ser umha jovem filóloga, estudiante de doutorado e professora de grego para gente refugiada; ah! e manter umha relaçom sentimental com quem, em 2102, a polícia grega considerava suspeitoso de formar parte das C.C.F.

Pese a que tras umha sua primeira detençom Irianna saira livre sem cargos e seu moço Konstantinos saira em liberdade provisória até juízo imputado de pertencia ás C.C.F. sua vida passou a ser um inferno. Irianna denunciara que aparecera sua foto numha web do governo na que publicavam as caras das terroristas para que a gente aportara provas. E em 2013 volve a ver-se acurralada por umha equipa armada com uniformes de negro e o seu rostro cuberto e um juiz decide abrir-lhe um processo por pertenência a banda armada e pose ilegal de armas. Já está na mesma situaçom que seu compa!!

Sua culpabilidade vêm dada por um seu suposto e impreciso rastro de ADN numhas supostas pistolas das que nem sequer se tem constância de que foram utilizadas para perpetrar algum delito e ainda menos que fossem propriedade de banda algumha. Um suposto vestígio de ADN que de tam minúsculo nunca chegou a poder examinar-se e ao que um doutor em genética concluiu num seu informe entregado ao tribunal que “nom se pode identificar sua identidade com o perfil genético parcial em questom” e alertava da existência de “trágicos erros, deficiências graves e desviaçons sinificativas”.

No passado 1 de junho celebrou-se o pleito contra Irianna. Konstantinos já fora declarado inocente por um outro tribunal, só ficava ela por liberar-se desse lastre que durava demasiados anos e tudo apontava a que tamém ficaria livre. Mas ao rematar as alegaçons das partes, o magistrado dictou sentência oral e retumbou na solemne sala judicial a palavra mais temida: “CULPÁVEL”, sentenciada a 13 anos de cárcere, sem ter em conta atenuantes (sem antecedentes judiciais, com trabalho estável,…) e com encarceramento imediato.

Assim contam sua sentença amizades de Irianna: “É como se te castigaram por tratar com anarquistas ou por ter relaçons com elas” e nom tenhem dúvida algumha de que “Irianna poderia ser qualquer” e que esta atitude política-judirídica-policial “servem para sementar o medo á hora mesmo de decidir com quem vas tomar café”.

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