Sobre o autor do crime da meninha de Sabiñánigo: Vigiante privado, filho de Guarda Civil e fascista (atualizaçom)

Os média de toda “españa una y nocincuentauna” qualificam este assassinato de barbaridade extrema e semelha que, por moi raro que pareza, nas suas primeiras informaçons e quando já era sabido quem foi seu autor e assassino da meninha de só 8 anos, e umha vez que este se autoproclamou culpável, tirarom luz das suas simpatias e filias para com partidos da ultradireita e de que gostava pular e compartilhar na rede vídeos fascistas, xenófobos e racistas e discriminatórios para com as mulheres. Tampouco ocultarom que seu pai fora Guarda Civil (já morreu) e que ele, ao igual que seu irmão e padrasto da meninha assassinada, estám na vigiância privativa (ao meu entender é de supôr que nom deram a talha para seguir a tradiçom familiar dada a facilidade com que filhos do corpo accedem ao mesmo).

Ah! da sua filiaçom a imensa maioria de falsimédios só deram seu nome: Ivan e as curiosas iniciais dos seus apelidos P.P. É claro que nom é um perigoso antisistema. Só é um assassino de mulheres que merece sua intimidade.

De feito os falsimédios só deram essa informaçom dos seus “particulares gostos” nos primeiros momentos; agora, além de dar a conhecer seus apelidos: Pardo Pena engadiram, no corpo das notícias, o feito de que a meninha, Naiara, sofrera torturas a mão do seu tiastro (inhoro se assim se chama ao irmão dum padastro). Um outro dado que incrementa o único valor que de verdade importa aos proprietários dos grandes médios porque fai medrar suas ventas: O MORBO. O mesmo do que tiram quando falam de nenas desaparecidas ou mortas em estranhas circunstâncias mórbidas (umha reflexom em voz alta: porque case sempre as vítimas desses casos som fémias??).

Por outra banda, nada estranho que um filho da Guarda Civil use a tortura. Este corpo armado figura nos sucessivos Informes dos comisionados especiais da ONU contra a tortura, Martin Scheinin e Theo van Boven, este último determinara nas suas conclusions do seu informe de 2004 que: «as práticas de tortura o tratos crueis, inumanos ou degradantes continuam ocorrendo na Espanha de maneira mais que esporádica ou incidental».

Pois isso, pese a contundência do sucesso volverá a ser tratado como nada mais que um outro caso ilhado!!

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