Santiago Maldonado é ANARQUISTA, índa que os médios queiram oculta-lo.

Escolhe qualquer buscador na rede e escreve a palavra anarquista junto seu nome e comprovarás que, agás nas páginas anarquistas, só aparecerám ligaçons onde se denunciam destroços ou combates produzidos por anarquistas (na sua singularidade de similar-nos a terroristas) nos protestos de rua onde milheiros de pessoas vozeam exigindo a apariçom com vida do companheiro que foi sequestreado em 1 de agosto polos esbirros a soldo do Estado argentino e da multinacional Benetton (sim essa firma comercial que fai spots hipócritas com gentes de pel de diferentes cores) que, no seu fazer cotiam, tirou do seu legítimo (ou deveria dizer legal) monopólio da violência para fazer desaparecer a Santiago Maldonado, “Lechuga” ou “Brujo” para nós as anarquistas. Um moço combativo e anarquista que se atopava participando numha toma de terras em solidariedade coa comunidade mapuche de Cusham quando foi desaparecido; e pese a que os falsimédios insistam em falar de ti só como dum “artesão” sem nenhum posiçonamento político e tentam negar pola tremenda seu espiritu de luita solidária e anarquista, os seus feitos; seus escritos e cançons falam por si sós. Assim tamém o reflejam vários escritos de suas compas argentinas, de quem o conhecem de sempre e quem foram os primeiros em sair ás ruas a demandar sua volta com vida, com ráiba e ánimos de revolta.

Tamém as anarquistas fomos as primeiras em fazer públicas as demandas dos “peñis” mapuches e amosar nossa solidariedade com esse povo que tem declarada a guerra aberta ao governo chileno e começa a agitar-se também do lado argentino em reclamo do que é justo. Santiago nom é um mártir nem um héroe, é só um mais das miles de anarquistas que em tudo o mundo som criminalizadas polas seus atos solidários e de luita contra as injustiças que desenham os possuidores do Deus dinheiro. “Lechuga” nom difere de nós em quanto a ser pessoa com fortes princípios solidários com quem luita e antiautoritária, pessoas que amam a terra que pisam porque formam parte dela e nom por ambicionar possuir mais que o resto. Por isso é que os mass merdas, vozeiros do Gram Capital, nunca o sinificarám como ANARQUISTA; porque isso seria ir na contra da sua campanha orquestrada de assimilar-nos a TERRORISTAS para desprestigiar nossas luitas contra o Capital.

Já há informaçom boa abondo para quem sabe buscar mais lá desses mentideiros polo que nom me vou estender mais. Isso sim vos deito acá dois vídeos: o 1º coas palavras escritas por “Lechuga” lidas polo seu irmão Sergio na manifa do 11 de agosto em Buenos Aires, quem foi quem as atopara na noite anterior entre as coisas de Santiago (tamém podedes lêr aqui o texto);
E o 2º que recolhe a sua cançom Argsesina (um rap que é o delírio artístico de Santiago “El Brujo” e de Gastón Fernández “Niño Belcebú” que se apresentam como Santa Blasfemia) que escreveram, cantaram e gravaram no ano passado, e onde fica moi clara sua posiçom:
Como dim no panfleto anónimo tirado por compas achegadas de Santiago: Atacarom, quiçás sem sabe-lo, á solidariedade porque nom a entendem, nom lhes entra na sua cabeça que umha pessoa tenha conviçons, queira mudar este mundo de merda e atue em consequência. Que digam o que quiger, que inventem as histórias que mais lhes servam para encuadrar-nos nos seus Códigos Penais. Sabemos que o Estado sequestra, mata ou tortura para conservar o privilégio, os médios de vida e a terra em mãos dos seus sócios.

Ou como contam no Comunicado de agrupaçons anarquistas argentinas: Santiago, O Solidário, negou e desafiou ao Estado e ao Capital no momento que pôs seus pés sobre as terras da comunidade mapuche. Esse ato de irmandade, de uniom fraternal dos povos, é um ato de desafio a todos os valores que sostenhem os de arriba, os verdadeiros terroristas. Santiago pôs em evidência índa mais o que vivem a cotio os povos originários destes territórios. Povos originários que se virom avassalados umha e outra vez polos invasores e polos amantes do Estado e da exploraçom capitalista.

Entre tanto por estes lares desinformativos prefirem falar de Colón e da insólita e injusta retirada das suas estátuas. Prefirem seguir loando o assassinato maciço desses povos originários!!

Pola apariçom com vida de Santiago Maldonado!
Pola terra e liberdade para os povos originários!
Terrorista é o Estado!

Uma ideia sobre “Santiago Maldonado é ANARQUISTA, índa que os médios queiram oculta-lo.

  1. Pingback: [Povo Mapuche] O “peñi” Facundo Jones Huala sae em liberdade e fai um chamado à unidade mapuche na luta contra o único inimigo: O Gram Capital | COMOCHOCONTO

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