De capitáns e de peixes mortos, marés nacionalistas na Catalunya.- Sobre a atitude anarquista em frente ao “Procés”

Vote quem vote, ganhe quem ganhe, a verdadeira triunfadora neste conflito som as instituiçons e a Democracia em geral.

De todas quantas coisas cairam nestes dias nas minhas mãos ao respeito do teminha “top ten” ou “trending topic” dos informativos e dos desinformativos, crio que esta é a que mais me tem feito pensar e mesmo pôr em questom até a minha própria vissom do suposto conflito catalám (que me construira sem ter nunca pisado tal território). É umha opiniom um tanto longa, mas moi doada de lêr e que recolhe aspetos que nom soem ser tratados nem nos médios favoráveis ao direito á autodeterminaçom dos povos nem nos favoráveis a que todas segamos vivendo baixo o jugo da España Una, Católica, Apostólica e Romana. Colhim-no do Indymédia Barcelona (traduzi-no) e nom tem assinatura, se bem remata com um “Saúde anárquica e nihilismo revolucionário”. Aconselho encarecido sua leitura pausada:

De capitáns e de peixes mortos, marés nacionalistas na Catalunya

Sobre a atitude anarquista em frente ao “Procés”

Quiçá muitas vimos este processo como um grande circo que fracassaria à volta do canto, quiçá subestimamos o efeito que produziria na sociedade e nom lhe demos relevância, já que faz uns meses para muitas anarquistas estava claro que a democracia, tenha a bandeira que tenha, é só um muro mais para desmantelar no caminho da autogestom das nossas vidas, no sujo e contraditório caminho que nos levaria à liberdade, e portanto, ao confronto com os falsos críticos e as forças que defendem a ordem.

É evidente que pouca tinta se deixou em propaganda nas ruas questionando ou pondo nossa perspectiva cara este processo, cada indivíduo e cada coletivo saberá suas razons para elo.

De modo que de nada vale levar-se as mãos à cabeça ou assinalar com o dedo ao “Movimento Anarquista” da Catalunya (se é que existe isto de forma orgânica e total) e culpabiliza-lo de irresponsável em frente a esta realidade. Repito: cada indivíduo e cada colectivo é responsável dos seus atos no caso de que agora o veja como umha falha estratégica.

Anarquistas a votar!

Parece que muitas “colegas”, no letargo das dinâmicas nas que vivemos, se esqueceram das bases do anarquismo.

Faço referência a isto porque algumhas das bases teórico/práticas som o internacionalismo como antagonismo às fronteiras e aos nacionalismos, o questionamento à autoridade dos estados e aos políticos como os gestores do capital. O mercado a nível mundial como a verdadeira vontade polas quais as sociedades atuais seguem o pulso da lógica capitalista com ritmo militar, já seja através de eleiçons democráticas ou de golpes de estado.

Nada contribuiria se começase a descrever o funcionamento do sistema democrático, mas sim que me interessa nom deixar de lado que é o sistema de governo mas útil ao capitalismo; um sistema no qual suas súbditas (suas governadas) nom sentem o peso de sua escravatura portanto a luita pola sua liberdade faz-se pouco evidente, já que estas já se sentem livres. O discurso dominante na sociedade democrática-capitalista é o de: ”Se livre! Sente! Experimenta!” e claro “Consome e Elege”. A democracia e o circo eleitoral coincidem perfeitamente com esta filosofia do capitalismo actual.

A perversom fecha-se com umha liberdade de eleiçom limitada por umha selva de legalidade rodeada de cordons policiais que marcam o limite da sobrevivência e a vida.

As montanhas de papeletas e a lógica da legalidade, som umhas das bases para manter esta sociedade de elite ou classes sociais que controlam económica, filosófica e politicamente ás governadas.

O ato do sufrágio universal tem por um lado umha leitura política quanto a número de governadas que aceitam esse sistema.

A estatística da quantidade de votantes nom é só um número que engrossa a determinado partido ou proposta, senom que é umha leitura da conformidade com a que a democracia se vê fortificada.

Existe o voto “consciente” (o sujeito que entende isto) e o da cidadá democrata, que acha que essa falsa eleiçom fai-na livre.

Mas estas duas formas de interpretar este feito só reforçam as percentagens finais do número de votantes, reforçam a hipocrisia do Sistema, reforça a perversom da ilusom pola qual a votante sente que muda algo, nesse tramite polo qual ela sente que deposita na urna umha quota de poder transformador.

O controle institucional, a repressom policial e os cárceres som parte fundamental das democracias tanto de esquerda como de direitas, já que a propriedade privada nom se questiona vinga de onde vinga.

Os cordons de milhares de pessoas que circundam as cidades na completa marginalidade material e cultural e os milhons de marginadas que gravitam em torno das grandes potências económicas também som necessárias para a estabilidade do capitalismo e a democracia. O paraíso oferecido tem um custo: o de exprimir e contaminar terras fora da ordem dos estados e o de precisar a estas pessoas para manter estável a lei de oferta e demanda, entroutras coisas.

Quando se abre a aparente janela da liberdade e a tampamos com um voto deste ou outro partido, de sim ou nom, em vez de oferecer atos de dignidade fora de seus tempos políticos, também reforçamos a malha de controle e assassinato das que nom possuímos a propriedade, das que decidiram avariar a roda da liberdade democrática.

Agora bem, como é que umha pessoa consciente de tudo isto decide que o voto hoje é um ato de desobediência ou parte dumha suposta mudança radical, sem mais?

Nom se trata aqui de falar de purismo anarquista, já que nom existe isto em nenhum conjunto de ideias ou de “ismos”, ninguém está fora da incoerência, já que vivemos na incoerência: cairám a maioria das incoerências políticas quando caia o capital e suas formas de gestom que tem o estado (democracia , ditadura , etc), quando se recupere a propriedade negada, a propriedade privada, quando nom exista umha elite que controle ás outras.

Mas isto nom justifica tudo, viver na incoerência fai-nos que elejamos que incoerência decidimos suportar e qual nom. É desde aqui, que se pode falar dumha ética e umha estratégia, isto é, um pensamento e umha prática inseparáveis, o norte na tormenta dos acontecimentos polos quais somos atravesadas constantemente.

O votar para umha anarquista nom é umha falha à Santa Igreja da Anarquia, senom que só revela a falha de análise da realidade por um lado, e por outro, a falha de profundidade de análise coletiva e individual das bases das ideias anarquistas e às leituras que deixa a história com o referente a luitas de caráter nacional.

Votar nom é umha incoerência, é umha eleiçom política e com mais peso se se trata de pessoas que entendem o que isto significa.

Nosso ego nom aceita as contradiçons, assim que procura justificaçons a nossos atos de todo tipo. Nestes dias escutam-se justificativas de sujeitas que se dim anarquistas do mais variadas e “divertidas”, mas nenhuma suporta a critica à democracia como sistema de manutençom da lógica do regime actual.

O terramoto do nacionalismo tem mobilizado o questionamento das ideias anarquistas, sobretudo das anarquistas nascidas na Catalunya, muitas decepcionadas do que há meses davam como um pilar mais em sua ética. Outras, simplesmente fazendo ouvidos surdos a suas críticas e deixando-se arrastar pola maré de sentimentos que estavam dormidos e inculcados desde a infância pola cultura de onde têm crescido. O nacionalismo no fundo é umha paixom e em frente a umha paixom nom há crítica racional ou leitura histórica que possa.

Conflito nacionalista como saída do conflito social O crescimento exponencial do nacionalismo catalám tem umha raiz muito próxima, apesar de que o conflito sobre a independência da Catalunya tem vários anos. A direita catalã tem sido o suficientemente hábil para pacificar os protestos e o descontentamento generalizado por causa do telefonema “crise” e transformar num conflito que já nom se resolve na rua, senom que o resolvem aquelas forças políticas e instituiçons que fai uns anos eram questionadas. Estas forças políticas hoje propõem algo real, concreto, pouco “ideologizado” e positivo: votar como forma de luita.

As grandes mobilizaçons de protesto na Catalunya punham o foco no questionamento aos bancos, ao capitalismo, as políticos e empresários que se viram favorecidos nos vaziamentos das arcas “públicas” com consequências penosas para a populaçom: impossibilidade de pagos de hipotecas, desafiuzamentos, despedimentos, mais precarizaçom laboral, suicídios de pessoas que se viram desbordadas por esta situaçom, etc.

As mobilizaçons passaram de ter um componente de ataque simbólico às entidades gestoras da miséria social a formar figuras nas ruas de Barcelona (por exemplo a grande “V” ou a grande “X”) pensadas para ser fotografadas desde o ar, todo marcado num ambiente lúdico, feriado e nacionalista, isto é: zero manifestaçom do conflito social no qual vivemos.

As manifestaçons em massa agora estám aspergidas com um espírito de “rebeldia”. O discurso (por dize-lo dumha forma acotada) de “classe” desaparece e o responsável de tudo se passa a estar longe de nós: isto é, cala o discurso do imperialismo espanhol.

É um golpe mestre: por um lado reforça-se a ideia do inimigo externo (trazendo a nota imagens do 36), onde se reforça a ideia da vítima heroica, “Espanha oprime-nos”; por outro lado, reforça-se o nacionalismo catalám e a burguesia catalã fica intacta. Tudo, com um sozinho movimento.

A direita nom teve nenhum problema em sacar essa récua de lembranças, nom porque o capitalismo na Catalunya vaia cair, senom porque de todo este descontentamento social observou que outros partidos novos já estavam a sacar proveito. A direita precisava umha saída e encontrou-na através de acercar-se discursivamente ao seu antagónico no manejo do poder: a dispar esquerda catalã, o ideal de unidade e de naçom-estado emergente.

Assim, denantes o ser independentista era quase associado à radicalidade de esquerdas e hoje pretende ser um clamor popular, tanto de direitas nacionalistas como de esquerdas “radicais”, que nos demonstraram já quais som suas tábuas de prioridades, quanto a meios e fins se trata.

A CUP é o partido que se jacta de levar a cabo a democracia direita a nível interno: nom há mais que ir umha dessas grandes obras teatrais que elas chamam assembleias para ver como o espectáculo da democracia mente-se a si mesmo como se dois espelhos se enfrontaram (a plateia e a mesa no cenário) criando assim umha verdade que se repete dentro de si mesma: “Somos assemblearias, somos as verdadeiras demócratas de base”. Desde as portas desses grandes teatros sente-se o fétido cheiro a comida rância e quando te sentas para preparar umha proposta já está a mesa servida e as propostas votándo-se, já esta todo cozinhado de umha forma politicamente correcta. Que viva a democracia direita e o mito das grandes assembleias participativas.

O discurso da desobediência era justo o componente rebelde que precisavam para terminar de canalizar o descontentamento popular e poder acercar a outras situaçons de rebeldia a nível histórico. Ganhando assim simpatia a nível local e internacional, deixando de lado que a suposta Desobediência nom é mais que umha estratégia que jamais pretende questionar as mãos dos amos que sujeitam as correias.

A desobediência hoje proposta, nom é mais que um grande espectáculo que se rege com as normas de outro espectáculo maior e brutal: o espectáculo da democracia.

Toda a açom de rua hoje, está respaldada num sentimento de inocência jurisdicional e de legalidade negada.

O escudo da democracia

Vote quem vote, ganhe quem ganhe, a verdadeira triunfadora neste conflito som as instituiçons e a Democracia em geral. Nom só porque nom é objeto de questionamento nem ataque, senom porque é o leit motiv das forças independentistas e do PP como porta-voz da unidade espanhola.

As duas forças utilizam à democracia como escudo, e ridiculamente, as duas forças têm exprimido nestes dias a lógica deste Sistema para levar a bom porto a suas estratégias (a estratégia para permitir o referendo no Parlament e a aplicaçom de forma encoberta do 155 por parte do PP). Mas este “manuseio” da democracia nom é mais que a lógica mais pura deste sistema, por isso é o sistema mais rentável para as elites de Espanha, da Catalunya e do mundo, porque todo se faz dentro dumha aparente lógica neutra, quando a realidade mais pura é que tudo se faz por interesses político-económicos específicos da cada partido; e as leis, senom se podem saltar, “interpretam-se”. As doutoras em interpretar a lei som as juristas, graças a estas e a quem compartilham estas inquietudes morbosas pode-se justificar todo na democracia: desde os registros a partidos políticos da concorrência, até a militarizaçom das ruas.

Dita militarizaçom é marca registada da Generalitat Catalã, o controle inteligente em Barcelona quase que nom tem comparaçom com outra cidade do Estado espanhol e de Europa.

As ruas som nossas, física e politicamente quando questionamos este controle.

A normalidade em Barcelona é de extrema militarizaçom quotidiana, nom só por todos os corpos de polícia existentes – polícias locais, Guarda Urbana, Mossos d’Esquadra, e nestes dias, a Polícia civil e a Polícia Nacional – senom também pola cidadá respetável que assimilou o discurso do civismo.

As ruas barcelonesas e catalãs nom se militarizarom o 20 S, o estado policial está aqui faz tempo, as furgonas policiais nom estám só no porto nestes dias, estám estacionados nas festas maiores sem ninguém dentro, nos cantos de teu bairro e na porta da fábrica quando há greves.

Vivemos num estado policial e militar faz anos! E as que luitamos contra estes e os interesses que defendem, nunca paramos de ver como pisavam e vulneravam os direitos dos que falam os políticos hoje.

As imigrantes e as marginadas da Barcelona alumiada e monitorada 24hs conhecemos tratos muito piores das polícias locais e das instituiçons Catalãs e espanholas.

Os respeitosos registros destes dias aos políticos que justificavam e justificam estas actuaçons no estado de direito, hoje jogam o papel de Vítima com um carácter popular de pseudoluita, de ai as declaraçons de Mas pola rádio dizendo: “si toquen a uns, toquen a tots”; ou as declaraçons do vice-presidente da Generalitat, Oriol Junqueras: “solament el poble pot salvar al poble”. A intervençom policial no processo de referendo simbólico que estamos a viver, nom só pôs aos políticos e as instituiçons catalãs na posiçom de “represaliadas”, senom que unificou ás votantes indecisas e ás nom votantes também, como se vulnerar as instituiçons catalãs seja um símil de vulnerar a liberdade do povo que vive na Catalunya.

O processo pola independência e a criaçom de um estado catalám, tem tido que se ver reforçado por outras ideias e conceitos que nom tenham estado tam questionados historicamente como a democracia.

O telefonema “Autodeterminaçom dos povos” termina de selar a veracidade do processo independentista.

Quem pode estar na contramão da liberdade, igualdade, fraternidade e da autodeterminaçom dos povos? Esta é outra pergunta perversa, digna dum político.

A neutralidade

A neutralidade nom se passa por votar ou nom votar, por estar na rua com as massas ou ficar no sofá de casa. Esse é o discurso da democracia, essa é sua lógica que minimiza a vida às regras que põe sobre seu jogo. A neutralidade neste mundo é um conceito que nom existe.

Entom em frente à inquietude de com quem se posicionarám as anarquistas em frente ao avanço fascista espanholista? A resposta é simples: a pergunta em se, ou está mau formulada ou é umha armadilha.

Iremos a por os que sempre temos ido: a por os fascistas espanhóis e a por os fascistas cataláns, e a por os de qualquer parte do mundo. O fascismo nom está fora da Catalunya esperando a ordem para entrar. O fascismo é parte do estado atual e do que se proponhem fundar as independentistas, com forma de república ou nom. O fascismo está nas relaçons humanas e se combate desde aí para afora.

Se existe umha língua oprimida há que a defender, a esta e às demais línguas que convivem num território; se existe umha cultura oprimida estaremos de seu lado, mas de forma crítica e construtiva, observando os valores das estandardizaçons das linguagens, vivendo as culturas e pulindo os valores autoritários que têm as mesmas, sem transformar o respeito a umha cultura, em obediência a suas tradiçons, seja a língua e a cultura catalã ou qualquer outra da qual decidamos fazer parte.

Sobre as alianças neste conflito

Considero às alianças com os partidos políticos ou movimentos que luitam pola democracia como erros, que mais que contradiçons internas seriam horrores históricos.

Ao nom estar numha situaçom extrema como é a guerra ou a revoluçom, é estúpido pensar em isto. Há que ser muito ilusa para comparar esta situaçom à do 36, ou a qualquer situaçom na que desobedecer significa um tiro na frente ou algo pior. E ainda que estivéssemos nessa situaçom, é um tema tam sério e complexo que nom se pode avaliar às presas.

O que é evidente é que se há espírito de combate e dignidade em todo este conflito e consegue-se desbordar a visom dum estado e a democracia contra a visom dum futuro estado e sua futura democracia, entom estaremos ó seu carom, como temos estado nas greves e nas ruas de dia e de noite apontando para os objectivos que reproduzem a dominaçom.

Se consegue-se romper o esquema de “polícia bom e polícia mau”, do “sim ou nom”, lá estaremos solidarizándo-nos com os atos de dignidade que haja. Entretanto apontaremos a onde sempre apontamos.

E agora que?

O problema proposto hoje seria como evitar que as anarquistas nos transformemos num grupo de choque do nacionalismo catalám.

Veremos ás anarquistas brigando com a polícia nacional enquanto estes irrompem em locais para se levar as urnas?

Estaremos com o povo na rua insultando aos nacionais ou a policia civil enquanto os Mossos d’Esquadra protegem-nos invisibilizándo-lhes como força repressora?

Se os mossos mudam a atitude “neutra” que mantêm agora e se passam a umha atitude mais repressiva, gerando resposta popular contra os mossos, mas se mantém o discurso nacionalista democrata capitalista… É valida a luita nacionalista nesse momento?

Seremos as anarquistas as primeiras em enfrontar-nos aos grupos de fascistas espanholistas que têm pensado manifestar-se em Barcelona?

Se há umha greve geral, Como será umha greve geral nacionalista? as instituiçons catalás e os bancos locais serám protegidos polo povo?

Se nom estamos abertas a interpretar a realidade, está nos leva para o nacionalismo ou para outro erro histórico. Cada qual avaliará se o anarquismo neste conflito é a quinta pata da mesa ou se têm um papel essencial como um discurso que pode ser assimilado polas que estám nas ruas questionando as bases da repressom e transformando seus atos civis em atos de dignidade.

É de vital importância entender que nom sempre as massas nas ruas som sinônimos de possibilidade de revolta, insurreiçom ou de acumulaçom de experiência e de forças.

Deixar-se arrastar pola seduçom das massas nas ruas é um erro emocional, desestimar todo este processo também considero que o é.

Fága-se o que se faga o mais importante som as razons polas quais se está nas ruas ou nom. Só umha análise profunda da situaçom nom nos ponherá do lado do inimigo.

Apontando para o fim de toda dominaçom e das que nos desejam dominadas.

Saúde anárquica e nihilismo revolucionário

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