PAS laboral da USC vence ao reitor e sindicatos pactistas!! e “La Coz de Malicia” manipula, minte e nom sabe de que fala!!

Suponho que esta entrada pouco vai interesar a quem vissite este blogue; pero para mim é o resultado dumha experiência de solidariedade laboral que nom pensei que se poidera dar no contexto actual e da que me sinto moi orgulhoso de ter aportado o meu pequeno grao de area.
Tudo começou quando o governo da USC amossou seu interés em fazer do PAS um corpo único e para elo reuniu-se com sindicalistas pactistas para tratar de chegar a um acordo de funcionarizaçom do PAS Laboral. O que nom esperavam uns e outros foi que o PAS Laboral reaccionara como o fijo diante da merda de acordo assinado pola Gerência da USC com o voto a favor de CCOO e TGU (grupo de funcionários escindidos de UGT), a abstençom de UGT e CSIF e só o voto em contra da CIG. Dito iso passo a respostar á jornalista (ou mais bem deveria escrever jornatonta ou jornainhorante) de “La Coz” Susana Luaña, que nom da umha nem a direitas nem a esquerdas:

Nom foi o “persoal administrativo” senom tudo o contrário, fumos o “pessoal LABORAL”. O pessoal administrativo é o que já é funcionário desde sempre (essa gente que vedes nos seus despachos entre arquivadores e computadoras e/ou nas bilbiotecas); o PAS laboral somos as bedeis, tecnicas informáticas, persoal auxiliar de laboratorios, pintores, arquitecto, jardineiras,… e outras trabalhadoras de ofícios e professons várias, com diferentes escalas e responsabilidades e em consequência diferentes salários (1 pessoa do grupo mais alto cobra 2 vezes e média mais que 1 do grupo mais baixo).

O acordo foi rejeitado por diferentes motivos nos que caberia destacar que na mesa de negociaçom nom estavam sentadas nossas representantes legais (comité de empresa) senom delegados dos sindicatos pactistas (CCOO, UGT, CSIF e CIG e mais GTU), pessoas que ninguém escolheu e no que caberia sinificar que 10 eram funcionários e só 5 laborais pola parte social e outros tantos funcionários encabeçados polo Gerente na parte empresarial.

A empresa (USC) tinha interés em fazer-nos funcionárias porque assim aforrará pagos a fazenda (um 5’5% que agora vam a aportes para desemprego; umha partida totalmente solidária) pero no acordo esse aforro da USC era repartido entre todo o PAS de maneira moi desigual favorecendo ao PAS que já é funcionário (é dizer cos nossos quartos iam ver medradas suas nóminas as funcionárias em muita maior quantia do que nós).

Pese a isso CCOO, CSIF e UGT, maioria no Comité de Empresa, tentarom colar o acordo mentindo e manipulando dados e para elo contarom com o apoio do governo da USC e do mesmíssimo magnífico REITOR, que em plam Felipe VI, remitiu um seu correio pedindo o voto para o SI.

Mas a jogada saiu-lhes moi mal pois um grupo de laborais (sem sindicaçom, índa que algumas si tenham cartom sindical) recolhendo sinaturas, forçarom ao Comité a umha  convocatória de assembleias para debater o acordo e tomar postura conjunta. Nessas assembleias (umha no campus de Compostela e outra no de Lugo e ás que nom tiveram a bem assistir as membros do Comité) acordou-se forçar ao Comité e sindicatos a assumir um referendum, coas opçons sim ou nom a dito acordo, de caráter vinculante e que tivo o resultado que di La Coz 94 sies e 359 noes (6 em branco e 121 abstençons) . Além devido á censura da USC que nom facilitou o envio de propaganda polo nom a través das listas de correios da universidade, criou-se o blogue “Funcionarización na USC – Información e debate sobre o proceso de funcionarización do persoal laboral da USC”.

E agora vou por vostede senhora Luaña, pois se ben nom sei quem lhe malinformou hei dizer-lhe que é umha mentira interesada dizer que o PAS Laboral cobramos mais que o PAS Funcionario e que isso foi o que motivou a vitória do NOM.

Á contra!! o verdadeiro motivo foi a NOSSA DIGNIDADE, que se viu atacada polos poderes académicos e os sindicatos pactistas, como CCOO (enviarom um correio ameaçador dezindo que era este acordo ou nada e pouco menos que advirtindo de que si saia o nom iamos a ficar sem os quartos que nos correspondem e que nos deve a USC desde há meses) e UGT (estes mesmo remitirom um seu correio chamando a que á gente votara conforme só seus intereses; um chamado ao individualismo por um sindicato que esquece que a solidariedade operária é um princípio que deveriam fomentar e propagar).

Ganhamos com um resultado folgado (mais dum 60% do censo e mais dum 78% das votantes) pese a que nom se nos permitiu fazer campanha a través da lista de correios de PAS (controlada por umha vicegerente, funcionária filiada a CCOO, que ejerceu de censora oficial).

Hoje, por primeira vez em muitos anos, voltei a sentir-me orgulhoso das minhas compas.

E alédo-me dizendo: CCOO, CSIF e UGT sindicatos mafiosos da patronal!!

 

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