[Atualizaçom] Estrea na Galiza do Documentário “COPEL: Uma História de Rebeldia e Dignidade” – Dias 9 na Corunha, 14 em Compostela e 15 em Lugo


O Ateneo Libertario “Xosé Tarrío” de A Corunha (dia 9 ás 19 hs), o CSA de Sar de Compostela (dia 14 ás 20 hs) e mais o Ateneo Libertario “A Engranaxe” de Lugo (dia 15 ás 20:30′ hs) serám os cenários escolhidos para a estrea e apresentaçom deste moi interesante documentário na Galiza. Nas apresentaçons estará presente algum dos participantes que colabouraram na elaboraçom deste filme que, por fim e depois de 13 anos de árduos trabalhos, está rematado e já se está a projetar em diferentes espaços alternativos do território do estado espanhol.

No filme cónta-se a história da COPEL (COrdinadora de Presos Em Luita), desse coletivo dos presos comuns que, durante a “Transaçom á Democracia”, decidiram luitar pola sua liberdade em demanda da ampliaçom da amnistia para todas as presas -e nom só para as consideradas presas políticas-  dado que estas presas, denominadas sociais, consideravam-se tamém presas políticas do Franquismo e de ai jurdeu o emprendemento duma luita coletiva para fazer pressom sobre o governo do Estado recém saido da Ditadura. Uma história de auto-organizaçom na que as pessoas presas mantiveram suas práticas mais eficientes para acadar seu fim mais desejado, a sua liberdade.

O Documentário (em castelám) recolhe duzias de entrevistas a expresos, a fundadores e militantes da COPEL, a advogadas da época, jornalistas, familiares e a militantes de organizaçons anarquistas que apoiaram esta luita desde afora dos cárceres.

Dani Pont, uma das pessoas fundadoras da COPEL que se lançou a impulsar este projeto que já é uma realidade contava há coisa dum ano no jornal Diagonal  que “uma das razons fundamentais para fazer agora este documentário é a necessidade de recuperar uma luita que, durante tres anos tivera em jaque ao Estado e tamém a necessidade de recuperar a memória histórica, de reescrever a história do povo”.

A COPEL nascera em 1976 quando desde o cárcere de Carabanchel, e depois desde distintas prisions, centos de pessoas presas se organizaram para reclamar sua amnistia e a reforma do sistema penal e penitenciário. “Foi uma etapa moi intensa, moi longa. Tres anos de moi intensa atividade, de autolesions, de greves de fame, motins, de muitos companheiros mortos… Em fim, de confrontaçom direita com o Estado”, conclue Dani Pont.

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