Os médios colaboracionistas dos nazis Vs. A memôria que nom esquece…

«Si no hubiera otro medio que la violencia, ¿qué importa? Todo sistema se ha implantado violentamente, incluso el blando liberalismo». José Antonio Primo de Rivera, 2 de abril de 1933.

Dim que Rodrigo matou um home porque levava uns tirantes coa bandeira española. Choram sua morte hipócritas representantes da sua democracia e mesmo alguns gardam um minuto de silêncio na sua homenagem e depois aplaudem a quem era conhecido em Zaragoza por sair, junto seu grupo de moteros, á caça de migrantes, homosexuais ou “rojos”. Ele, Víctor Laínez, contava com antecedentes por agressons de carater racial e ideológico. Nom era, como nos querem fazer crêr os médios de (in)comunicaçom, um senhor maior que gostava de beber gintonics acovadado nas barras dos bares; um demócrata a quem lhe gostava luzir sua bandeira pátria nas suas roupas e complementos, um motero amante dos seus animais, e pese a que tivera um passado ligado á Falange Española y de las JONS e a Legión, só foram pecadinhos sem importância duma aloucada joventude já deixada atrás. O mau para estes mentideiros colabouracionistas é que, pese á rapidez que se tomaram para tratar de borrar todo seu historial da rede de redes, nom poideram evitar que sairam á luz imagens onde Laínez possa abraçado um seu amigo que luze um Hail Hitler na sua camisola, e nom é uma foto da sua joventude, como tampouco é daquelas a foto no que se lhe vê desfilando com uniforme falangista.

Falange Española y de las JONS é um partido que nasce com vocaçom de seguir os passos de Mussolini na Itália e de Hitler na Alemanha, atentar coas armas contra toda pessoa revolucionária: “Nuestro sitio está al aire libre, bajo la noche clara, arma al brazo” assim rematava seu discurso Jose Antonio Primo de Rivera no «Acto de afirmación nacional» com que se apresentara a coaligaçom FE de las Jons, que considera que “la violencia es lícita al servicio de la razón y de la justicia”.

E índa que a imprensa do regime faga todo quanto está nas suas mans para silenciar e manipular a informaçom, há dados que apontam a que membros de FE de las JONS e doutras organizaçons da ultradireita espanhola som responsáveis de 4.000 agressons cada ano e 88 pessoas mortas no periodo de 1990 a 2015, segundo aponta um falsimédio com o (in)Mundo, por razons de ódio xenófobo ou homófobo segundo aporta o Informe Raxen que tamém sinala a existência de mais de 10.000 ultras e neonazis no estado espanhol e mais de 1.000 sites xenófobos na Internet. Além em 2008 era feita pública nalguns médios altternativos uma Listagem de assassinatos a mans de fascistas desde o início dos 90, onde contabilizarom-se vários miles de agressons protagonizadas por bandas racistas e grupos neonazis, com vários miles de vítimas agredidas e mais de médio cento de assessinatos, e no que se aclara que, por suposto, nom estám todas dada que a maioria nom tiveram difusom mediática e quando a tiveram foram tergiversadas e manipuladas para assim dar apariência de ser um feito ilhado; como quando pilham a um membros dos corpos repressivos ou das forças armadas participando dum ato ilegal ou criminal: “som só casos ilhados”.

E deste jeito os falsimédios nom só colaboram a silenciar estes atos criminais a mans de fascistas, senom que, de quando em vez, e cada vez de maneira mais recurrente, vam-nos apresentado a estes e estas elementos xenófobas e racistas como vítimas; Passou com aquela bicha murciana do Hogar Social: Lucía García de la Calzada alcumada “La Intocable”, moça neonazi murciana neta dum garda civil, apancada na porta dum local de copas por vários antifascistas e que pouco depois soubo-se que a pobrinha apancada participara dum grupo duns trinta neonazis que a emprenderam a golpes com uma família num restaurante com tal brutalidade que tivera que intervir o serviço sanitário do 112 para atender a 3 feridas, a mais grave umha mulher de 50 anos de idade. Tamém recém os falimédios difundirom a notícia duma pobre moça duma família ameaçada por ter uma bandeira espanhola colgada e depois, tal como vedes na foto, soubo-se de que pau ia a pobrinha chorona.

Agora semelha que o Víctor Laínez era um anginho e Rodrigo Lanza um assassino covarde que atacou ao inocente motero polas costas porque levava uns tirantes ao estilo Fraga e diante disto nom há justificaçom alguma para defender seus atos, já foi condenado polos médios, já sua imagem e seu passado como preso (já finiquitada sua condena) estám a ser postos enriba da mesa para nom deixar nem um atisbo de dúvida em como forom os feitos e dar por boa a informaçom que ditam estes falsimédios a coro e que sinala a Rodrigo como autor dum assassinato premeditado e covarde por razons de ódio e isso denates de que se soubera a versom dada por Rodrigo que, quando pudo falar (estivo incomunicado durante 72 horas) declarou que fora um ato de autodefensa ante o ataque de Laínez com uma navalha.

Eu nom vou a entrar em como foi ou como nom foi; já me causa estranheça o feito de que digam que justo onde ocorreram os feitos nom há cámaras de vigiança; curioso, moi curioso, dado que o centro histórico de Zaragoza, ao igual que se passa em Compostela (que dito seja de passo, ambas cidades com alcaides podemitas ou confluintes), está enchida de camaras. Tamém é curioso que se veja envolto nisto um moço okupa antisitema de origem chileno em Zaragoza; mesma origem e ideologia que, Mónica e Francisco, as implicadas no estranho caso da bomba de El Pilar.

O que tenho claro é que nom vou seguir-lhe o jogo aos médios que colaboram com o silenciamento das miles de agressons e dos assassinatos a mans de fascistas e que, sem dar pé a conhecer a verdade, criminalizam a luita antifascista e pretendem fazer causa de que se Rodrigo Lanza é um assassino, todas as pessoas que apoiamos e ajudamos a difundir o documentário do caso 4F, deveriamos ajoelhar-nos diante duma imagem de Hitler, Mussolini e Franco e pedir desculpas.

Eu nom vou faze-lo nunca e remato com esta conhecida sentência, autoria do político conservador inglês Edmund Burke (índa que a bulologia diga que foi dita polo Che): “Um povo que nom conhece a sua história está condenado a repeti-la”

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