Podemos e sua hipócrita máscara de “as de abaixo”.

Quando sairam a caverna mediática, as e os podemitas mais vissíveis foram conhecidas pola sua relaçom académica coa Universidade Autónoma de Madrid (curiosa coincidência com os chamados “7 pais da constituiçom espanhola” dado que 3 deles, Pérez Llorca, Peces Barba e Fraga, tamém tiveram fortes laços com esta universidade). Suas primeiras declaraçons nos falsimédios na busca dum eleitorado, foi a de que eram uma equipa de gente que nom se definiam nem de esquerdas nem de direitas (seguindo a mesma teima que José Antonio Primo de Rivera) senom de abaixo para luitar cos de arriba, sob aquela patética consigna de “Somos o 99%!!”.

Naqueles intres já algumas vímos-lhe as orelhas ao lobo quando se apresentarom como nova corrente partidária rupturista: Oportunistas universitários querendo fazer caixa á conta do 15M!! Mas índa assim assistimos a ver como, mesmo gente que se dizia libertária e mesmo anarquista, flipava coas suas fantasias animadas e ia depositar seu voto de confiança a estas novas vividoras da política representativa. Algumas memso cansamos de advertir-lhes de que nada bo podia haver em quem pretendiam ser a voz das de abaixo quando nunca sofrerom como tais as miserias do capitalismo democrático polo que advogavam e advogam. A ilusom, junto coa esperança, ve-se que seguem a ser as derradeiras que se perdem e um feixe de ingénuas foram votar polas novas missonárias da fe democrática.

Mas as últimas intervençons podémicas poida que servam para aclarar conceitos e despejar dúvidas para sempre e para que voltem ao rego abstencionista aquelas iludidas por “El Coletas” e sua tropa:

1º O ex JEMAD (Jefe de Estado MAior para a Defesa) e Otanista, Julio Rodríguez, vem de ser escolhido como General Secretário General de Podemos na capital das espanhas. Depois do seu estrepitoso fracaso eleitoral em Zaragoza e Almeria é ascendido agora a Madrid, onde mau será que nom quite um dos 36 escanos que correspondem a esta circunscripçom eleitoral.

2º A ex juíza Manuela Carmena, alcaidesa de Madrid, tras claudicar diante de Montoro, vem de aprovar seus Plano Económico Financieiro graças ao voto favorável do PP tras o abandono do pleno de 6 ediles podemitas em protesto polo cese do conselheiro delegado de economia e fazenda.

3º A podemita compostelá de família de avoengo farmaceútico que semelha renegar do seu lugar de nascemento e com residência fija em Madrid (quando nom está no Paço familiar de feiras) e suas declaraçons de amor por Espanha e contra das nacionalidades sem estado, situam a Podemos mais perto da Falange Española de las Jons que da esquerda antisistema que diziam representar. Pero que se pode esperar da filha pródiga do negócio das drogas (“legais” dado que constituem um dos grandes negócios do Capitalismo Internacional, graças ás patentes, e que junto á venda de armas e a trata de escravas sexuais, constituem os pilares das grandes fortunas mundiais)

4º Os numerosos avissos e chamados de “El Coletas” para nom chistar por nada que poidera despertar aos nazis. De ai viriam suas denúncias e acusaçons aos partidos independentistas por ter despertado ao monstro durmido; e suas posturas da falsa equidistânica no Procés catalám que pode deixa-los á altura do PP em quanto a nº de votos; depois de ter sido a opçom mais votada na Catalunya quando as últimas eleiçons gerais ao congresso de diputados.

5º O inefável Monedero e seu amor a España e Venezuela que lhe levarom a ser dos primeirinhos em dizer que o referendum de autodeterminaçom de Catalunya era falso e tamém o primeirinho da cúpula podemita em invitar a Dante Fachín (ex-secretário geral de Podem Catalunya) a marchar da formaçom morada, num gesto que a mim me lembra mais as posturas stalinistas do ordeno e mando desde arriba (similares ás franquistas e falangistas) que a sua falsidade de somos “as de abaixo”. Na mesma onda viriam as palavras do equidistonto Coletas ao Dante denantes de desfenestra-lo ao respeito de que “tenemos que rezar para que el día 1 de octubre no haya un referéndum”, moi próprio dum Iglesias pero nom de quem dim vir a mudar as regras do jogo.

Podemos seguir assim até o infinito e mais alá, pero nom me trougem o almorço.

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