Arquivo mensal: janeiro 2018

[Curdistám sírio] Comunicado de DAF (Açom Revolucionária Anarquista) e outras novidades sobre o ataque da Turquia sobre Efrîn.

DAF: Os Estados em guerra contra o povo perderám

Efrîn pertence aos povos de Efrîn. Os povos que têm vivido em Efrîn nasceram nestas terras e morreram nestas terras. Viver ali nom está relacionado com nenhum plano ou programa. Nom estám em Efrîn como parte duma estratégia. Efrîn, para elas é água, pan, comida, jogo, história, amizades, compas, amantes, rua, lar, bairro. Mas para o Estado, é só uma estratégia. Uma estratégia na que nom importa Efrîn nem seus povos.

O ataque a Efrîn, é uma estratégia da Guerra da Energia que desembocou no colapso de Síria e que destruirá muitos Estados da regiom. Os Estados criam a ilusom de que estám a fazer estas guerras “para suas cidadás”. Fazem propaganda conservadora e nacionalista para convencer a suas cidadás deste conceito erróneo. É uma necessidade inevitável tanto para dentro como para fora. Conquanto requer-se para as eleiçons internas, tamém é válido nas mesas externas. Faz parte dum processo eminentemente comercial dos governantes, como som a extraçom, transporte e venda de recursos energéticos. Utilizam todos seus recursos para aumentar seus benefícios. Nestas discussons, onde o número de rifles, tanques e avions é importante, a quantidade de soldados é o número mais importante. Um soldado nom é diferente dum material. Esta é a razom pola qual cria-se a falácia conservadora nacionalista.
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Fanzine “A Insumisa non se merca”

Colo acá para ajudar a dar-lhe pulo a ligaçom para lêr ou descarregar (clicade acá) este fanzine editado pola penha do CSO A Insumisa de A Corunha, a além colo sua introduçom na que dam múltiples respostas ao porquê desta publicaçom:
Por que facemos este fanzine?

Porque vivimos a okupación como unha forma de apoio mutuo, cooperación, solidariedade e horizontalidade.
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Carta Aberta a Albert Boadella x Nicolás Encinas

Dou pulo nesta minha bitácora a esta Carta publicada no muro de Nicolás Encinas duma das mal chamadas redes sociais. Só engadir um apontamento, um inciso: a mim este bufom lémbra-me ao Miguel Râncio, (comunista, nudista e provocador nos 80′ e, desde há uma tropa de anos, reconvertido em máximo defesor do governo da extrema direita espanholista, se bem este último qualificativo sempre estivo no seu ideário pessoal):

Olvidado Albert:

Nada sabía de ti, hasta que me enteré de tu reaparición ante los medios en tu enésima “performance” anticatalanista.

Te escribo en castellano sabiendo lo mucho que te ofende todo lo referente a Catalunya, esa tierra que te vio nacer y cuya cultura, habitantes y sociedad en general, tanto desprecias.

Criticas y te mofas de alguien que está en el exilio, cuando tú, en la inexistente Democracia española, allá por 1977 (con Franco ya muerto) saliste huyendo por los tejados del hospital clínico para escapar de un consejo de guerra por injurias al Ejército.

Qué clase de persona hace eso?
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Mensagem urgente dum anarquista em Efrîn e outras novas

O desenho seguinte nom precisa explicaçom porque fai-se evidente que os falsimédios tudos olham cara outro lado ao respeito deste ataque dum membro da OTAN, com o 3º maior exército do mundo, contra do povo, e suas tropas, que até há bem pouco eram consideradas como heróis e heroinas na luita contra o ISIS na Síria. E vos colo acá as seguintes ligaçons a notícias que se estám a cobrir em blogues e webs solidárias com o povo curdo, e dou pulo (traduzido) á mensagem urgente:
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[Reino Unido] Evento Benéfico “só para homes” (de muito dinheiro) para acosar e abusar de açafatas altas, delgadas e guapas

Soubem ontem desta escándalosa notícia por um quadrinho pequecho num jornal de pouca estima e quigem saber mais e apenas atopo informaçom sobre um assunto que deveria estar enchindo páginas de jornais e espaços televisivos do mundo enteiro. As razons para tal silenciamento fam-se óbvias, dado que deixa ver o percal de como som os homes VIP do mundo ocidental e a mim levou-me a lembrar o Crime de Alcasser, do triple assassinato das moças Miriam, Toñi e Desirée, salvagem e brutalmente violadas depois de ser raptadas na tarde-noite do 13 de novembro de 1992 e que vinculava a pessoas moi influentes do governo do PSOE do Sr. X dos GAL (Felipe González) a uma “rede de sádicos sexuais”, que estaria implicada na desapariçom de quanto menos 150 minores (ver acá mais informaçom deste silenciado assunto e suas consequências para os investigadores que quigerom tirar luz sobre o tema, só adinato que em 1998 Juan Ignacio Blanco publicara seu livro: “Qué pasó en Alcasser”, no que dava as chaves do triple assassinato pero em 2000 um juiz ordenava que o livro ficara secuestrado de por vida).

Mas voltando ao caso que me ocupa da Gram Bretanha, segundo a informaçom do Financial Times (FT), que destapou o assunto tras infiltrar Madison Marriage, uma sua jornalista, entre as 130 açafatas contratadas para atender uma ceia-gala anual no Dorchester Hotel de London, um hotel de lujo, organizada polo excelso The Presidents Club Charitable Trust, organizaçom “sem ánimo de lucro”, na que participariam 360 homes do mundo dos grandes negócios e fináncias e da alta política, e que tinha como objectivo recaudar “fundos para boas causas” como “as crianças desfavorecidas”. Se bem tal como conta no seguinte vídeo a jornalista do FT “muitas açafatas forom acosadas sexualmente por estes babosos” e receberom todo tipo de “manuseos e comentários lascivos e mesmo petiçons para acompanhar-lhes a alguma habitaçom”:
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Recolhida de Sinaturas para “La Insurgencia”. Fronte sua Repressom, Apoio Mútuo

Fago-me eco para ajudar a dar pulo e conseguir mais sinaturas pola liberdade das 12 integrantes do coletivo de rap “La Insurgencia”, condenadas cada quem a 2 anos e 1 dia de prisom e 4800 € de multa, além de 8 anos e 1 dia de inabilitaçom para cárrego público polas letras das suas cançons, porque ao entender dos tribunais espanhois de excepçom, enaltecem o terrorismo (??). Curiosa condena quando há anos que no estado espanhol nom está ativa nenhuma organizaçom armada das que, ao entender de governantes e juízes, som consideradas terroristas, dado que pese a que tanto as nossas forças de (in)seguridade do estado, dentro das nossas fronteiras, como os militares espanhois, em missons humanitárias, causem terror e medo, além de mortes, estas açons nom tenhem tal consideraçom sócial.

Esta é á ligaçom que publicou seu Grupo de Apoio de Vigo, onde estám a recolher as sinaturas.

Vos colo acá a imagem co texto (no seu galego) e mais o vídeo que editarom a finais de outubro passado durante o peche solidário de 12 horas (“12 horas polos 12 da Insurgencia”) em defesa da liberdade de expressom que tivo lugar no bairro vigués de Coia e que recolhe a palestra dum dos seus membros, Saúl (aka Shahid) e mais sua nai Elena.
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Novo safari na África: Membros de ONG’s á caça de fotos com criançinhas negras

Mirade se chega a ser evidente tal assunto que mesmo no passado mês de novembro uma ONG de Noruega lançou uma campanha de concienciaçom para que suas bom rolhistas onegueiras deixaram de ir de caça fotográfica de meninhas e meninhos negros para assim acadar mais “eu gosto” nas páginas da Internet, mal chamadas “redes sociais”.

Como parte dessa mais que necessária campanha editaram este excelente vídeo co lema “estereótipos fam dano á dignidade” e amosa situaçons ridículas nas que estas voluntárias incurrem para acadar uma instantânea que trunfe nas redes sociais:

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Novas sobre ataque Turco a Efrîn: Civis mortas e outras barbaridades do aliado de Espanha

Recorro a página de Kurdiscat de solidariedade do povo catalám com o Curdistám para tratar de atualizar e recopilar nesta entrada as novas que vam chegando sobre os ataques das tropas turcas do governo de Erdogan (membro da OTAN) co apoio do governo russo de Putin, dos novos tanques ‘Leopard’ feitos na Alemanha da Merkel e dos caças de última geraçom e de feitura no pais de Trump (3ª frota em nº de avions da OTAN) e co silêncio cúmplice do resto dos governos dos paises do mundo rico (que algumas ingênuas chamam “desenvolvido” ou, pior ainda, “civilizado”) e mesmo do suposto governo sírio de Assad, quem desde que começou “o ataque terrorista turco” limitou-se a fazer uma condena pública do mesmo entanto sua povoaçom da que gosta de dizer que é súbdita sua é assasinada impunemente:

Em 22 de janeiro as Forças Democráticas Sírias (SDF) têm publicado o balanço de três dias da operaçom de invasom. Segundo o mesmo 40 membros do exército turco e de mercenários a soldo foram abatidos e perto de 300 feridos assim como 2 tanques e 1 veículo blindado foram destruídos e um veículo blindado e mais um outro veículo que transportava soldados turcos foi danificado.
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Malentendidos: “Anarquistas Indigenas vs. Anarquistas Brancas” – Conversas com Andrew Pedro (do povo Akimel O’odham)

Há dias mantivem uma conversa bem agradável e fluida com um meu compa, anarquista de berço, de palavra e de açom, sobre o pouco que profundizamos em debates construitivos para nós mesmas e para o Anarquismo em geral, e índa menos sobre temas nos que semelhara que já tudo é sabido e nom há volta de folha. A conversa levou-nos ao mundo das crenças em outros mundos e coa mesma ao ateismo versus agnosticismo e desde entom estou a dar-lhe voltas a estes temas. Como casualidade (ou causalidade), ontem navigando pola rede cheguei ao fanzine intitulado “Dossier de los Anarquismos del Abya Yala” publicado polo Grupo Acracia/FALV-IFA de Valdívia, regiom chilena, numa ediçom especial do seu jornal “Acracia” e ne-le atopei o artigo do cabeçalho desta entrada, que vem a ser a trascripçom da entrevista realizada a Andrew Pedro (*) por Christine Prat (*) e traduzido ao castelám por Cristian Del Castillo, e que, além doutros temas, fala desse Ateismo aceitado como único válido para as anarquistas e das crênças indigenas com séculos de memôria viva e tamém dá um repaso ao turismo revolucionário das Anarquistas Brancas que, com uma mentalidade moi colonial consideram que as culturas ancestrais indígenas e suas crênças e rituais som um obstáculo para sua libertaçom.

A forma em que sinto, a sociedade de O’odham, como me foi explicada, os tempos anteriores e como é agora no mundo, todo é similar ao que o Anarquismo quere ser, pero ainda nom é.

Colo acá o vídeo da entrevista (em inglês) e mais a transcripçom que figem eu ao galego:

Anarquistas Indigenas, Anarquistas Brancas.- Conversas com Andrew Pedro (do povo Akimel O’odham)
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4ª feira, mércores 31 ás 09:30′ nos Julgados de A Corunha: Concentraçom em apoio a Aida acusada de ter tombado 2 polícias da UIP!!

Recolho da rede esta Convocatótia do CS Gomes Gaioso em demanda de Solidariedade para com Aida (amanhã podes ser tu):
No próximo dia 31 de janeiro julgam na Corunha umha nova vítima da Lei Mordaça.

A nossa companheira é acusada sob denúncia falsa, por “atentado à autoridade”, polo qual pedem ano e meio de prisom para ela, junto a umha multa económica.
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