[Reino Unido] Evento Benéfico “só para homes” (de muito dinheiro) para acosar e abusar de açafatas altas, delgadas e guapas

Soubem ontem desta escándalosa notícia por um quadrinho pequecho num jornal de pouca estima e quigem saber mais e apenas atopo informaçom sobre um assunto que deveria estar enchindo páginas de jornais e espaços televisivos do mundo enteiro. As razons para tal silenciamento fam-se óbvias, dado que deixa ver o percal de como som os homes VIP do mundo ocidental e a mim levou-me a lembrar o Crime de Alcasser, do triple assassinato das moças Miriam, Toñi e Desirée, salvagem e brutalmente violadas depois de ser raptadas na tarde-noite do 13 de novembro de 1992 e que vinculava a pessoas moi influentes do governo do PSOE do Sr. X dos GAL (Felipe González) a uma “rede de sádicos sexuais”, que estaria implicada na desapariçom de quanto menos 150 minores (ver acá mais informaçom deste silenciado assunto e suas consequências para os investigadores que quigerom tirar luz sobre o tema, só adinato que em 1998 Juan Ignacio Blanco publicara seu livro: “Qué pasó en Alcasser”, no que dava as chaves do triple assassinato pero em 2000 um juiz ordenava que o livro ficara secuestrado de por vida).

Mas voltando ao caso que me ocupa da Gram Bretanha, segundo a informaçom do Financial Times (FT), que destapou o assunto tras infiltrar Madison Marriage, uma sua jornalista, entre as 130 açafatas contratadas para atender uma ceia-gala anual no Dorchester Hotel de London, um hotel de lujo, organizada polo excelso The Presidents Club Charitable Trust, organizaçom “sem ánimo de lucro”, na que participariam 360 homes do mundo dos grandes negócios e fináncias e da alta política, e que tinha como objectivo recaudar “fundos para boas causas” como “as crianças desfavorecidas”. Se bem tal como conta no seguinte vídeo a jornalista do FT “muitas açafatas forom acosadas sexualmente por estes babosos” e receberom todo tipo de “manuseos e comentários lascivos e mesmo petiçons para acompanhar-lhes a alguma habitaçom”:

Madison Marriage conta assim o que viu e viviu: “Havia mans que subiam polas saias e mans nos traseiros, pero tamém mans nas cadeiras, nos estómagos e braços que te arrodeavam a cintura de improviso”. Um dos assistentes ensinou seu pene a uma das moças e um outro recriminou-lhe a outra que “nom estava o suficiente borracha, e insistia em que se quitara as bragas e bailara enriba da mesa”.

Ás açafatas se lhes animava a beber com os invitados e ás que se amossavam “menos ativas” comináva-se-las a “interatuar com os assistentes” e incluso havia “guardiáns” que controlavam que nenhuma se passara demasiado tempo no banho. Além seus telemóveis foram.lhes requisados e gardados num “lugar seguro” e tiveram que assinar “um acordo de confidencialidade de 5 páginas, sem poder lê-lo nem levar-se uma cópia”.

                                     Curiosa esta foto do FT com os rostros pixelados dos assistentes


Nada é casual pois, como já contei, as candidatas tinham que cumprimentar tres requisitos, a saber: “ser altas, delgadas e guapas” para ser contratadas por um salário de 172 € e 28 adicionais para pagar-se um taxi de regresso. Ademais, se lhes impugera um código de vestimenta que consistia em “vestido curto e negro, com ropa interior a jogo e sapatos negros sexis”.

A subasta benéfica para recaudar esses fundos caritativos, os convidados podiam pujar por assistir a um “almorço” com o ministro de Exteriores ou por uma vissita ao Banco de Inglaterra a tomar o té com seu governador, mas tamém houvo pujas por uma noite num clube de striptease ou por uma operaçom de cirugía estética para a esposa do milhor postor, com o reclamo de “pónga-lhe picante á sua esposa”.

Quando saltou a notícia destes despropósitos numa cea “só para homes”, soubo-se que este ato vinha sendo um dos acontecementos destacados do calendário social da capital británica desde há 33 anos!!.

E nom vaiades pensar que se passou como nos dim tantas vezes os falsimédios de “se isto se passara num pais democrático dimitiriam todos”, porque o certo é que as consequências de tais barbaridades forom mínimas (quanto menos até agora): disoluçom do Clube e a dimissom como  membro do conselho de direçom do departamento de Educaçom (!!!) dum dos dois organizadores da gala e empresário de artigos de lujo David Meller, que levava desde 2013 no cárrego.

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