Arquivo mensal: janeiro 2018

Novas sobre ataque Turco a Efrîn: Civis mortas e outras barbaridades do aliado de Espanha

Recorro a página de Kurdiscat de solidariedade do povo catalám com o Curdistám para tratar de atualizar e recopilar nesta entrada as novas que vam chegando sobre os ataques das tropas turcas do governo de Erdogan (membro da OTAN) co apoio do governo russo de Putin, dos novos tanques ‘Leopard’ feitos na Alemanha da Merkel e dos caças de última geraçom e de feitura no pais de Trump (3ª frota em nº de avions da OTAN) e co silêncio cúmplice do resto dos governos dos paises do mundo rico (que algumas ingênuas chamam “desenvolvido” ou, pior ainda, “civilizado”) e mesmo do suposto governo sírio de Assad, quem desde que começou “o ataque terrorista turco” limitou-se a fazer uma condena pública do mesmo entanto sua povoaçom da que gosta de dizer que é súbdita sua é assasinada impunemente:

Em 22 de janeiro as Forças Democráticas Sírias (SDF) têm publicado o balanço de três dias da operaçom de invasom. Segundo o mesmo 40 membros do exército turco e de mercenários a soldo foram abatidos e perto de 300 feridos assim como 2 tanques e 1 veículo blindado foram destruídos e um veículo blindado e mais um outro veículo que transportava soldados turcos foi danificado.
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Malentendidos: “Anarquistas Indigenas vs. Anarquistas Brancas” – Conversas com Andrew Pedro (do povo Akimel O’odham)

Há dias mantivem uma conversa bem agradável e fluida com um meu compa, anarquista de berço, de palavra e de açom, sobre o pouco que profundizamos em debates construitivos para nós mesmas e para o Anarquismo em geral, e índa menos sobre temas nos que semelhara que já tudo é sabido e nom há volta de folha. A conversa levou-nos ao mundo das crenças em outros mundos e coa mesma ao ateismo versus agnosticismo e desde entom estou a dar-lhe voltas a estes temas. Como casualidade (ou causalidade), ontem navigando pola rede cheguei ao fanzine intitulado “Dossier de los Anarquismos del Abya Yala” publicado polo Grupo Acracia/FALV-IFA de Valdívia, regiom chilena, numa ediçom especial do seu jornal “Acracia” e ne-le atopei o artigo do cabeçalho desta entrada, que vem a ser a trascripçom da entrevista realizada a Andrew Pedro (*) por Christine Prat (*) e traduzido ao castelám por Cristian Del Castillo, e que, além doutros temas, fala desse Ateismo aceitado como único válido para as anarquistas e das crênças indigenas com séculos de memôria viva e tamém dá um repaso ao turismo revolucionário das Anarquistas Brancas que, com uma mentalidade moi colonial consideram que as culturas ancestrais indígenas e suas crênças e rituais som um obstáculo para sua libertaçom.

A forma em que sinto, a sociedade de O’odham, como me foi explicada, os tempos anteriores e como é agora no mundo, todo é similar ao que o Anarquismo quere ser, pero ainda nom é.

Colo acá o vídeo da entrevista (em inglês) e mais a transcripçom que figem eu ao galego:

Anarquistas Indigenas, Anarquistas Brancas.- Conversas com Andrew Pedro (do povo Akimel O’odham)
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4ª feira, mércores 31 ás 09:30′ nos Julgados de A Corunha: Concentraçom em apoio a Aida acusada de ter tombado 2 polícias da UIP!!

Recolho da rede esta Convocatótia do CS Gomes Gaioso em demanda de Solidariedade para com Aida (amanhã podes ser tu):
No próximo dia 31 de janeiro julgam na Corunha umha nova vítima da Lei Mordaça.

A nossa companheira é acusada sob denúncia falsa, por “atentado à autoridade”, polo qual pedem ano e meio de prisom para ela, junto a umha multa económica.
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O esperpento dos novos AVEs: Uma mistura de desvergonha, prepotência e injustiça

“Podemos qualificar o AVE como um instrumento de poder classista. Construe-se por pobres, com o dinheiro de pobres para beneficiar ás elites empresariais e políticas; só utilizam-no os ricos dado que o preço do bilhete é proibitivo para as classes populares, que ademais vam ser gravadas via impostos para financiar seu mantemento, entanto o trem convencional utilizado por pobres é condenado ao maior dos abandonos”. Mattin Hiriberri – jornal anarquista “Tierra y Libertad”

Os risos de M. Rajoy tras mete-la soca nas suas declaraçons tra-la inauguraçom do novo AVE Madrid-Castelló (índa que o tramo novo, a inaugurar, era só de València a Castelló) ao falar de “Aviom” em troques do “AVE”, demonstra o pouco que lhe importa aos Governos, Espanhol e Valenciá (ao PP e ao PSOE) seu rendimento coma infraestrutura viável (de feito poida que M. Rajoy estivera a cavilar sobre “el aeropuerto del abuelo Carlos Fabra”, símbolo de infraestrutura fantasma que, com um coste de 150 milhons de euros, na atualidade mantém só 7 voos semanais de Castelló cara Europa). A verdade é que suas declaraçons, seus risos, dam verdadeiro nojo:
E além sucede num momento no que, na cidade de Murcia, há uma luita vizinhal que, organizada como ​A​campada MURCIA SIN MUROS, leva meses exigindo que a chegada do AVE a esta cidade seja polo subsolo e nom tal como está projetado, pola superfície, inzando um muro que ilha tudo o bárrio de Santiago el Mayor do resto da cidade.
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À opiniom pública: Paremos a Guerra de Turquia contra o povo Kurdo

Recolho de Curdistam.blogaliza.org
O Exército de ocupaçom turco atacou o canton de Afrin e a área vizinha com avions de guerra o 20 de Janeiro do 2018.

Durante o intenso ataque que começou às 16 h e está a passar até este momento, polo menos 100 pontos foram alvos, incluindo áreas civis, posiçons das YPG-YPJ e outras forças revolucionárias. O Exército de ocupaçom continua a atacar áreas civis com 72 caças. O centro da cidade de Afrin, o campo de refugiados de Rubar e algumhas instituiçons civis em Afrin também forom aatacadas. Polo menos 13 civis forom feridos, um combatente das YPG e duas das YPJ e 6 Civis forom martirizados nestes ataques. Simultaneamente com o intenso ataque aéreo, as tropas do exército de ocupação e os terroristas controlados por eles tentaram atravessar a fronteira para Afrin nas aldeias de Kurdo e Balia, no distrito de Bilbil.. Os e as combatentes das YPG e YPJ repelirom os ataques imediatamente, e os soldados retirarom-se.
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Assim funciona a Justiça à Espanhola: O 1º juízo pola morte de “Iñigo Cabacas” será pola honra do responsável que ordenou a carga policial

Recolho a informaçom do Gara-Naiz:

Nesta vindoura 4ª feira terá lugar o primeiro julgamento relacionado com a morte de Iñigo Cabacas, mas nom procurará esclarecer a morte do siareiro do Athletic -a causa dum pelotaço na cabeça disparado durante um operativo policial da Ertzaintza em 5 de abril de 2012, entanto Iñigo festejava a vitória da sua equipa contra o Schalke 04 e o seu passo á semifinal da UEFA Europa League- senom que dilucidará a demanda do jefe responsável de dito operativo, «Ugarteko», quem pede 250.000 euros à advogada da família do Iñigo, a GARA e a NAIZ e aos seus jornalistas, por «danos e prejuízos» ao publicar a gravaçom das suas ordens e sua identidade (acá o vídeo publicado que recolhe as conversas á íntegra).

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Nom sejas profissional da política!! Ao respeito da campanha da Junta de Andaluzia contra os piropos

Desde há bem de anos levo deconstruíndo-me e tratando de despejar da minha linguagem cotidiá todo vestígio discriminatório; o meu passo pola Rádio Livre A Kalimera contribui de jeito inegável na minha procura de fazer uma emissom limpa de linguagem discriminatória e de expresons carregadas de valores autoritários, sexistas, androcentristas, especistas… e trato de criar novas formas, novos verbos, jeitos revolucionários de nomear as coisas, investigar e recuperar uma linguagem que nos posibilite nom discriminar, avanzar, ampliar as miras, para nom seguir transmitindo com ela o mesmo contra o que tentamos luitar.

Quando soubem desta Campanha, o primeirinho que me veu á minha cabecinha tola de carnaca, foi pensar em que culpa terám os animais das nossas eivas e costumes patriarcais e machistas, como para que as encarregadas de fazer tal campanha, tiveram que recorrer a 6 espécies animais para mirar de aplacar os piropos dos moi machos como forma de acoso sexual ás mulheres. É algo que nom posso evitar, como quando olho esses documentais da vida animal onde a voz em off fala de assassinos perigosos e de vítimas inocentes, como se fossem as animais as que tiveram esse comportamento errático que só carateriza á espécie humana. Um animal nom atua como esse lixo humano.

E como gosto de ser crítico com todo quando vêm das nossas poltroneras governantes e co galho de limpar o bo nome dos animais usados em dita campanha, figem uma busca dos usos e costumes destes, com um resultado mais surpreendente do que aguardava atopar e que dista muito dos qualificativos que recebem na maldita Campanha. Poderiam ter usado imagens de políticos na busca do voto, de quando baboseam com infantes e bicam sem mirar a quem; a mim quanto menos se me asemelham mais aos babosos que piropeam.
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