Arquivo mensal: fevereiro 2018

“El ABC de la Europa racista” de Daniela Ortiz. Libelo sobre o racismo colonial europeio

Recolho (e traduzo) do seu muro duma rede social e colo alguma das suas clarividentes páginas:

Acá podedes descárregar El ABC de la Europa racista completo em PDF (em castelám):
“El ABC de la Europa racista” é um pequeno livro feito desde o carinho e a digna raiva sobre o racismo colonial europeio.
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A Luita contra a Mina de cobre Touro-O Pino segue ganhando adeptas. Vídeos

Ao final nom puidem assistir a Manifa-Tratorada de ontem; mas recebim novas do grande éxito da convocatória que augura uma resistência numantina para evitar esta nova desfeita na nossa terra com intereses economicistas para gente de afora. É por isso que nom me considero em condiçons de fazer um relato do protesto, pero valam as imagens dos seguintes vídeos (o primeiro de Xosé Antón Bocixa de Tingaralanga Audiovisual e o 2º de Moncho Moncho) para afazer-se uma ideia de como foi esta convocatória. Sinalar como dado inequívoco do éxito o feito de que mesmo sua participaçom numerosa nom puido ser silenciada nos mass merdas que lhe fam o jogo ás empresas mineiras publicando todas suas mentiras e denigrando as vozes que protestam:


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[Lugo] Sábado 3 ás 23:00′ no pub “O Furancho”: Concerto em apoio ao Ateneo Libertario A Engranaxe

Reproduz a informaçom facilitada polo meu amigo Adri, “Furnier”, uma vez mais convidado a este concerto solidário organizado pola Fábrica de Emociones:
Por segundo ano a Fábrica de Emociones convida ao concerto em apoio ao Ateneo Libertario A Engranaxe (Lugo). Nesta segunda ediçom volve estar connosco FURNIER e tamém KALI A.K.A. LA NEGRA. Como novidade este ano contamos com TINTA REBELDE XTINSON, que realizarám uma atuaçom conjunta.
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“O INFERNO DA AMOREXIA” x Israel Sánchez

Recolho (traduzo) e dou pulo a este artigo assinado por Israel no seu blogue “Contra el Amor”, no que nos fala da Amorexia que está trunfando nalguns seitores, esse bo rolhismo infantiliçoide de dar-se coidados e mimos e nom suportar que ninguém lhes mire, nem lhes fale, nem lhe roça sem seu permiso ou o da sua “pandi” (e nom estou a falar de adolescentes); um mal que nos atenaza em todas partes, como di Israel:
Talvez tenhas detectado no teu entorno algumas dessas pessoas com uma especial proclividade a reivindicar mais amor no mundo, ou a solicitar e provocar, especialmente para com elas, expressons repetitivas de afecto, às vezes vazias ou até inadequadas.

É possível, inclusive, que te tenhas topado com alguém que, apesar de viver envolta neste mar de amor, pareça estar a sofrer um déficit crónico de afecto.

Com frequência julgamos a estas pessoas benévolamente, atribuindo-lhes alta sensibilidade ou empatia, e respondemos de maneira favorável a sua conduta.

Quiçá, no entanto, estemos ante algo que deve ser tomado muito mais a sério: uma nova síndroma aditiva, às vezes devastadora, que recebe o nome de “amorexia”.

Em 2015 a equipa da doutora em psicologia social I. Martheleur, da Universidade de Hasselt, detectou rasgos similares aos de uma síndroma de dependência em algumas estudantes.
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Sae do prelo o libelo “Libres Y Salvajes nº 4” – publicaçom do Pensamento contra a Máquina.

Recebo por correio das suas autoras e dou pulo nesta minha bitácora na sua língua, na que está escrito o libelo:

Este número viene encuadernado, con portada en cartulina y un grabado artesanal en la portada diseñado por J. Ginés (instagram: j_gines_). Agradecemos al colectivo Candao Crew su colaboración para financiar la revista y todas las demás personas que han participado traduciendo, escribiendo, cediéndonos sus textos, corrigiendo,etc… En este número podréis encontrar artículos sobre nanotecnología, defensa de la tierra, resistencias históricas a la máquina, nuevas tecnologías, permacultura, etc… El precio de la revista es de 4 euros, 3 euros para distribuidoras. Puedes hacer tu pedido en blogmoai@gmail.com. Adjuntamos a continuación un extracto de la editorial:
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A nacionalidade espanhola das mortas em conflitos ou tragédias, único requisito para que se fale delas

Desde sempre estamos habituadas a que desde os falsimédios em geral, e em maior medida desde as televisons, se nos informe quando morre uma pessoa com nacionalidade ou origem espanhola de grandes desastres naturais, de atos de terror maciços ou de massacres em guerras das que nada nos contaram até entom. Mesmo desde a era digital e dos satélites em órbita soem ser notícia quantos sucessos violentos aconteçam em paises em zona de privilégio norocidental, e mesmo em tudo o mundo no caso de “tragédias naturais” que conlevem a morte de muitíssimas pessoas. Em ambos casos uma voz informará de imediato de que, segundo fontes da embaixada, nom há compatriotas entre as vítimas e entom aos poucos dias aí remata o conto da notícia na imensa maioria dos casos; mas se há alguma vítima que tivera origem espanhol, entom o seguimento é morboso até à medula e durará vários dias estando en voga; sobretudo se a tragédia tivo lugar num pais irmão do ocidente.
E digo morboso porque estas notícias, tais como som tratadas nos mass merdas, só buscam isso; ir incordiar ás familiares e achegadas e fazer um curriculum vitae da vítima contando as razons que a levaram a estar nesse mal momento no sítio equivocado: que se estava de viagem de prázer ou de expediçom montanhosa ou se morava lá por razons de trabalho (e nada de sinala-la como migrante, que é um palavro moi feio para falar assim duma pessoa morta, porque já se sabe que as ocidentais nom migramos, só nos buscamos a vida noutros lugares por pura aventura nom por necessidade).
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“Os Borbons, uma saga cheia de viciosos e tarados. Vai por ti, Valtonyc” x Jaume Grau

Recolho e traduzo do seu blogue:

Valtonyc, o rapeiro de Sa Pobla, deverá ingressar em prisom, após que o Tribunal Supremo tenha ratificado sua condena a 3 anos e 6 meses por injúrias à coroa, por faltar o respeito aos Borbons. Por esta razom e à vista da sentença, parece-me que valeria a pena recordar quem som os Borbons e que têm representado para Espanha.

Os Borbons espanhóis têm a honra de encabeçar a lista das estirpes reais européias mais taradas e despóticas. E ganharam-se esta praça na história por méritos sobrados, vamos, que têm posto esforço e vontades.

Comecemos pelo primeiro rei, Felipe V, que se passeava com o camisom de sua mulher pelo palácio real, nom se lavava e defecava por todas partes, pensando que era uma rã. Nom se deixava cortar o cabelo, nem as unhas das mãos nem dos pés, até que ao final já nom podia nem andar. Ah! E tinha uma obsessom enfermiça pelo sexo, um rasgo caracterológico que tem perdurado na família até nossos dias. Este é o primeiro Borbom da dinastia espanhola, o que inaugura a exitosa estirpe real.
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