Domingo 25 ás 12:00′ Manifestaçom Tratorada MINA NOM desde Angumil até Touro

A Plataforma vizinhal “Mina Touro O Pino Non” volta convocar á cidadania a amossar seu rejeito pola permissom do Governinho de Feijoo para a reativaçom da Mina de Cobre de Touro outorgada á “Sociedad Cobre San Rafael” para realizar uns sondeios na mina e avaliar a rendabilidade da sua reapertura tras mais de 30 anos pechada deixando tras de si estercadas esteris e instalaçons e balsas de lodos abandonadas que convertirom esse lugar num “espaço degradado e contaminado” por drenagens ácidas que vam parar ao rio Ulha e de ai á ria de Arouça, afetando á potabilidade da água que suministra aos concelhos de Vedra, Teo, Padrom, Vilagarcia de Arouça, Pontecesures, Catoira, A Pobra do Caraminhal, Boiro, Drodo, Boqueixom, Silheda, A Estrada e Rianxo.

Situaçom de abandono que foi possível graças ao desleixo de nossos governantes, pois como denúncia Xaquín Rubido da ‘Plataforma na Defessa da Ria de Arouça’: “quando uma mina cessa sua atividade, a Administraçom que deveria tutelar, vigiar e obrigar á empresa encarregada a tomar as medidas de restauraçom para devolver a paisagem ao seu estado original, nom fijo absolutamente nada”.

Além, segundo denunciou a Sociedade Galega de Historia Natural, a reativaçom da mina de Touro pola “Sociedad Cobre San Rafael” que reune á multinacional Atalaya Mining (*) em associaçom com Explotaciones Gallegas, suporia o uso de mais de 10.000 toneladas de produtos químicos, algum deles cancerígeno, para “extrair o cobre por flotaçom e a ceu aberto” ademais de até 6 voaduras diárias capazes de provocar movimentos sísmicos numa zona que alberga uma residência de pessoas maiores e uma escola infantil; o desvio de dois regatos e a destruiçom de 20 manantiais e depósitos de água.

E por se isto fosse pouca coisa, a posta em marcha da minaria extrativa provocaria resíduos ácidos e degradantes que misturados com os produtos químicos constituiriam uma case perpétua ameaça já que iriam parar a balsas kilométricas que, segundo os dados da empresa, estariam constituidas por um dique de 3,2 quilómetros e 80 metros de altura (como a catedral de Santiago). Esas balsas poden rachar e hai un pobo a 200 metros do dique; o risco de morte sería elevado en Arinteiro. onde permanecerám almacenados e esquecidos á espera de ser liberados por causa dos sismos provocados polas voaduras e soltar assim todos esses contaminantes, tal como indica Xaquín Rubido: “a presom dos lodos acidificados nas balsas é uma auténtica espada de Damocles”.

Um negócio irresponsável que nom entende de pessoas, e que nunca foi nem será rendível para o benestar da Galiza; tal como relata Carlos Carlos neste vídeo que suibiu á plataforma yiutube:
Como nota a ter em conta cabe sinalar que o Seprona da Gardia Civil tem aberta desde o passado mês de dezembro uma investigaçom á multinacional Atalaya Mining, empresa que explota a mina de cobre de Riotinto, Huelva, para aclarar o destino dos 3 hectómetros cúbicos de águas ácidas que se almacenavam na sua corta mineira e que “desapareceram”. Agora a empresa deve explicar o procedimento usado, assim como a donde foi a parar essa água contaminada dado que caresce de planta depuradora. Além Ecologistas en Acción tem denunciada as más práticas desta empresa como a deposiçom de lodos tóxicos altamente contaminantes sem a autorizaçom prévia pertinente e sem a necessária consistência e espesor para dar seguridade e estabilidade aos muros de contençom das presas mineiras e que, no caso de ceder, provocariam uma riada de águas ácidas, desde o rio Tintillo ao rio Odiel, e que chegaria até o mar afetando a Gibraleón, Corrales, Huelva e as Marismas do Odiel.


(*) Atalaya Mining, companhia mineira cotizada nas bolsas de Londom e Toronto, sucessora de EMED Mining. Suas principais acionistas som a líder global do comércio de matérias primas Trafigura (22%), o holding metalúrgico chinês XGC (21.9%), e os grandes fundos de inversom Orion (14.6%) e Liberty (14%).

 

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