Arquivo mensal: março 2018

Denunciado o anticapitalista e podemista alcaide de Cádiz pola sua medalha á Virgem do Rosário

As maneiras de Kichi de demostrar seu pretendido anticapitalismo ve-se que nom estám nada renhidas coa beateria da nai que o trouxo ao mundo. De tal jeito já é um tema recorrente nesta minha gávea, mesmo que nom seja habitual que traia temas de controvérsia que ocorram na Andalucia.

Agora venho de saber graças a Esculca, que a decisom tomada em pleno municipal -há agora case um ano- de conceder a Medalha de Ouro dessa Cidade á Virgem do Rosário, pode levar ao alcaide podemita ((Cádiz Si se Puede) diante os julgados tras a denúncia interposta, em 22 de março passado, por Europa Laica na que achegam documentaçom e ditames científicos concluintes em contra do irracionalismo e a superstiçom nas que o Concelho gaditano baseou a concessom de dita medalha; quem justificou tal absurdo nos vários e variados milagres que esta virgem acometeu, como acabar coa peste, a febre amarela e mais co maremoto que arrasara dita cidade em séculos passados.
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A eucaliptizaçom da Galiza como causa direita dos ataques de lobos á ganderia

Um falsimédio ao que nom vou dar nem sequer a ligaçom, publica hoje um seu cabeçalho tendencioso (como costume, ou seja que nom é nada raro) no que alerta dum forte incremento (um 62% em 3 anos) dos ataques do lobo ao gando na nossa terra e para elo sérve-se da voz dum experto na matéria, Carlos Rodríguez, diretor técnico da Associaçom de Criadores de Ovino e Caprino da Galiza, Ovica, quem considera que ditos incrementos som «verdadeiramente alarmantes».

Claro está que, se olhas mais abaixo e lês, atopas qual som as razons que este profissor de Economia Aplicada na USC entende como as que, ao seu juízo, som as causas deste incremento nos ataques de lobos ao gando domesticado: «Em zonas de montanha, historicamente com grandes massas de cabalos selvagens de monte, que sempre constituiram a base da alimentaçom do lobo na Galiza, na pratica som testemunhais os poucos exemplares que perduram, o que, unido a uma eucaliptizaçom das terras que antes tinham um uso e potencial agrário, está a provocar o deslocamento das mandas de lobos cara a zonas onde poidam dispôr de gando domesticado, e por isso os ataques a gando ovino, caprino e vacum ascenderom tanto nestes últimos anos».
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Para esses “feministos” que nom sabem escuitar

Uma vez passado um tempo prudencial da jornada de greve de mulheres convocada a nivel internacional na data deste 8 de março passado; quiger dar meu parescer ao respeito desses homes que vam de superfeministas e ainda nom entenderam que seu papel nessa data é o de permanecer ao margem para facilitar a vissibilidade da luita exclusiva das mulheres. Nom compreêndem que quando se lhes pede que fiquem ao margem dos protestos e que, como muito, se limitem a fazer o possível para que todas as donas poideram estar presentes ne-les, nom estám pedíndo-lhes mais nada e nom pintam res nas manifestaçons, nem sequer como acompanhantes nas últimas filas pese a que, desde as convocantes oficiais, se lhes convidada a “acompanhar, sem protagonismos, as açons que se desenvolveram nesse dia ou á cola nas manifestaçons”.
Em definitiva: estám entendendo moi mal a mensagem aqueles homes que foram á greve, aqueles que foram as manifas de protas, os prebostes da nova política subidos ao palco ou os lideres sindicalistas falando como vozeiros da luita ante os micros dos falsimédios e mesmo aqueles que, atendendo as petiçons de coidados, figerom tal só nesse dia (como se nom fora coisa deles no resto dos dias do ano); e incluso, ao meu entender, tamém todos aqueles hipócritas que em aparências som moi feministas pero que, quando estám rodeados só de machos, rim as brincadeiras mais machistas e mesmo tenhem atitudes misóginas.  Som o mesmo que M. Rajoy, quem tamém é moi feminista e mesmo luziu nessa data um laço violeta na sua lapela.

Dito tal dou pê acá á traduçom das palavras de Awka no seu muro duma rede social, na que esta mulher argentina apresénta-se assim: “Se es neutral em situaçons de injustiça, é que tês escolhido o lado opressor”:
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Venres, 6ª feira, 6 Abril ás 19:30′ no CSA do Sar: ANARCONCERTO SOLIDÁRIO coa Editorial ABORDAXE!

Na vindoura 6ª feira, venres 6 de Abril desde a Editorial Anarquista Abordaxe!  celebramos a chegada da primavera cum Anarconcerto como uma das diversas atividades que estamos realizando co fim de recadar quartos para afrontar nosso novo projeto editorial do que, este gajeiro, voltou há uns meses a formar parte da sua tripulaçom:
Nesta jornada musical contaremos com TAIGA DUKHA (Crust desde Vigo); KALI A.K.A. LA NEGRA (Rap desde Lugo); e VERBENA VELUTINA (Punk desde Compostela). E para rematar esta festa primaveral contaremos cuma FOLIADA ABERTA.

Os concertos terám lugar no CSA DO SAR (rua Curros Enríquez nº28) a partir das 19:30h

E para ir abrindo orelhas vos deixo acá com uns vídeos e aúdios dos grupos convidados:
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O racismo, uma chaga que devemos eliminar

Colo (e traduzo) do blogue do “Grupo Anarquista Tierra”  ligado á F.A.I.:

[Sobre o acontecido na quinta-feira, 15 de março, no bairro de Lavapiés  em Madrid]

A discriminaçom racial e a ideologia que a sustenta fai tempo que está caduca. Está demonstrado cientificamente desde o século XX que o ser humano nom está dividido em raças, mais que tudo, independentemente de nossa procedência e nossa etnia, somos a mesma espécie de homínidio.
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“Auto-organizaçom e Apoio Mútuo contra as fronteiras” Gotejo Solidário co Sindicato de Manteros e Lateros de Madrid

Dias atrás figera um oco nesta minha bitácora a um outro gotejo solidário coas pessoas migrantes residentes na Catalunya; agora é de rigor fazer o próprio com estoutra iniciativa solidária que parte das migrantes residentes em Madrid baixo as demandas de: Auto-organizaçom e Apoio Mútuo contra das fronteiras. Nenhum ser humano é ilegal. Sobreviver nom é delito.
Seu objectivo geral é que todas as pessoas, independentemente da sua origem, tenham acesso a uma vida digna e plena. Suas ferramentas som uma dinámica participativa que mediante o apoio mútuo e a interaçom solidária com os coletivos que lhes arrodeam desafie dia a dia as barreiras que nos dividem co galho de sentir-se fortes e fazer valer os seus direitos demostrando que se pode conviver e posiçonándo-se em contra do discurso do medo, do ódio e da xenofobia dos médios e as instituiçons.

Seus objectivos mais específicos som:
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[A Corunha] 30 e 31 de março: Jornadas na Defensa dos Espaços Liberados no CSO “A Insumisa”

Colo a informaçom recolhida duma rede social (mantenho sua normativa junteira mas modificando as ligaçons oferecidas dos espaços participantes) (*):


Xa están aquí as xornadas na defensa dos espazos liberados!!!

Esta proposta xurde a raíz da represión exercida polas institucións (Marea Atlántica no noso caso) sobre movementos e centros sociais que loitan por crear tecido social dende abaixo de maneira autónoma e autoxestionada. Lembramos que o proceso de desaloxo da Insumisa xa está en marcha e o concello deunos 10 días pra presentar alegacións, despois dos cales tocará resistir. É por isto que dende A Insumisa propuxémosnos axudar a visibilizar espazos okupados, informar sobre o seu funcionamento, comprender as ideas que hai tras unha okupación e tecer lazos pra aprender unhas das outras.

Para isto, contaremos con varios CSOs e con xente da comunidade de Errekaleor contando as súas vivencias. Tamén haberá varios concertos pra que non falte a diversión e ceadores pra non pasar fame! 😉
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