A manipulaçom interesada dos “mass merdas” da invasom de Turquia em Efrîn

Desde há dias tenho a impressom de que, todo quanto chega ao meus olhos e ouvidos ao respeito da situaçom bélica na Síria procedente dessa maquinária de desinformaçom que se concreta nos mass merdas (tanto meios escritos como audiovisuais) esta-se manipulando interesadamente. Crio que misturam batalhas e conflitos ao chou, pero a conciência, para que a informaçom chegue ao seu público passivo e receptivo uma visom moi distorsionada do que por essas terras está a acontecer.

Hoje liguei a tele pública espanhola para escuitar as notícias entanto almorçava e um subtitular chámou-me poderosamente minha atençom por duas coisas: primeiro porque era o mesminho que mirara o dia anterior nas mesmas circunstâncias e já ficara raiado desde entom e segunda e primordial polo seu contido a todas luzes falsário e interesado que rezava assim:

Do que uma mente abducida polo poder dos falsimédios ficará coa ideia de que a milícia curda é quem está a rachar a trégua de paz á que, em verdade nunca foi convidada.

Porque o 1º que teriam que fazer é aclarar que no amplo território do que se conhece hoje dia como Síria há, quanto menos, tres conflitos bélicos bem diferentes:

  • Por uma banda, continua a Guerra Civil  na que estám implicadas forças governamentais leais ao régimem de Assad e forças rebeldes agrupadas no chamado Frente Islámico que agrupa até sete grupos rebeldes de caráter islamista e que a dia de hoje estám combatindo em Guta Oriental, nos arredores da capital Damasco, onde se  vive uma escalada de violência desde o 18 de fevereiro que já tem causado perto de 600 mortes, entre elas muitas crianças.  Este conflito foi o que derivou numa Resoluçom da ONU declarando uma trégua de 1 mês para fazer um corredor que permita a saida do conflito das civis residentes na zona e das deslocalizadas por esta guerra; tras a trégua impulsada por Rússia que tamém propuxo que, quanto menos, houvera pausas humanitárias de cinco horas diárias
  • Por outra seguem os combates de todos contra o ISIS ou EI (Estado islámico) e mais contra o OLL (Organismo de Libertaçom do Levante, antes Frente al Nusra) que nom estám incluidos na trégua porque seguem a ser considerados pola ONU como grupos terroristas. Nessas luitas de todos contra o terrorismo islámico tem um papel fundamental admitido e reconhecido polos atores implicados, as forças das YPG e YPJ curdas
  • E a 3ª é a que se vive em Efrîn, onde há um pais, membro da OTAN e possuidor do 2º exército mais numeroso do mundo, Turquia que está invadindo território sírio saltándo-se todas as regulaçons internacionais sob a escusa de combater a outro grupo terrorista que só Erdogan (presidente turco) e sua quadrilha de assassinos profissionais entendem como tais: As milícias curdas agrupadas no YPG e nas YPJ.

Agora bem, a resoluçom da ONU só deixava fora da trégua á luita contra o EI e mais o OLL; mas Erdogan deixou bem clarinho em boca do seu viceprimer ministro e vozeiro governamental, Bekir Bozdağ, que a trégua nom inclue Efrîn, e que Turquia seguirá em guerra contra os que seu governo sinala como terroristas do PKK agrupados nas YPG; razom esgrimida para iniciar a sua ilegal “Operaçom Rama da Oliveira”. Bozdağ declarou recém: “Nom há nenhum exemplo de que os civis sofram danos na operaçom. Nem um civil tem sangre no seu nariz. Esta decisom (da trégua) nom impatará a Operaçom Rama de Oliveira de Turquia. A Rama de Oliveira está fora do ámbito desta resoluçom”. Se bem, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, em 24 de fevereiro já iam quanto menos 130 civis mortas em Efrîn, entre elas 25 crianças.

Ou seja que o governo turco (aliado do governo espanhol na OTAN) foi quem decidiu de maneira unilateral e sem nenhum apoio internacional que as milícias curdas em defessa do seu território autónomo de Rojava, que inclue os cantons de Kobane, Jazira e Efrîn, som grupos terroristas. O governo de Erdogan foi quem decide que a trégua de 1 mês nom têm incidência na sua invasom ilegal dum pais e na guerra contra um cantom autónomo, onde vivem e moram milícias e gente civil. É Turquia quem nega os assassinatos de civis cometidos desde que começou a sua “Rama da Oliveira” a escupir bombas e misis sobre a povoaçom autotone. Mas, diante de toda esta prepotência militar, a TVE e todos os falsimédios seguem a jogar a mesma baza de confundir e nom informar e sinalar as vítimas desta invasom como as culpáveis de que se rache a hipocrita trégua aprovada nas bancadas onde sentam os cus gordos e cumplacidos de quem nunca se verá numa dessas.

As más, malíssimas som as milícias curdas que, pese á trégua “responderam”. Um outro intitular possível e mais certeiro teria sido: O governo turco seguirá bombardeando Efrîn pese a trégua assinada; as milícias dim que, nesse caso, responderám aos ataques. Pero isso seriadeixar em moi mal lugar a um fiel aliado.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s