[Lavapiés] A polícia local de Carmena assassina Mame Mbaye Ndiaye, um vizinho do bairro

Mame Mbaye Ndiaye, varom de 34 anos e de origem senegalesa, quem levava 14 anos residindo em território hispano e buscándo-se seu pão diário coa venda ambulante de colónias, membro ativo do sindicato de @manteroslateros de Madrid, morreu ontem assassinado vítima da violência da polícia municipal madrilenha.

Uma polícia que, desde a chegada ao poder municipal madrilenho da velha juiza da nova política Manuela Carmena, segue na mesma linha repressiva que quando governava este concelho o PP. E assim tras a exitosa operaçom na que detiveram a dois titereteiros por representar uma obra contratada polo próprio concelho, chega-nos agora o resultado lógico da continuidade na política repressiva de acoso e derrubo das pessoas que se buscam seu sustento diário nas ruas da capital das espanhastodas: Mame Mbaye Ndiaye morre dum infarto ao coraçom tras correr deseperado fugindo duma nova redada da polícia local de Carmena. E nom foi algo pontoal com fatais consequências dado que já no dia anterior vários coletivos polos diretos das pessoas migrantes denunciaram redadas racistas em Lavapiés; uma atividade, ou mas bem uma atitude cotidiá porque é a diário que se repitem os atos de pressom da polícia de Carmena sobre este coletivo.

Segundo conta a vizinhança, o sucesso teria lugar a isso das 17 horas e desde entom duzias de vizinhas alertadas polo sucedido foram acodindo até lá, onde efectivos do SAMUR instalaram uma carpa na que ocultar o cadáver á vista e que, de imediato, era franqueada por furgonas de antidistúrbios da Polícia Nacional.

Desde esse momento e durante horas foram reuníndo-se compas do morto em dolorossísima autocontençom detrás da fila de matons equipados de cascos e escudos e armados até as celhas, gardáns que nom permitiam entrar a ninguém no perímetro intervido pola ordem e a lei para saber que se passara co seu vizinho companheiro e amigo. Depois de HORAS de dolorosa tensom; “Os Violentos de Zoido”, poida que animados pola espetacular suba de salário que receberam como prémio pola sua fantástica laboura repressiva, figerom o próprio destes mercenários: cargar com todas suas ganas e todas suas armas (pelotas de borracha e botes de fume incluidas) en troques de cumprimentar o que as vizinhas e compas do morto levavam horas pedindo: que se deixaram de provocaçons e que se foram do bairro sem causar violência. Mas isso nom entra nos canones da sua obediência ao regime monárquico demócrata nem as maneiras que se gastam nos copros repressivos, com o que “Os Violentos de Zoido” cargarom sem miramentos contra a vizinhança e com mais contundência e sobre todo contra dos compas do morto que seguiam destroçados e desolados.

Cargarom com contudência e com disparos de borracha e botes de fume apuntando á multitude a dar sem mirar a quem -ainda que os desinformativos (mesmo alguns que pretendem ir de alternativos como El.Diario.es) falem de balas de advertência- numa situaçom de violência desatada por esses mercenários que atuarom ás bravas, empurrando e apaleando indiscriminadamente, provocando uma alarma entre as solidárias porque como conta uma vizinha presente: “Quando disparam sem mirar, já o medo vence á nossa dignidade e corremos, corremos porque sabemos que nom estám “advirtindo”, venhem por nos com tuda sua forza desigual”.

Esta violência policial recebeu a resposta evidente da vizinhança solidária e durante toda a noite as ruas de Lavapiés convertírom-se num campo de batalha desigual onde as vizinhas montavam barricadas defessivas com queima de contentores entanto berrabam “nenhum ser humano é ilegal” e chamavam, em boa lógica, “assassinos” ás forças policiais. Tamém, ao parecer, alguma oficina bancária recebeu a raçom de lume que merece.

Passadas as 00:30 horas a polícia deu aos falsimédios seu último parte de guerra contra a povoaçom com o resultado de 6 vizinhas detidas por causar danos e por atentado á autoridade (os mercenários duma monarquia democrática tenhem esta consideraçom de autoridade). E coa sua lógica de quantificar por igual as pessoas feridas por receber paus ou balaços que as que se mancam ao golpear ou disparar, falam de 20 pessoas com feridas leves atendidas polo SAMUR, das que 16 de ellos som agentes da UIP, todos eles atendidos por contusions!!.
O Sindicato de Manteros y Lateros de Madrid, do que Mame era um dos seus membros mais ativos, convoca para hoje venres duas concentraçons ás 10.00 e ás 18.00 horas na Praça Nelson Mandela de Lavapiés na sua memôria e em protesta contra “o racismo institucional assassino”.

Seguiremos informando…

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